sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O Sábado foi instituido em 1443 ou em 620 a.C. ?

Orai para que a vossa fuga não se dê no INVERNO, nem no SÁBADO, porque neste (fim de) tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias (do fim dos tempos) sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados."  (Mt 24:20-22).
 
INVERNO: Jesus nos diz quando será: "Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados... (Mt 24:29).
Não havendo sol, evidente que haverá um forte inverno na terra... e isso será por mil anos e depois... fogo eterno.
Os escolhidos subirão para os céus para o seu encontro com Jesus... e na terra ficarão os que não serão salvos (Mt 24:31,40,41, 1TS 4:17).

 SÁBADO: Jesus não estava se referindo a um sábado comum da semana neste texto (Mt 24:20-22).

                    "O sábado foi estabelecido por causa do homem (para o seu descanso, santificação e salvação), e não o homem  por causa do sábado. Jesus é o Senhor do sábado" (Mc 2:27,28).

                     "É lícito no sábado salvar a vida e não deixa-la perecer, ou seja curar-nos de alguma doença, física ou espiritual"  Jesus responde subjetivamente à sua própria indagação (Lc 6:9).

Em qualquer sábado comum, semanal, podemos empreender qualquer fuga e esperar sermos bem sucedidos em nosso objetivo de fugir do mal e encontrar o bem.

Logo, Jesus não estava se referindo a um sábado corriqueiro, semanal, mas a um Sábado muito especial, o Sábado Milenar que iniciar-se-á  em 2019, com a sua vinda. Neste Sábado Milenar toda a fuga será mal-sucedida... ninguém poderá se salvar.

    O Sétimo Dia de Deus ou Sétimo Milênio da Criação é  Sábado Santo ou Sábado do Senhor.
    É o dia em que Deus descansou de toda a sua criação (Gn 2:1-3).
    Este Sábado Milenar ou 7º Dia ocorreu  de 3977 a 2977 a.C.

    Jesus virá em 2019 e com ele iniciar-se-á o Sétimo Dia ou Sétimo Milênio do homem em que ninguém poderá trabalhar (se salvar) e que denominamos aqui de Sábado do homem .

   O sábado semanal é sombra (Cl 2:17) ou analogia ao Sábado Eterno ou Sábado Santo.

   Jesus não estava se referindo a um sábado comum no texto acima. Até porque não temos certeza de que este sábado comum é sábado mesmo, pois, já houve inúmeras modificações do calendário ao longo da História, como segue:

 1) o dia ficou parado por quase 24h, no episódio em que o "sol parou" em 1395 a.C., nos dias de Josué (Js 10:13) e isto certamente alterou os dias da semana, deslocando o dia de sábado para o dia seguinte.

 2) o sol inclinou dez graus nos dias do rei Acaz, e depois retornou 10 graus nos dias do rei Ezequias, em 712 a.C.
     Deus acrescentou 15 anos à vida do rei Ezequias  (2Rs 20:20:6,11). Isto certamente deslocou novamente o dia de Sábado na semana.

  3) O rei Ezequias em 712 a.C., em sua reforma do calendário, passou a comemorar a Páscoa no segundo mes, e o povo zombou dele e de seus conselheiros por que? - Porque Moisés ordenou que a Páscoa fosse comemorada no primeiro mes (2Cr 30:2,10); e além disto o Sábado foi deslocado nos dias da semana.
 Ezequias fez isto porque os dias do ano passaram de 360 para 365 dias, entre os anos 723-712, e isto no final de 12 anos totalizaram 60 dias a mais, que dá dois meses a mais.
Dizem os exegetas judeus que Ezequias acrescentou mais um mes ao calendário.

 4) O calendário israelita foi totalmente reformado no 5º século antes de Cristo por Jeremias, Ezequiel e Baruc. Eles calcularam ano a ano o "novo" calendário.

 5) O imperador romano Júlio César acrescentou 80 dias ao calendário juliano em 46 a.C., e o papa Gregório XIII excluiu dez dias neste calendário gregoriano, em 1582. Isto também desloca o Sábado na semana.

 6) O calendário gregoriano segue rigorosamente ao calendário juliano, apenas mudando o nome do ano, de 753  no "juliano" para ano 1 no "gregoriano. Hoje se tem certeza que houve um erro na contagem inicial deste calendário gregoriano, de 4 a 6 anos, e, possivelmente de 4 a 20 anos. Este autor prova em seu livro que este erro foi de 13 anos. Isto, certamente desloca o Sábado nos dias da semana.

 7) Além do que, com a criação do FUSO HORÁRIO em 1894 nos E.U.A., que dividiu o nosso planeta em 24 pontos ou meridianos solares e cujo PONTO ZERO se localiza na Inglaterra, no Observatório Real de Greenwich, e com isso, o início e o fim do sábado em todo o mundo não é idêntico ao de JERUSALÉM e Monte Sinai na Palestina.

 8) Os judeus em todos o mundo obedecem ao FUSO HORÁRIO e não a hora de JERUSALÉM para dar início ao seu Sábado Santo semanal, logo, eles não seguem rigorosamente a razão, ou a tradição antiga (até o ano 136 d.C.) onde SIÃO ou Jerusalém era a Terra Santa que emanava para toda a humanidade os ditames da fé e de sua doutrina.

9) O sábado mosaico deve ser iniciado ao por do sol da sexta-feira (Lv 23:32).
    Nem nos dias de Moisés este por do sol era idêntico em todo o mundo, pois, a Terra é REDONDA, e tem sempre uma face apontada pro sol, onde é iluminada, sendo que  a face oponente, neste mesmo instante, está nas trevas da noite.
 
    Só no Sábado Eterno que virá em 3023 é que a nova Terra será iluminada por Deus em todos os seus meridianos e latitudes, sem, portanto, a necessidade do Sol  (Ap.21:23).
    Só neste novo tempo é que o sábado será igual em todos os pontos da Terra.

    Quem é portanto, que tem certeza em que dia e hora exata da semana cai o sábado?

     Para que isto "infringir a lei do Sábado" seja "condenável"  é necessário saber, com precisão, qual é o dia e hora da semana atualmente que corresponde ao "sábado mosaico"  do segundo ano do Êxodo, em 1442 a.C., ocasião em que Moisés promulgou esta Lei.

 Sendo assim, é injustificável a doutrina dos judeus ou dos "sabatistas" cristãos que condenam àqueles que trabalham no Sábado...

  Mas quando é o dia do Sábado semanal?

   Precisaríamos que Moisés nos esclarecesse isso: se podemos guardar o Sábado em outro dia e hora que não seja exatamente o Sábado instituido por ele, pois, caso contrário ERRAMOS (pecamos) em guardar o Sábado em dia e hora em que NÃO é Sábado.
Não podemos por conta própria, estabelecer novos critérios para o cumprimento desta Lei ... até porque nunca chegaríamos a um acordo único. - Só Deus  pode fazê-lo, e Ele fez ... Jesus nos diz: "Eu sou o Senhor do Sábado".

  Mais certo estão os cristão que seguem a Jesus e fazem de todos os dias da semana um dia santificado ao Senhor... um Sábado Santo.

     Há três Sábados claros e imutáveis.
     São os Sábados Milenares ou Sábados Santos:

   1) o Sábado da Criação ou Sétimo Dia ou Milênio de Deus;
   2) o que virá agora no fim dos tempos, o Sábado do homem ou Sétimo Milênio do homem;
   3) e o Sábado Eterno em que Deus será tudo em todos; e o próprio Deus iluminará os quatro cantos da nova Terra, sem necessidade mais do Sol e da Lua (Ap 21:23).

     Nestes dois primeiros sábados milenares e dos sábados comuns semanais, Jesus é o Senhor, por ser o filho de Deus e  também por ser filho do homem (Lc 6:5).

     Terminado o Sábado do homem ou Sétimo Milênio do homem,  em 3023, iniciar-se-á o Sábado Eterno, em que Jesus sujeitar-se-á àquele (Deus-Pai) que tudo lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos
 (1Co 15:28)

    Em 2019 Jesus virá para arrebatar a Igreja (seus discúpulos).
               
  E logo a seguir, em 2023, iniciar-se-á o Sétimo Milênio do  homem, ou seja será o Sábado esperado há 6.000 anos, desde a queda em pecado de Adão e Eva.
 É o Dia ou Milênio da ira de Deus, que se iniciando em 2023 será concluído no ano 3023.

 Por isso Jesus nos alerta para orarmos para que essa nossa fuga não se dê no INVERNO e nem no SÁBADO.
     A nossa santificação tem que ocorrer antes de 2019, pois    depois virá a noite quando ninguém mais poderá trabalhar (se salvar) (Jo 9:4).

  Na aceitação ou não de Jesus ... nos salvamos ou nos perdemos para sempre (Jo 12:48).

    Depois de 2019, na vinda de Jesus, não haverá salvação para ninguém mais, e milhões de pessoas ficarão aqui na terra aguardando o seu julgamento e condenação (Mt 24:30,40,41).

E serão governados com rigor pelo cetro de ferro (Lei) neste Sábado, o Sétimo Milênio do homem (Sl 2:9, Ap 19:15, 20:6-10).

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   A TERRA É REDONDA ...
 
    Segundo a maioria das correntes do pensamento judaico-cristão, até ao ano de 1514, a Terra era plana e estava assentada com segurança em algum ponto fixo do Universo; e esta Terra era o centro do Universo, e ao redor dela se moviam o Sol, a Lua, os planetas, as estrelas (toda a milícia celeste). 
     Devido a isto, acreditava-se que o SÁBADO e todos os demais dias da semana eram iguais em toda a essa face "plana" da Terra.
     Em 1632 Galileu Galilei teve que se retratar diante da Igreja de Roma, para não ser morto pela Inquizição, de que estava errado sobre a sua teoria heliocentrista, em que dizia que era o Sol o centro do Universo, e de que a Terra se movia em torno dele.
     Também, como não havia as comunicações instantâneas e primárias da nossa modernidade  (telefone, rádio) para nos conscientizar destas diferenças horárias ao redor do nosso planeta, do início e fim de cada dia (Lv 23:32), este dia de SÁBADO, da Lei de Moisés, nunca foi  contestado quanto à sua exequibilidade horária, de cumpri-la no mesmo instante ao redor do globo terrestre.
      Alguns gregos sabiam que a Terra era redonda e flutuava no espaço cósmico. Depois também o souberam os babilônios. E no 5º século a.C. Daniel, profeta judeu, também o soube através dos astrólogos babilônios (Dn 2:48).
      Os deuteronomistas (escribas, profetas e sacerdotes judeus) reescreveram muitos textos bíblicos após o cativeiro da Babilônia, em 538 a.C.; e nestes textos acrescentaram coisas já sabidas pelos babilônios.
      Possivelmente parte ou todo do "Livro de Jó" seja um destes acréscimos. Jó não era israelita, era horeu e vivia nas terras de Uz (Gn 36:20,28, Jó 1:1). Os horeus eram aparentados com os caldeus (babilônios).
      Jó foi contemporâneo de Jacó (2001-1855 a.C.), e pasmem, sabia 1200 anos antes dos gregos de que a Terra era redonda (Jó 37:12).
       Moisés, entre 1523 e 1442 a.C. aprendera toda a astronomia egípcia (At 7:22); depois, em 1443 aprendeu com os midianitas, através de Jetro, seu sogro e sacerdote , todos os estatutos e leis que veio a aplicar ao seu povo, os israelitas, inclusive o culto aDeus (Êx 18:12,17-24).
      Depois, em 1443, descendo do monte Sinai com as tábuas do Decálogo, deu estas dez leis aos israelitas, e entre elas a Lei do Sábado. Se essa Lei era para vigorar em todo o mundo, então é de se perguntar:
  - Moisés não sabia que a terra era redonda, e que este dia de sábado não seria igual em todo o mundo ? - Se Moisés não sabia, como é que Jó sabia? - Ou esta Lei era para vigorar só para os israelitas, e só na Palestina?


Quando começou a se cumprir a Lei do Sábado ?

    Embora a Lei do Sábado tenha sido promulgada por Moisés em 1443 a.C., ela só começou a ser cumprida no 18º ano do reinado de Josias em 620 a.C., quando se achou o Livro de Moisés no Templo de Jerusalém, pois até então, os israelitas faziam pouco caso desta Lei do Sábado (2Rs 22:3,13, 23:21-23).
    Por volta deste ano, o grego Tales de Mileto descobriu que o “novo” ano tinha 365 dias, e isto se deu após as catástrofes cósmicas proporcionadas por Vênus, que destruíram a Terra, e mudou a quantidade de dias do ano e as estações, como também afirmou Daniel anos depois.  
   Daniel era o chefe supremo de todos os astrônomos da Babilônia (Dn 2:21,48).
   Mas, a quantidade de dias do ano já havia mudado em 722 a.C. de 360 para 365 dias, quando então, o rei Ezequias reformulou o  calendário, passando a Páscoa para o 2º mês, e acrescentando mais um mês ao calendário.
  Neste tempo a Terra oscilou 10º em relação ao Sol e Deus acrescentou mais 15 anos de vida a Ezequias (2Cr 30, 2Rs 20).
  De 722 a 711 houve um superávit de 60 dias no calendário de Ezequias em virtude do ano ter passado de 360 para 365 dias.
  O ano viria a mudar novamente em 366 a.C., de 365 para 365,25 dias, obrigando o imperador romano Júlio Cesar, em 46 a.C. a acrescentar mais 80 dias ao calendário juliano.

    Percebe-se os esforços dos deuteronomistas, através do profeta Jeremias (Jr 17:19-27) em fazer-se cumprir esta Lei do Sábado, para distinguir o “judaísmo” das demais religiões que os ameaçavam (principalmente o zoroastrismo dos persas que era incentivado pelos imperadores Ciro II e Dario I).

   Deus descansou de todas as suas obras que havia feito até o fim do Sexto Dia; e santificou o Sétimo Dia.

   Este Sétimo Dia ou sétimo milênio iniciou-se em 3977 a.C. com o nascimento de Sete, pouco depois de Caim ter matado ao seu irmão Abel.
   E Deus não puniu imediatamente a Caim porque já estava no seu descanso; mas trabalhou ainda quando expulsou Adão e Eva do jardim do Éden (Gn 2:1-3, 3:21, 4:10-16).
    Da morte de Abel em 3981 a.C a 2019 d.C. ou, do nascimento de Sete em 3977 a.C. a 2023 terão se passado 6.000 anos.

     Para que se tivesse o tempo de se cumprir o Sábado; também os 6000 anos da criação do “povo de Deus” e isto coincidisse com os 12000 anos da Criação do mundo, em 2019, quando Jesus voltará para arrebatar a sua Igreja, o Senhor Deus mudou o tempo e as estações (Dn 2:21).

1)  O ano teria que ter 420 dias nestes 6000 anos = 2.520.000 dia, para que se pudesse cumprir a Lei do Sábado, desde o nascimento de Sete, ou do “povo de Deus” em 3977 a.C. até 2019 quando Jesus voltará para arrebatar a sua Igreja:

     2.520.000 dias / 7 dias = 360.000 sábados.

2) Pois, o ano sagrado, ou, o ano da criação é de 360 dias, e isto multiplicado por 6000 anos = 2.160.000 dias; e 2.160.000 dias / 6 dias da Criação = 360.000 semanas; e isto implica em se acrescer mais 360.000 dias de sábados, para perfazer 7 dias semanais.

3) Se o ano tivesse 60 dias a mais (360+60=420 dias) estes 60 dias em 6000 anos daria um superávit de  360.000 dias.
Como não teve, esta diferença de 360.000 dias foi acrescida por Deus em anos de 365 dias entre 722 a 366 a.C. e de 365,25 dias a partir de 366 a.C. até 2019; e de 2019 até 2967, como segue:

   620 a 366 a.C = (254 anos x 365 dias .... = 92..710 dias) - (254 x 360 = 91.440)     =  
   1.270 dias excedentes.

   365 a.C. a 2019 d.C = (2384 anos x 365,25 =870.756 dias)-(2384x360=858.240)  =  
   12.516 dias excedentes.

   2019 a  2967 = 948 anos x 365,25  = 346.214 dias ................................................      =
   346.214 dias excedentes.
                                                                                                                            
   Total ..... = 360.000 dias excedentes

  * O objetivo desta exposição matemática e demonstrar que o milênio 2019-3019 é  todo ele SÁBADO SANTO, ou seja, todos os dias deste milênio serão sábados ... e Jesus é o Senhor destes sábados e de todos os sábados. 
   Ninguém poderá imprimir a sua fuga (salvar-se) neste Sábado Milenar (Mt 24:20).

  Também com isto queremos demonstrar que haverá sim o MILÊNIO ... na Terra para os mortos-condenados, e nos Céus para os eleitos.

  * Estes sábados faltantes serão cumpridos por nós (os cristãos) através de Jesus Cristo no milênio 2019 a 3019, pois ele é o Senhor do Sábado.

    * A metade destes 360.000 sábados foi instituído como Lei para os judeus a partir do ano 1443 a.C. que somados a mais 2019 d.C. implica em 3462 anos x 52 semanas anuais = 180.024 sábados à cumprir

4) Entretanto, os judeus começaram a cumprir a sua Lei do Sábado só a partir do ano 620 a.C. através do rei Josias, e até o ano 2019 os judeus terão cumprido 137.638 sábados deste total:
    620 a 366 a.C.= 254 anos x 365 dias ................=   92.710 dias  
    365 a.C. a 2019 d.C. = 2384 anos x 365,25...... = 870.756 dias   
    Total 963.466 dias  / 7 dias = 137.638 sábados cumpridos.                           

Como Moisés lhes deu a Lei, e por esta Lei eles teriam que cumprir 180.024 sábados, e como só cumpriram 137.638  ficam faltando 42.386 sábados para serem cumpridos, e para isto, os judeus precisariam que houvesse mais 296.702 dias ou 812,33 anos depois da vinda de Jesus em 2019 para poderem cumprir os seus sábados faltantes (42.386 x 7 dias).
    Quem poderia cumprir isto para eles (judeus) é Cristo Jesus... se nele eles cressem... pois Jesus é o Senhor do Sábado... como não creem, eles terão que se virarem sozinhos depois de 2019... em suas tumbas!

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Na Cronologia Bíblica o ano 2011 corresponde ao ano bíblico 6118,  E NÃO  5771 como querem os judeus.

Na Cronologia Bíblica o ano 2012 será simplesmente o ano 6119 desde que Adão foi criado por Deus (4107 a.C + 2012).
Entretanto, em termos de fenômenos cosmológicos, 2012 será um ano de devastações na Terra, como o foi em 2004, provocados pela ultrapassagem que Vênus faz, sobre a órbita da Terra ("trânsito"), no ponto em que ambos ficam muito próximos, em conjunção inferior e no seu periélio, a cada 129,5 anos e 113,5anos alternadamente..

   A seguir, expomos a Cronologia Bíblica, dos fatos  históricos narrados pela Bíblia, de 4107 a.C. quando Adão e Eva foram criados por Deus, até  446 a.C. quando Neemias começa a reconstruir Jerusalém, e depois segue-se pelo Calendário Gregoriano, até 138 d.C., e completamos com "Diferença entre a Cronologia Bíblica e o Calendário Israelita" e "Doze mil anos: desde a criação do mundo até 2023 d.C.", e Calendário Milenar Bíblico.

Antes de     Depois de             CRONOLOGIA BÍBLICA 
Cristo          Adão
4107-3177    0000-0930    Adão:    viveu   930 anos ...........(Gn 1 e 2)
3977-3065    0130-1042    Sete:     “         912 “ ....... (Gn 4:25 , 5:3-8)
3872-2967    0235-1140    Enos: viveu   905 anos.... (Gn 4:26 , 5:6-11)
3782-2872    0325-1235    Cainã:   “      910 “ .................. (Gn 5:9-14)
3712-2817    0395-1290    Maalaleel “    895 “................. (Gn 5:12-17)
3647-2685    0460-1422   Jerede  viveu  962 “ ................(Gn 5:15-20)
3485-3120    0622-0987    Enoque:  “     365 “ ............... (Gn 5:18-24)
3420-2451    0687-1656    Matusalém “  969 “ ................ (Gn 5:21-27)
3233-2456    0874-1651    Lameque:   “  777 “ .................(Gn 5:25-31)
3051-2101    1056-2006    Noé           “  950 “   .......(Gn 5:28-32 ,9:29)

2451-2450    1656-1657    dilúvio universal ... ...... (Gn 7:6-24 , 8:1-14)

2549-1949    1558-2158    Sem viveu 600 anos..........(Gn 9:26 , 14:18)
2449-2011    1658-2096    Arfaxade viveu 438 anos  ...... (Gn 11:12-13)
2414-1981    1693-2126    Salá         “       433 “ ........... (Gn 11:12-15)
2384-1920    1723-2187    Heber      “       464 “ ............ (Gn 11:14-17)
2350-2111    1757-1996    Pelegue   “       239 “ ............. Gn 11:16-19)
2320-2081    1787-2026    Reú         “       239 “  ............(Gn 11:18-21)
2288-2058    1819-2049    Serugue  “       230 “ ............. (Gn 11:20-23)
2258-2110    1849-1997    Naor       “       148 “ .............. (Gn 11:22-25)
2229-2024    1878-2083    Terá        “       205 “  ............ (Gn 11:24-32)
2159-1984    1948-2123    Abraão    “      175 “  ............(Gn 11:2, 25:7)
2060-1881    2047-2226    Isaque     “      180 “  ..........(Gn 21:5, 35:28)
2001-1855    2106-2252    Jacó        “      147 “  ...... (Gn 25:26 , 47:28)              
1956-1930    2151-2177    Jacó estuda com Sem e Heber ........(Gn28)
1929            2178            Betel/Luz a 20km de Salém ....(Gn28:11-19)
1929            2178            Jacó casa-se com Lia, Raquel, Zilpa/Bila
1922            2185            Jacó e Lia geram a Rúben.......... (Gn 29:32)
1921            2186             “     “   “    “        a  Simeão.........(Gn 29:33)
1920            2187             “     “   “    “        a  Levi..............(Gn 29:34)
1919            2188            Jacó e Lia geram   a  Judá ........ (Gn 29:35)                                                                
1918            2189            Jacó e Bilá  “         a  Dã  ......... (Gn 30:1-6)
1917            2190              “     “  “      “         a  Naftali..........(Gn 30:8)
1916            2191           Jacó e Zilpa “         a  Gade ..... (Gn 30:9-11)
1915            2192           Jacó “  “      “          a  Aser ......(Gn 30:12,13)
1914            2193           Jacó e  Lia   “         a  Issacar.....  (Gn 30:18)
1913            2194             “     “   “      “        a  Zebulom..... (Gn 30:20)
1912            2195          Jacó e Lia geram uma filha, Diná....(Gn 30:21)
1911            2196          Jacó e Raquel geram a  José.....(Gn 30:22-25)
1904            2203          Jacó sai de Padã-Harã .............. (Gn 31:7,41)
1903            2204          Jacó e Esaú se reconciliam............... (Gn 32)
1901            2206          Jacó edifica Sucote, em Hebrom ...(Gn 33:17)
1899            2208          Diná é violada por Siquém...................(Gn 34)
1898            2209          Bela, filho de Diná ?....... (Gn 36:32, 46:15,21)
1895            2212          Benjamim filho de Jacó e Raquel....(Gn 35:18)
1895            2212         José vendido pra o Egito aos 17 anos...(Gn 37)
1882            2225         José  é governador do Egito ...... (Gn 41:37-49)
1875            2232         Efraim filho de José nasce......... (Gn 41:50-52)

Bela, filho de Diná e do heveu Siquém  (ou do horeu Bela, rei de Edom), foi posto na genealogia, como sendo filho de  Benjamim.
Jacó foi  avô de Bela,  e bisavô de Arde (Adar), Gera, Naamã,  Aoa ( Noa/Rôs ) e Ir/Iri (Eí),  filhos de Bela; e tataravô de Supim (Mupim) e Hupim,  filhos de Ir/Iri  ( Eí ), por volta de 1872,  quando ele,  Jacó, chega ao Egito.
Quando Bela tinha 4 anos e José 17 anos, em 1895 a.C. Benjamim  nasceu. E Benjamim aos 16, gerou a Asbel, a Béquer  (Aará/Jediael) (1Cr 7e 8). Benjamim tinha 24 anos quando chegou ao Egito (Gn 43:29-34)   e sendo assim, como podia ser avô de Gera e Naamã?  Eles eram, na verdade, filhos de Bela.

Antes de      Depois de         CRONOLOGIA BÍBLICA
Cristo           Adão
1802-1403     2305-2704      400 anos: escravização/aflição de Israel (Gn 15:13-16) 
1872-1443     2235-2664      430 anos que Israel habitou no Egito ... (Êx 123:40,41)   
                                                           
“... então, lhe foi dito por Deus: Sabe, com certeza que a tua posteridade será peregrina em terra alheia e será reduzida à escravidão, e será afligida por 400 anos... Na quarta geração, tornarão para aqui (Canaã)” (Gn 15:13,l6)

Efraim foi a quarta geração de Abraão (Gn 15:16)
  Efraim foi a quarta geração de Abraão, nesta  seqüência: Isaque, Jacó, José e Efraim, e isto foi em conseqüência de Jacó ter negado a benção de primogenitura para Rúben, o filho mais velho, porque esse o desonrou, copulando com sua concubina Bila (Gn 35:22 , 49:3,4).
E reverteu essa benção para o seu neto Efraim, filho de José, a quem Jacó tomou como filho seu (Gn 48:5-22). E com isto, Efraim passou a ser o herdeiro de Jacó. Com o falecimento de José, em 1802, Efraim vai pra Canaã e toma posse de sua herança (1Cr 7:21-24).
Iniciam-se os 400 anos do tempo em que os israelitas habitaram no Egito: 360 anos  seriam afligidos e reduzidos a escravidão e mais 40 anos no deserto do Sinai, quando então entram e tomam posse de Canaã em 1403 (Êx 1).  
Entretanto, desde a ida de Jacó com toda a sua casa (setenta  pessoas) que pra lá foram em 1872 (Gn 46:27), até a saída dos hebreus do Egito, em 1443, no Êxodo, totalizaram 430 anos  
(Êx 12:40,41).
Não devemos confundir esse tempo de habitação com o tempo estipulado por Deus para que os israelitas peregrinassem em terra alheia, fossem reduzidos a escravidão e também afligidos
por 400 anos.
Esses 400 anos iniciam-se com a morte de José e de todos os seus irmãos e de toda aquela geração (Êx 1:6), em 1802, e com a ascensão da quarta geração em Efraim.
E foi consumada em 1403 a.C., quando os israelitas entram e começam a tomar posse de Canaã, conforme a promessa de Deus.
E isso só aconteceu depois de “se encher a medida da iniqüidade dos amorreus” (Gn 15:16).
Duas grandes iniqüidades fizeram os amorreus:
A primeira, terem sidos membros da coligação dos “hicsos” (hititas/ heteus da Assíria, hagarenos, ismaelitas, edomitas, moabitas, amonitas, amalequitas, gebalitas – Sl 83:6-8).
Estes hicsos dominaram o Egito, de 1802 a 1523 ou 1443 a.C., e reduziram os hebreus a escravidão.
A segunda quando os amorreus chegam ao máximo de sua idolatria e blasfêmia:
Adoni-Zedeque se torna rei de Jerusalém, e com esse nome profana o nome de Deus que é também “Adonai”, e se assenhora da cidade santa, a cidade de Melquisedeque, como um deus-rei.
O nome desse rei quer dizer “Deus da Casa da Justiça” (Js 10).
Tanto Efraim como Judá deixaram descendência em Canaã, desde 1802; e quando Josué, efraimita, e Calebe, judeu, foram espiar a terra dos cananeus, em 1442, depararam-se com seus ancestrais, e tiveram uma visão positiva de Canaã, ao contrário dos demais espias (Nm 13).
Seerá, filha de Berias e neta de Efraim, edificou as cidades de
Bete-Horom e Uzém-Seerá, e esta deve ter sido a mesma reedificada Timnate-Sera, que Josué pediu a Deus
(1Cr 7:24 , Js 19:50).
Bete-Horom existia na tomada de Canaã e foi dada à tribo de
Efraim (Js 21:20-22).
Os efraimitas eram suigeneris no seu modo de falar, contaminados que foram ao longo de séculos, na sua convivência com os cananeus (Jz 12).    
 No Egito, Efraim gerou a Sutela, que gerou a Berede, que gerou a Taate, e estas três gerações foram conhecidas por José
(Gn 50:22-26).  
Em Canaã, Efraim gerou a Ezer e Eleade, que foram mortos pelos habitantes de Gate (1Cr 7:21).
Depois, Efraim gerou a Berias, que gerou a Refa, que gerou a Resefe, que gerou a Tela, que gerou a Taã, que gerou a Ladã, que gerou a Amiúde, que gerou a Elisama, que gerou a Num, que gerou a Josué.
Foram 14 gerações de Efraim; o que dá uma média de 28 anos por geração (do nascimento de Efraim em 1875 até ao nascimento de Josué em 1485 a.C.).
José morreu no Egito em 1802, e não foi permitido aos israelitas o sepultarem em Canaã, como o foi com Jacó
(Gn 50:22-26).
Havia começado a aflição dos hebreus pelos “hicsos” que reinavam no Egito.

Antes de      Depois de              CRONOLOGIA BÍBLICA 
Cristo           Adão
1522-1403     2585-2704    Moisés ............... (Êx 6:16-27 , Dt 34:7)
1485-1376     2622-2731    Josué filho de Num  (Js 14:6-10, 24:29)
1443-1403     2664-2704    Êxodo:40 anos dos israelitas no deserto
1403-1376     2704-2731    Josué: juiz de Israel por 28 anos  (*007) 
1376             2731            Guerra civil em Israel com o extermínio  
                                        da sub-tribo dos Belamitas (Jz 18 a 21)                                                   
1375-1368     2732-2739    Cusã-Risataim domina Israel p/ 8 anos (Jz 3:8-10)
1368-1329     2739-2778    Otniel juiz p/40 anos em Israel (Jz 1:11-13, 3:9-11)
1329-1312     2778-2795    Eglom, moabita, reina 18 anos em Israel
1329-1290     2778-2817    Eúde liberta Israel e é juiz  por 80 anos
1289-1250    2818-2857     Débora, juíza por 40 anos em Israel ..... (Jz 4:4,32)
1250-1244    2857-2863     domínio midianita sobre Israel por 7 anos ..(Jz 6:1)
1244-1205    2863-2902     Gideão juiz de Israel por 40 anos............(Jz 6 a 8)
1205-1203    2902-2904     Abimeleque reina 3 anos em Israel.............. (Jz 9)
1203-1181    2904-2926     Tola juiz p/ 23 anos em Israel...............(Jz 10:1,2)
1181-1160    2926-2947     Jair    “   “   22    “     “     “   ................ (Jz 10:3-5)
1160-1155    2947-2952     Jefté  “   “     6    “     “     “      ............... (Jz 12:7)
1155-1149    2952-2958     Ibsã juiz por 7    "     "     "  ...............(Jz 12:8-10)
1149-1140    2958-2967     Elom  “    “  10    “     “     “    ........... (Jz 12:11,12)

Eúde, benjamita, foi juiz por 40 anos, sobre regiões de Israel que não estavam sob o domínio estrangeiro, paralelamente ao juiz Otniel e nos 40 anos, já na sua década final, também foram juízes, com ele, mas em outras regiões de Israel:
Sangar e Débora (Jz 3 a 5).
Os filisteus dominavam  parte de Israel, por 18 anos, e os amonitas   em outras.

 Jefté diz ao rei amonita, que os “filhos”de Jacó (Israel) já tinham se apossado das áreas reclamadas por aquele rei, e que eles,   os israelitas, já estavam ali há 300 anos (Jz 11:26).

Jefté, computa ai, à posse de Jacó, por 50 anos, 1904-1855 , e a
confirmação dessa posse, por meio  de guerra, quando Moisés e Josué vencem os amonitas e ocupam aquelas terras, em 1404;   e  em 1155 a.C. os israelitas ainda estão ali.


Antes de     Depois de             CRONOLOGIA BÍBLICA
Cristo          Adão
1140-1133    2967-2974    Abdom juiz 8 anos em Israel.....(Jz12:13-15)
1133-1114    2974-2993    Sansão “   20   “      “   “    ...(Jz 13:25-16:31)
1114-1075    2993-3032    Eli, juiz por 40 anos em Israel......(1Sm 4:18)
1075-1045    3032-3062    Samuel,  juiz  por 31 anos .....    (1Sm 7 e 8)
1045-1008    3062-3099    Saul, rei de Israel por 38 anos.......(At 13:21)
1008-1006    3099-3101    Is-Bosete, reina por 2 anos.......(2Sm 2:1-11)
1035-  966    3072-3141    Davi: nascimento e morte    ......    (2Sm 5:4)
1006-  966    3101-3141    Davi reinou 40,5 anos em Israel
  966-  927      966- 927    Salomão  “      40    “       “  (1Rs 11:42)

Davi, reinou 7,5 anos sobre Judá em Hebrom, e 33 anos sobre todo o reino de Israel (2Sm 2:11 , 5:4,5).
Depois dele reinou  seu filho Salomão, e no 4º ano do reinado de Salomão, em 963, começaram   a erguer o Templo de Jerusalém, 480 anos depois do Êxodo (1Rs 6:1).
  
calendário   calendário        CRONOLOGIA BÍBLICA
Bíblico        gregoriano         reis do reino de Judá

927-911      927-911        Roboão reinou 17 anos ...... (1Rs 14:21)
910-908      910-908        Abias      “         3  “     ......(1Rs 15:1,2)
908-868      908-868        Asa         “       41  “     .....(1Rs 15:9,10)
868-844      868-844        Josafá    “       25  “      ... (1Rs 22:41,42)
847-840      847-840        Jeorão   “         8  “        .... (2Rs 8:16,17)
840                  840         Acazias reinou  1 ano (2Rs 8:25,26, 9:29)
839-834      839-834        Atalia   “          6 anos    ......... (2Rs 11:3)
834-795      834-795        Joás     “         40  “     ..........  (2Rs 12:1)
797-769      797-769        Amazias “       29  “  ........... (2Rs 14:1,2)
                   *vácuo de doze anos entre 769-757
757-706      ???-743*      Azarias (Uzias) reinou 52 anos (2Rs 15:1)
705-690      742-727       Jotão   reinou  16 anos  .. (2Rs 15:30-33)
690-675      727-712       Acaz,       “       16   “      ..... (2Rs 16:1,2)
675-647      712-684       Ezequias  “       29   “     .... (2Rs18:1-10)     
656-602      693-639       Manassés “       55  “      .........(2Rs 21:1)

*Pela Cronologia bíblica tem-se que diminuir 37 anos desse calendário Juliano/Gregoriano, como  explicaremos adiante, conforme Ezequiel e Daniel sobre este  anos que “sumiram” da história.

602-601      639-638      Amon  reinou  2 anos     .......(2Rs 21:19)
601-571      638-608      Josias     “      31  “     ........... (2Rs 22:1)
571            608             Jeoacaz   “       3 meses ...... (2Rs 23:31)
571-561      608-598      Jeoaquim  "        11 anos   ......(2Rs 23:3)   
561            598             Joaquim    “         3 meses ..... (2Rs 24:8)   
561-551      598-588**    Zedequias “        11 anos   ....(2Rs 24:18)

*os historiadores datam o reinado de Azarias (Uzias) de 773-736 e isto dá  só 37 anos de reinado, quando o correto é 52 anos, pela Bíblia.
O reinado de Azarias foi de 757-706 pela cronologia bíblica.  
**reforma do calendário judaico se deu no quinto ano  do rei Joaquim no cativeiro da Babilônia, em 594 no calendário Juliano.
 Em reformas muito posteriores a Ezequiel, por terem constatado que essa diferença era de 37 anos, os cronologistas assinalam isto de modo sutil, ao mencionarem um episódio sem muita importância na Bíblia: o 37º ano do rei Joaquim, em 562 a.C., que exilado em Babilônia, passa a ser convidado de honra do rei Evil-Merodaque (2Rs 25:27).
Desta forma, demarcam este fato para a posteridade ( anos 598-562=37, respectivamente o 1º e o 37º ano do reinado de Joaquim, que nem reino tinha mais), mas, que é utilizado para demarcar a diferença do calendário Juliano Gregoriano e da Cronologia Bíblica.
Esta diferença de 37 anos entre o Calendário Juliano e o Bíblico se constata a partir do ano em que finaliza o reinado de Amazias em Judá, em 769 a.C.
Como a Cronologia Bíblica encerra-se em 588 a.C. no fim do reinado de Zedequias em Judá, o calendário Juliano  ficou livre pra continuar com o seu erro no mundo ocidental, onde ele é seguido.

calendário   calendário        CRONOLOGIA BÍBLICA
Bíblico        gregoriano         reis do reino de Israel
927-906       927-906      Jeroboão I reinou  22 anos (1Rs 14:20)
907-906       907-906      Nadabe      “            2  “    ..(1Rs 15:25)
906-883       906-883      Baasa         “         24  “  (1Rs 15,28,33)
883-882       883-882      Elá             “            2  “    ... (1Rs 16:8)
882-871       882-871      Onri           “          12  “ (1Rs 16:21-23)
871-850       871-850      Acabe        “           22  “     (1Rs 16:29)
852-851       852-851      Acazias      “            2  “      (1Rs 22:52)
851-840       851-840      Jorão    reinou    12 anos  .......(2Rs 3:1)
840-813       840-813      Jeú           “         28  “         (2Rs 10:36)
812-796       812-796      Jeoacaz    “         17  “     ......(2Rs 13:1)
798-783       798-783      Jeoás        “         16  “     ...(2Rs 13:10)
783-743       783-743      Jeroboão II  reinou 41 anos (2Rs14:23)
743-720       *   -    * 23 anos não computados no trono de Israel
720              *         Zacarias/ Salum, reis de Israel (2Rs 15:8,13)
719-710       *    -747     Menaém  reinou 10 anos (2Rs 15:14-17)
708-707       745-744     Pecaías,     “         2   “    ....(2Rs  15:23)
706-687       743-724     Peca,         “       20   “   .... (“ 15:25-27)
678-670       715-707     Oséias,      “         9   “   .... (2Rs 17:1-6)

 * no 27º ano do reinado de Jeroboão II, em 757, começou a reinar Azarias (Uzias) em Judá (2Rs 15:1). Jeroboão II reinou por mais 14 anos, ao todo 41 anos, e terminou o seu reinado em 743, que era o 15º ano do reinado de Azarias (Uzias); seu filho Zacarias, reinou em seu lugar, a partir do 38º ano do reinado de Azarias (Uzias), em 720 a.C. 
Portanto há ai, um vácuo de 23 anos não explicado; anos que sumiram.
Não pode ser erro de copista, porque a Bíblia reafirma que Menaém, o rei seguinte, começou a reinar no 39º ano do reinado de Azarias (Uzias), em 719 (744 a.C. no calendário juliano/gregoriano) e reinou por dez anos em Israel.
O seguinte, Pecaías, começou a reinar no 50º ano de Azarias, em 708 (733 a.C. no calendário juliano/gregoriano) e reinou por dois anos.
O rei seguinte, Peca, começou a reinar no 52º ano de Azarias, em 706 (731 a.C. no calendário juliano/gregoriano).

Lemos na Bíblia que foram “acrescentados” mais 15 anos à vida do rei Ezequias, justamente quando a Terra inclinou dez graus nos seus pólos (2Rs 20:6-11); e de que Daniel afirmou que “Deus muda o tempo e as estações” (Dn 2:21).

Calendário:Juliano/Gregoriano                                                  
Antes de Cristo
606-537  cativeiro babilônico     (Dn 1:1,2 , 2Cr 36:6)
562         Joaquim é liberto do cárcere       (2Rs 25:27)
538         edito de Ciro II             (2Cr 36:21-23 , Ed 1)
537         Sesbazar,  governador de Judá  (Ed 5:14-16) 
523-517  Zorobabel reedifica oTemplo   (Ed4:24 6:15)
459         Esdras, sacerdote chega a Jerusalém(Ed 7:8)
446         Neemias, governador de Judá...(Ne 2:1 , 8:9)
                                       reis persas
559-530                        Ciro II  rei do império persa
530-522                            Cambises II rei da Pérsia
522-486      Dario I, filho de Histaspes,”  “      “        
486-465      Xerxes I,  filho de Dario I,  “  “      “        
465-425      Artaxerxes I Longimanus,  “   “      “
424-404      Dario II,   filho de Oxos,    “   “      “
404-359      Artaxerxes II Mnemon,       “   “      “
359-338      Artaxerxes III Ochos,         “   “      “
338-336      Arses,  .............................   “    “     “
336-331      Dario III Codomanos,         “    “     “
336-323      Alexandre Magno, rei da Grécia

                   reis egípcios               
323-285     Ptolomeu I Soter 
323-285     Ptolomeu I Soter
285-246     Ptolomeu II Filadelfos
246-221     Ptolomeu III Evergetes
221-204     Ptolomeu IV Filopator 
204-181     Ptolomeu V Epífanes 
181-145     Ptolomeu VI Filometor
181-145     Ptolomeu VI Filometor

reis selêucidas
312-281   Seleuco I Nicator
281-261   Antíoco I Soter
261-246   Antíoco II Teós
246-226   Seleuco II Calinicos
246-226   Seleuco III Ceraunos
223-187   Antíoco III o Grande
187-175   Seleuco IV Filopator
175-164   Antíoco IV Epífanes       
164-162   Antíoco V Eupator      
162-150   Demétrio I Soter
153-145   Alexandre I Balas          
145-139   Demétrio II Nicator
139-129   Antíoco VII Sidetes          
129-125   Demétrio II Nicator
                                                    
 reis hasmoneus (em Judá)
160-142    Jonatas (Macabeus)      
142-134    Simão   (     “          ) 
134-104    João Hircano I                   
104-103    Aristóbulo I                          
10 3- 76    Alexandre Janeu     
  76 - 67    Salomé Alexandra             
  67 - 63    Aristóbulo II
  63 - 40    Hircano II
  40 - 37    Antígono
reis idumeus (em Judá)
  40 a.C.-  4 a.C.  Herodes
tetrarcas e procuradores (em Judá)
4 “ “ -  6 d.C.  Arquelau
4 “ “ - 39” “   Herodes Antipas
4 “ “ - 34” “   Filipe
26 - 36 d.C.      Pôncio Pilatos
41 - 44 d.C.      Agripa I    (rei)                                                                                                           
48 - 52 “ “     Ventídio Cumano
52 - 60 d.C.   Antônio Félix
60 - 62 “ “    Pórcio Festo
62 - 64 “ “    Albino
64 - 66 “ “    Géssio Floro
66 - 74 “ “  1ª  revolta judaica
       70 “ “ queda de Jerusalém
       74 “ “ queda de Massada
50 - 100 “ “  Agripa II   (rei)
132-135 “ “   2ª  revolta judaica

reis romanos                                     
63 a.C.    Pompeu em Jerusalém      
29 a.C.- 14 d.C.  César Augusto          
14 “ “ - 37 “ “   Tibério                     
37 d.C.  - 41 d.C.  Calígula                         
41 “ “   - 54 d.C.   Cláudio                   
54  “ “  - 68 “ “   Nero                                  
68  “ “  - 69 “ “   Galba/Oto/Vitélio             
69  “ “  -  79 “ “   Vespasiano                         
79 “ “   -  81 “  “  Tito                                        
81”  “   -  96 “ “   Domiciano                            
96 “ “   -  98 “ “   Nerva                           
99 “ “   -117 “ “   Trajano
117 “ “  -138” “   Adriano

   
 Por que Israel tem dois calendários?

   Os israelitas saíram do Egito no dia 14 do primeiro mês do ano 1443 . Josué foi minucioso em aguardar por três dias, para cruzar o rio Jordão e entrar em Canaã no dia da Lua Nova, no dia 10 do primeiro mês do ano 1403ª.C. (Js 4:19) (que era o 41º ano do Êxodo).
Se o ano solar e o ano lunar iniciavam-se no primeiro mês do ano, na saída do Egito, em 1443 a.C. (Êx 12:12,2 , 13:4 , 34:18) por que, em 955 a.C. (1Rs 8:65 , 1Cr 7:10), os israelitas passaram a comemorar o seu Ano Novo no décimo dia do sétimo mês, e continuaram a comemorar o seu Ano Sagrado na primeira Lua Nova do ano, no primeiro mês? Isto será respondido ao longo desse livro.



Diferença entre a Cronologia Bíblica e o Calendário israelita
     Em 2010, os israelitas comemoram o ano 5770; mas pela Cronologia Bíblica estaremos no ano 6117.
    Desde a criação de Adão até ao nascimento de Cristo, decorreram 4107 anos, mais 2010 anos de Cristo até hoje.
    Há um erro aí, portanto, de 347 anos.
    Como se explica isto?

    Os comentaristas da Torá dizem que os 430 anos em que os
israelitas permaneceram no Egito (Ex 12:40) devem ser contados a partir do pacto que Deus fez com Abraão (Gn 15:13-18).
Este pacto foi feito em Canaã (Gn 15:16) quando Abraão tinha  85 anos em 2074 a.C. (Gn 12:4, 16:3).
     Dizem eles que os israelitas ficaram só 210 anos no Egito, e não 400 como diz sua Torá (Bíblia).
 Além disto dizem que, desde o nascimento de Isaque, em 2060 a.C., até a saída dos hebreus do Egito, em 1443 (Êx 12:40), transcorreram só 400 anos.  (*010). 

    Os israelitas saíram do Egito em 1443 a.C., logo, teriam se passado 631 anos, se prevalecesse esta tese judaica.

    Se fosse assim, como eles teorizam, a promessa de Deus, “de que a descendência de Abraão seria peregrina em terra alheia, e reduzida à escravidão, e afligida, por 400 anos” não teria se cumprido plenamente, pelo excesso de anos (Gn 15:13).
    Como já afirmamos acima, os 400 anos devem ser contados a partir de Efraim, quarta geração de Abraão, quando Efraim vai pra Canaã, em 1802 a.C. e toma posse da herança que Jacó, seu avô e “pai adotivo” lhe deixou em 1855  (Gn 48:5,14,16,19,20). 
    E o término destes 400 anos se dá quando os israelitas, comandados por Josué, vencem os seus inimigos e entram em Jericó e passam a ocupar Canaã, a partir de 1403 a.C. (ou seja: 1802-1443= 360 anos no Egito + 40 anos no deserto do Sinai).
    Também afirmamos acima que os 430 anos iniciam-se quando Jacó sai de Canaã, junto com a sua clã de 70 pessoas, e vai para o Egito, em 1872 a.C., e lá ficam; e sua descendência depois dele, até 1443 a.C., quando se inicia o Êxodo (Êx 12:40).
    Cremos que o calendário israelita inicia-se no início do Sétimo Dia (sétimo milênio da Criação), quando Abel foi morto por Caim, em 3981, ou quando nasceu Sete, em 3977 a.C.:
    Esta diferença de 347 anos entre estes dois calendários apura-se tomando-se por base o ano do nascimento de Sete:
    Os comentaristas israelitas, no afã de fazerem de dois resultados diferente em um só (400 e 430 anos) erram ao não se darem conta que são dois acontecimentos diferentes narrados.
    Dizem também tais exegetas judeus que o Calendário Israelita inicia-se com a criação de Adão, por Deus.
    Entretanto, não se pode comprovar isso, pois,  este calendário foi elaborado no ano 300 d.C. pelo último chefe (Nassi) da região da Palestina, Hilel Hasheni.
     É mais razoável que Hilel tenha iniciado este calendário datando o primeiro ano no nascimento de Sete, em 3977 a.C., pois, se assim não fosse, eles não seria um “povo de  Deus”, pois o “povo de Deus” inicia-se com Sete.

    Outro equívoco dos exegetas judeus é terem a  data inicial para a criação de Adão, como sendo o ano 3800 a.C.
Este equívoco dos judeus  faria com que o seu ano 5770 fosse o ano 5810 (desde Adão até Cristo = 3800 anos + 2010 = 5810).
Além do que dá uma diferença de 307 anos entre  a correta data da criação de Adão, 4107 a.C. e a datação deles em 3800.

     Hilel Hasheni iniciou a datação do Calendário Israelita tomando por base o ano do nascimento de Sete (o nascimento do “povo de Deus”) e se equivocou na data correta.
Ao invés de 3977 a.C. datou como sendo 3800 a.C. este nascimento de Sete. Este equívoco produziu um erro de 177 anos.
Some-se a estes 177 anos a diferença de 13 anos do equivocado ano do nascimento de Jesus (que se deu no ano 13 a.C. e não no ano 1 do calendário juliano/gregoriano) e teremos um total de 190 anos a menos na Cronologia Bíblica.

    Isto explicaria o porque de os exegetas  judeus quererem afirmar que os israelitas permaneceram só 210 anos no Egito ao invés de 400 (diferença de 190 anos) desmentindo a sua própria Torá e a Bíblia, que afirmam que foi de 400 anos.

     Conclusão: a contagem do Calendário Israelita inicia-se no nascimento de Sete, em 3977 a.C. e não com a criação de Adão.

O MUNDO FOI CRIADO HÁ DOZE MIL ANOS (9977 a.C-2023 d.C.)

  Na Cronologia Bíblica o ano 2012 será simplesmente o ano bíblico 6119, que se iniciou quando Deus criou Adão e Eva.
Entretanto, em termos de fenômenos cosmológicos, 2012 será um ano  em que haverá muita devastação na Terra, como o foi em 2004.
A causa disto é a ultrapassagem (trânsito) do plano da órbita da Terra, por Vênus, no ponto em que ambos estão em conjunção inferior, no seus periélios, e que é  também o ponto em que estão mais próximos um do outro, a cada 113,5 ou 129,5 anos.

   "Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento? ... pois eu te perguntarei, e tu me farás saber. Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dizes-mo, se tens entendimento.
Quem lhe pôs as medidas, se é que sabes?
Ou quem estendeu sobre ela (a terra) o cordel?
Sobre que estão fundadas as suas bases ou quem lhe assentou a pedra angular* (Jesus) (At 4:11, Sl 118:22) quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam (Mt 2:2,7,9,10), e rejubilavam todos os filhos de Deus? ..." (Jó 38:2-7).

*(Este texto testifica que Deus criou todas as coisas tendo como fundamento de tudo isso a sua  pedra angular (Jesus). Deus assentou esta pedra angular; logo, esta pedra já existia antes deste assentamento. Jesus já existia antes desta criação de Deus, pois Dele foi gerado (Jo 1:1). Jesus nos dias em que ele esteve entre nós, testifica que ele era essa pedra angular).
                                    
Perguntamos nós: acaso os cientistas, tão seguros de si mesmo, estavam lá, quando Deus criou todas as coisas?
Por que afirmam com tanta segurança que beira a arrogância, que a Terra tem milhões de anos, e até brigam entre si, para ver quem acrescenta mais milhões nesta suas contagens tolas e bombásticas, se não podem acrescentar um milionésimo de segundo à sua existência?
Se na Cronologia Bíblica, Deus que sempre e eternamente esteve, está e estará lá, nos revela que a Terra tem quase DOZE MIL ANOS (será em 2023, faltando doze anos para isso), quem são eles para contradizer o Criador?

CRONOLOGIA MILENAR BÍBLICA

9977 – 1000 = 8977 a.C.= Primeiro Dia ..(Gn 1:5)
8977 – 1000 = 7977 a.C.= Segundo Dia .. (Gn 1:8)
7977 – 1000 = 6977 a.C.= Terceiro Dia  (Gn 1:13)
6977 – 1000 = 5977 a.C.= Quarto Dia ...(Gn 1:19)
5977 – 1000 = 4977 a.C = Quinto Dia ... (Gn 1:23) 
4977 – 1000 = 3977 a.C =  Sexto Dia .....(Gn 1:31)

*4107 - Adão e Eva são criados por Deus .(Gn 1:26)

3977 – 1000 = 2977 a.C. = 7º Dia de Deus = 1º Dia do Homem

*3977 - nasce Sete, terceiro filho de Adão (Gn 5:3)

2977–1000 = 1977 a.C.= 1ºnovo Dia de Deus = 2ºDia do Homem
1977–1000 =   977 a.C.= 2ºnovo Dia de Deus = 3ºDia do Homem
  977–1000 =   023 d.C.= 3ºnovo Dia de Deus = 4ºDia do Homem
  023+1000 = 1023d.C.=  4ºnovo Dia de Deus = 5ºDia do Homem
 1023+1000 = 2023d.C.= 5ºnovo Dia de Deus = 6ºDia do Homem
 2023+1000 = 3023d.C. = 6ºnovo Dia de Deus = 7ºDia do Homem

No Sétimo Dia de Deus (3977-2977 a.C.) Deus não trabalhou e o santificou (Gn 2:1-3).
No Sétimo Dia do homem (2023-3023 d.C.) será a vez do homem não trabalhar, é sábado santificado ao Senhor... neste dia nenhum ser humano poderá trabalhar (se santificar) mais, pois terá vindo a noite quando ninguém mais poderá trabalhar (Jo 9:4)
Por isso Jesus nos alerta para que a nossa fuga (salvação) não se dê no sábado (Sétimo Milênio do homem) nem no inverno (Mt 24:20). Esta salvação tem que ocorrer antes disto.
Estes mil anos do homem na terra serão sombrios, sem sol e sem lua (Mt 24:29) , e portanto, serão dias muito frios, tal qual o inverno.


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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Os 144.000 israelitas que serão salvos em 2019

O tempo da grande tribulação    

    A grande tribulação será precedida pela destruição em um só dia da Igreja Romana, a Grande Babilônia, em consequência da queda sobre o Vaticano de um grande asteroide em 2014.
Ruirá a décima parte de Roma e 7.000 morrerão (Ap 11:13, 16:19, 17:5,9, 18:8).

   O arrebatamento da verdadeira Igreja (1Ts 4), aquela que está  dentro de nós, e que foi construída por Deus e não por mãos humanas (At 17:24, Hb 8:10-12), se dará em meio a grandes tribulações, como nunca houve desde o começo do mundo, e jamais haverá.
   Não tivessem os dias dessa tribulação sido abreviados ninguém seria salvo, mas por causa da misericórdia de Deus para com os seus escolhidos, esse tempo do fim foi abreviado, e o seu total de dias serão de 3,5 anos, ou seja: o mesmo tempo em que as duas testemunhas, chamadas também de dois profetas (o Novo e o Antigo Testamento) serão e estarão “mortas” ou proibidas (e em seu lugar vigorará a “Bíblia politicamente correta” ou anti-Bíblia),  (Ap 11, Mt 24:21,22 e Dn 12:1).

     Estas duas testemunhas pregaram e foram perseguidas por 1260 anos, e finalmente vencidas e mortas pela besta que surge do abismo (o império papal que é o oitavo rei, e atualmente pelo Movimento Nova Era),(Ap 11:3-12, Zc 4:6,14).
     Os crentes e as duas testemunhas (Bíblia) serão arrebatados aos céus, nesta segunda vinda de Cristo em 2019, e já não mais estarão nesta Terra.


Os 144.000 israelitas que serão salvos

   A crença entre os hebreus era a de que o mundo iria durar doze mil anos desde o primeiro ano da Criação do Mundo
   (12000 anos x 12 meses = 144.000 meses).

   Ou 6.000 anos, desde o nascimento de Sete, terceiro filho deAdão, em 3977 a.C. (quando se inicia o Sétimo Dia de Deus, ou o Primeiro Dia do Homem).

   Sete, que foi gerado como continuação de Abel (Gn 4:25) é o patriarca dos “filhos de Deus”.

   Cada dia de Deus é igual a mil anos do homem (2Pe 3:8).

   Seis dias de Deus = 6.000 anos do homem = 144.000 horas

    O apóstolo João, usou este número: 144.000 (doze mil israelitas de cada uma das doze tribos de Israel) para expressar a quantidade de israelitas que iriam ser salvos no fim dos tempos (Ap 7 e 14); ou seja: depois de 144.000 meses ou 12.000 anos em que o mundo foi criado (de 9977 a.C. a 2022 d.C.).

    João com este número de 144.000 israelitas salvos no fim dos tempos, está subjetivamente reconhecendo a validade da tradição judaica que acreditava que o mundo iria  durar 12.000 anos ou 144.000 meses.

    Esta tradição judaica se refere aos 400 anos  (anos que eram de 360 dias até 723 a.C.) ou 144.000 dias que os israelitas  foram afligidos e reduzidos à escravidão no Egito. (Gn 15:13-16).

    Deus selecionou um povo para si, dentre os semitas que seguiam a Sem (Melquisedeque), o seu sacerdote, para servir de
exemplo às nações, e fazer nascer do meio deles, o Salvador prometido, para todos os povos do mundo.
     Este povo foi gerado do semita Jacó (Israel); e multiplicou-se no Egito.
    Deus não pegou um povo pronto, e estabelecido confiante em uma terra sua mas, criou-os em meio às vicissitudes durante 144.000 dias ou 400 anos.
    Quando o sofrimento de seu povo chegou ao limite  do que podiam suportar, Deus os retirou do Egito, de modo fantástico: através do príncipe do seu exército celestial, Miguel, o anjo de Vênus/Noga;  e Vênus é a estrela de Jesus (Mt 2:2, Ap 22:16).

    Semelhantemente isto também ocorrerá agora com os cristão, pois, todo o Antigo Testamento era uma analogia ou sombra do que viria a acontecer com os seguidores de Cristo Jesus (Cl 2:17).

   Agora, de 2012 a 2019, quando este sofrimento se tornará insuportável para os crentes, Deus os retirará deste “novo” Egito... desta terra de perdição, através de Jesus e seu arcanjo Miguél (Vênus),(Dn 12:1-7), para a sua Canaã eterna.

    Confluirão entre os anos 2019-2022 estas 144.000 horas, 144.000 dias e 144.000 meses; e o significado de 144.000 é a salvação do povo de Deus.

    Os cristãos primitivos também acreditavam nisto, no milenismo, até ao ano 325, quando em Roma começaram a surgir cristãos-teólogos que se posicionaram contra esta tradição cristã-judaica, como foi o caso de Eusébio de Cesaréia.

    Depois da vinda de Jesus em 2019, não haverá mais nascimento, exceto a de 144.000 israelitas castos, que são os 12.000 selados de cada uma das 12 tribos de Israel, e que nascerão de modo imaculado entre 2019 e 2022 (Ap 7 e 14); e isto é um mistério na Igreja (Rm 11:25-32).

    Estes 144.000 israelitas nascerão depois que a plenitude dos gentios se converterem a Cristo, até meados de 2014, ocasião em que as duas testemunhas (a Bíblia) serão mortas (proibidas) (Ap 11) .

    De 2044-2089 estes 144.000 castos, com Jesus, governarão com o rigor da Lei (cetro de ferro) sobre milhões de condenados que ficarão aqui na Terra (Sl 2:9, Ap 19:15, Dn 12:11).
Este também é o tempo em que o Senhor Jesus habitará em Sião para expiar o sangue dos que não foram expiados (Jl 3:21).
São eles, os 144.000 israelitas redimidos entre os homens; primícias de Deus e de Cristo; que cantam um cântico que ninguém pode aprender; e, em suas bocas não se achou a mentira; pois, como Jesus, eles não tem mácula (Ap 14:4,5).

Eles são imaculados e bem-aventurados (Ap 14,  Dn 12:12); e como Enoque, Deus e Cristo os tomam para si (Gn 5:24).

    Depois da arrebatação da Igreja em 2019, só este remanescente de Israel é que será salvo, no fim dos tempos.
  
   “Ainda que o número dos descendentes de Jacó (Israel) seja (muito numeroso) como a areia do mar, o remanescente (estes 144.000 israelitas) é que será salvo...
Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado alguns sobreviventes, já nos teríamos tornado como Sodoma e semelhante a Gomorra”  (Rm 9:27,29 e Is 1:9).

     Equivocam-se aqueles cristãos que acham que haverá salvação para a plenitude de Israel quando eles virem Jesus vindo nos ares, em 2019, para buscar a sua Igreja.
     Assim como os gentios, nenhum israelita será convertido nesta vinda de Jesus ou depois dela, exceto estes 144.000 israelitas castos e imaculados que nascerão entre 2019 e 2022, e que é um mistério na Igreja.

    Em 2089 estes 144.000 israelitas, completarão os 1335 anos previstos para o “Israel carnal” (Dn 12:11) e subirão aos céus com Jesus; e todos os ímpios que estiverem na Terra perecerão. 
   
    Depois, estes ímpios ressuscitarão pouco antes do fim do milênio, em 3022, para a guerra final contra o acampamento do povo de Deus, que os estará esperando em Jerusalém, afim de que se cumpra o último desígnio de Deus para com eles... a sua condenação. Eles serão derrotados e lançados no inferno eternamente (Ap 20:5-14).

754-2014 = 1260 anos para a salvação dos cristãos (Ap 12)
754-2044 = 1290 início do cetro de ferro (Dn 12:11, Ap 19:15)
754-2089 = 1335 término do “    “    “    (Dn 12:12)

     A arrebatação da Igreja se dará em 2019; e o fim dos tempos se dará em 2022, quando a criação do mundo completará 12000 anos de existência  (ou 144000 meses).

Haverá ainda mais mil anos, 2023-3023, de terror e morte na Terra para os condenados ao fogo eterno, e glórias no céu para os discípulos de Jesus.


Onde se localiza a Igreja?

    Deus não habita em templos e igrejas construídos pela mão do homem, por mais magnífica e suntuosa que seja. Ele quer habitar no coração do ser humano. (At 17:24, Hb 8:10-12).
Ali Ele quer fazer a sua morada. Jesus diz: “o reino de Deus está dentro de vós” (Lc 17:21),
“porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18:20).

    O apóstolo Paulo ensina: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém
destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co 3:16,17).
    E Paulo diz quem tem o Espírito de Deus: os que estão em Cristo (Rm 8:1-11), e diz como é edificado este santuário em nós, pelas mãos de Deus e não por mãos humanas:

   “Porque esta é a (nova) aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias (quando Jesus subiu aos céus e enviou o Espírito Santo), diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.
E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior...” (Hb 8:10,11).

   “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros...” disse Jesus. (Jo 15:16).

    Até ao tempo da crucificação, morte e ressurreição de Jesus, o reino de Deus era tomado por esforço pessoal, ou seja, uma pessoa se salvava tendo fé na Palavra de Deus e tentando cumprir a lei de Moisés (Mt 11:12-13).
    Depois de Cristo, tudo isto é vão. Uma pessoa se salva se for escolhido por Cristo. Sendo assim tudo lhe é ensinado por Deus.

    Jeremias diz: “Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor... Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor” (Jr 17:5,7).
   O salmista diz:
“Não confieis em príncipes nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó;
nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios (Sl 146:3,4).

    Conclui-se que a salvação não está em pessoas (pregadores), igrejas, templos e denominações, mas, em Deus, quando nos escolhe e habita em nosso santuário, dentro de nós mesmos.


Jerusalém,  o centro do verdadeiro cristianismo

   “Virá de Sião o Libertador”(Rm 11:26)  ...
   o Senhor habitará em Sião, Judá será habitada para sempre e Jerusalém, de geração em geração (Jl 3:20,21) ... 
   ela (Jerusalém) será chamada Senhor, Justiça Nossa (Jr 33:16) ... 
   a glória da nova Jerusalém (Is 60) ... Jerusalém, a noiva do Senhor (Is 62) ... a felicidade eterna de Sião (Is 66:10-20)...
   Orai pela paz de Jerusalém. Sejam prósperos os que te amam” (Sl 122:6).

    Jerusalém por 1900 anos ficou nas mãos dos ímpios.

    Desde 11/06/1967 começou a ser retomada  pelo povo de Deus, na “guerra dos seis dias”, em que os israelenses venceram a coalizão árabe: Egito, Síria e Jordão, abastecida pela União Soviética uma superpotência como os Estados Unidos, capaz de meter medo em qualquer um, mas não em um povo cujo Deus é o Senhor.
     Em 1980, Israel fez de Jerusalém a sua capital, contra a resolução da O.N.U que o impedia de fazer isso.
     Embora em 1995 o Congresso dos E.U.A. tenha reconhecido Jerusalém como capital de Israel, o presidente Bush vetou.
     Mas os israelenses continuam no firme propósito de transformar Jerusalém, a Cidade Santa, em sua capital e de ninguém mais, e certamente o conseguirão em breve, até 2019.
     A profecia de João (Ap 11:2-6) ratifica e complementa a profecia de Daniel sobre as 2300 tardes e manhãs  (Dn 8:14).
     A de Daniel vai do ano 286 a.C. até 2014 d.C. mas é mais dirigida aos israelitas.
     Já esta de João, é mais dirigida aos cristãos e vai de 754 a 2014 (1260 anos).

     Por 42 meses (1260 dias que é igual há 1260 anos) os gentios iriam calcar aos pés a Cidade Santa, profetizou João.
     Nesse período as duas testemunhas (Antigo e Novo Testamento) profetizariam, ou seja, ensinariam a Palavra de Deus (Ap 11:2-6).
     Quando tiverem concluído o testemunho que devem dar, a besta que surgiu do abismo, ou seja, a mulher/igreja que está assentada nos sete montes em Roma (Ap 17:8,9) pelejará contra estas duas testemunhas e as vencerá e a matará (Ap 11:7,8).
     E o cadáver (o correto ensino da Bíblia) destas duas testemunhas ficará estirado na praça ( praça de São Pedro, no Vaticano) desta grande cidade que, espiritualmente se chama Sodoma e Egito (Roma), onde também o Senhor destas duas testemunhas foi crucificado (foi crucificado através de centenas  de cristãos martirizados em Roma).
     Mas depois de três dias e meio (três anos e meio) virá um espírito de Deus e penetrará nestas duas testemunhas e elas subirão para os céus (dando por encerrado a sua missão neste mundo).
    Haverá então, um terremoto que destruirá a décima parte da de Roma e matará sete mil pessoas (Ap 11:7-13). Sobre o Vaticano, sede da Igreja Católica, cairá um asteroide.    Jerusalém é o centro do verdadeiro cristianismo, e não Roma, que como os próprios romanos diziam “se existe inferno, Roma  está no meio dele”.
    Bem ao contrário do que diziam os israelitas:
    “Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se não me lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria...” (Sl 137).
    Roma tem sua origem nos edomitas, os descendentes de Esaú.
    No ventre de Rebeca, mulher de Isaque, havia duas nações em luta: Jacó (patriarca dos filhos de Deus) e Esaú (patriarca 
dos filhos do mundo) (Gn 25:20-23).

 Até 2300 anos o santuário será purificado.

    Daniel teve uma visão, em 546 a.C., no ano terceiro do vice-rei Belsazar em que vê o nascimento e o ocaso do império medo-persa; o nascimento do império de Alexandre Magno e a sua divisão em 4 reinos: Egito, Síria/Palestina, Grécia e Roma.
    E do império romano sairia o império papal, que cresceria até atingir o “exército dos céus”. Engrandecer-se-ia tanto este poder papal, ao ponto de se comparar ao “príncipe do exército”, e dele lhe tirar o sacrifício diário e deitar abaixo o lugar do santuário (a alma do crente), e se ostentaria como se fosse o próprio Deus.
E esse poder romano e depois papal, duraria 2300 tardes e manhãs, que em linguagem bíblica quer dizer 2300 anos (Dn 8, 2Ts 2:3-12,  Ap 17:7,9,18).
    Em 286 a.C. os romanos se tornaram imperialistas.
    Em 754 d.C. os papas sucederam este Império, ao se tornarem um governo terreno.
    Em 2014 esta profecia estará consumada, e num só dia este poder papal será destruído (Ap 17 e 18).


A blasfêmia da Igreja Romana

*Vaticano significa “vaticínio, prognóstico, casa de doadivinhos” na antiga língua s etruscos, o que sempre foi bem apropriado para a Igreja Romana: centro de “milagres”, misticismo, necromancia (consultas a mortos) e futurologia (visões).
    Estas coisas são proibidas por Deus (Dt 18:10,11, Lv 19:26 e 20:6).

    Roma era conhecida dos apóstolos como “a grande Babilônia  do Ocidente: mãe das meretrizes e das abominações” (Ap 17:5), e ela, por analogia, se comparava a Sodoma e Egito (Ap 11:8).
    Diz-se que é Sodoma por causa da sodomia (homossexualismo). E Egito por causa da idolatria e a intensa superstição religiosa, reinantes em Roma.

"Depois (dos imperadores romanos) se levantará um homem vil, que não tinha dignidade real (não fazia parte da sucessão romana dos reis); mas virá na calada, e tomará o reino com intrigas"   (Dn 11:21).
     Os papas tomaram o império romano do ocidente na calada dos acontecimentos históricos, por meio de intrigas e conchavos.
     A própria instituição dos "territórios papais" ou o Estado Papal na Itália, em 754, foi feito através de uma falcatrua: o rei Pepino o Breve forjou documentos em que o imperador Constantino IV  (já morto) doava à Igreja Romana estes territórios na Itália.
   "(este rei, que biblicamente é o papa) proferirá palavras contra o Altíssimo" (Dn 7:25) ... "fará segundo a sua vontade, e se levantará e se engrandecerá sobre todo deus; contra o Deus dos deuses falará coisas incríveis e será próspero, até que se cumpra a indignação (de Deus) no tempo determinado (tempo do fim)." (Dn 11:36)... "se assentará no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus." (2Ts 2:4).

    O imperador Calígula, entre 37-41 d.C. mandou transporta,do Egito para Roma, o obelisco de 320 toneladas que estava em Heliópolis, que era dedicada ao deus sol.
     Ele mandou alevantar este obelisco em seu circo no monte Vaticano (onde se situa hoje a catedral de São Pedro, erigida pelos papas); circo este  que foi usado pelos imperadores romanos para assassinar a centenas de cristãos (Ap 11:8) .
    Em 1586, o papa Sixto V mandou remanejá-lo para o seu lugar atual, defronte a catedral de São Pedro, e decretou pena de morte para os trabalhadores, se acontecesse algum acidente que danificasse este obelisco, durante este remanejo.
    Na ponta do obelisco, a céu aberto, foi posto um crucifixo que está ali até hoje. O obelisco entre os babilônios e egípcios, representava o falo (pênis) que apontado para o sol simbolizava a fecundidade masculina .
  - Até quando o Senhor Deus suportará esta blasfêmia romana ?
  – Até 2014.

    "Não levantarás COLUNA ao qual o Senhor Deus odeia"  (Dt 16:22).

     Estas colunas (postes ídolos) serão derrubadas, e sobre elas o Senhor Deus  lançará o cadáver desses idólatras sobre os destroços destas colunas (Lv 26:30).
     Estas imagens tinham um simbolismo fálico:
O Sol no Egito era considerado o gerador da vida, e esta coluna (o pênis) com sua ponta direcionada para ele, o Sol, absorvia esta energia geradora para si, e mantinha ereto o pênis do devoto que a apalpasse.

Na Babilônia, esta coluna tinha a finalidade de gerar ciúmes no deus Tamuz (excita-lo), a fim de transmitir esta excitação ao homem, através destas colunas.
  Os israelitas, copiando os babilônios, tentaram enciumar o seu Deus também (Ez 8:3,5,14) e estas colunas tem que ser derrubadas e destruídas (Is 27:9, Os 10:1-2, 2Rs 10:26).

Roma: a nova Babilônia do Ocidente

     A História de Roma se divide em três períodos:
1) a Monarquia de 753 a 509 a.C.
2) a República de 509 a 27 a.C. e
3) o Império de 27 a.C. a 476 d.C.    
     Por duzentos anos, de 472 a 272 a.C. os romanos lutaram para consolidar um Estado Romano em toda a península itálica, até que conseguiram em 272 a.C.
A partir desse ano, Roma se transformou numa respeitável potência.  
    Mas isto se deve as grandes reformas sociais que se verificaram a partir do ano 366 a.C. quando os plebeus tiveram acesso ao consulado, que era reservado só aos patrícios, graças as Leis pleiteadas pelos tribunos plebleus: Licínio e Sextio
.
    Em 286 a.C. os plebeus continuaram reivindicando melhores condições sociais, e pela Lei Hortência, passaram a fazer parte, junto com os patrícios, dos comícios, que votavam as Leis (plebiscito) e elegiam os Magistrados que faziam as Leis, e também passaram a ter acesso ao Senado.
A partir de então passou a ocorrer o comício das tribos ou assembleia tribal, com a participação de patrícios e plebeus.
     Isto foi o propulsor que levou Roma a conquistar toda a península itálica em 272 a.C. e depois o mundo.
     A Igreja Romana, como sucessora do império romano, estabeleceu estas mesmas leis em sua organização eclesiástica, e a partir de 754 d.C., quando se tornou um Estado, após, de modo fraudulento, ter se apossado de grandes territórios na Itália, veio também a dominar o mundo ocidental .

   “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos...
Por isso, em um  só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte,  prantos e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou” (Ap 18:4,8 , Dn 7:26).

    A Bíblia na Nova Tradução da Linguagem de Hoje (NTLH), feita pela Sociedade Bíblica do Brasil, mudam o sentido deste texto para: “Saiam dessa cidade, meu povo! Saiam todos dela...”
    O apóstolo João não está dizendo para os cristãos saírem de uma determinada cidade, mas, para que saiam de uma determinada igreja, que pratica coisas abomináveis.

    Igreja esta que se assenhoreou da herança de Cristo (1Pe 5:2,3) monopolizando-a para si, e ensinando uma gama enorme de falsas doutrinas, como foi na antiga Babilônia, e  assim, escravizando a todos os cristãos que se deixam iludir por ela.

    João está se referindo sobre uma falsa Igreja Cristã em Roma que estava nascendo (baseados nos falsos ensinos de Simão, o mágico), ou, na melhor das hipóteses, sobre a lamentável e decadente condição espiritual da futura Igreja Católica Romana, que foi instituída no ano 325 pelo imperador Constantino Magno (quando ela se solidificaria e se apossariam
da herança de Cristo).

     Roma, no ano 100, era uma cidade esplendorosa, cheia de mistérios, superstições e misticismo do Egito e da antiga Babilônia, bem como, moralmente, assemelhava-se a Sodoma e Gomorra (Ap 11:8).

    João não está se referindo a cidade de Babilônia,  mas, fazendo um paralelo entre o sintetizar de diversas doutrinas
demoníacas praticadas em Babilônia, em 538 a.C. e em Roma no ano 100 d.C., e que isto seria uma constante até ao fim dos tempos.

     João profetizava sobre a Roma dos papas, os anticristo que seriam e viriam. Destes papas em Roma que se assentam no santuário de Deus (no coração dos  católicos) e se ostentam como se fosse o próprio Deus (2Ts 2:3-11 , Ap 17).

     Quando João profetizou isso, por volta do ano 100, Babilônia era já uma cidade em ruínas, e que inexistia três séculos depois, quando foi definitivamente elaborado e aceito  o cânon do “novo testamento” (no Sínodo de Roma em 382, e no de Cartago em 397).

    “Retirai-vos dela, povo meu...” é uma ordem de Cristo para que todos os que creem nele, e estão na Igreja Romana, se retirem dela, em todo o mundo ... para não serem cúmplices nos pecados (por culpa ou por omissão) de seu clero que assassinou  um milhão de cristãos na Inquisição (através de seus asseclas), na Idade Média, que ousaram discordar desta Igreja, bem como de judeus que não quiseram se converter ao catolicismo.
Além da pedofilia que seu clero praticou e pratica, arruinando a vida de milhares de crianças e jovens até hoje.

     E com isso, retirando-se dela, tais cristãos tementes a Deus, não participarão dos flagelos que virá sobre ela.


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sábado, 5 de novembro de 2011

Numerologia: o significado dos números na Bíblia

Melquisedeque e a astronomia

    Jó tinha conhecimentos astronômicos, na sua época, que só 3400 anos depois dele, foram conhecidos por Galileu Galilei, como foi o caso da redondeza da Terra e que ela paira no espaço sideral; e sabia que uma estrela era diferente de um meteoro (Jó 37:12 , 38:31-36).
     Estes conhecimentos só poderiam advir de alguém que tenha tido idade suficiente para ter observado os céus por centenas de anos e registrado estes fenômenos e passagens dos astros.
     E essa pessoa foi Sem (Melquisedeque) que viveu 600 anos.

    Sem viu 7 passagens do cometa Halley, viu 75 ciclos octogonais de Vênus/Terra, viu 7200 luas novas, viu o Dilúvio e o nascimento do arco-íris; viu Sodoma e Gomorra serem destruídas por Júpiter (Amon) e viu muitos outros fenômenos cosmológicos; e ensinou isso e a história do Gênesis a Jó e a outros não mencionados.

     Jó foi contemporâneo de Jacó (2001 a 1855 a.C.), Esaú e do temanita Elifaz, e viveu na terra de Uz, portanto, no século 18º/19º a.C.
     Jó era horeu, e certamente não era israelita, embora o judaísmo tenha o Livro de Jó entre os seus livros sagrados.
     Jó era sacerdote do Deus Altíssimo, segundo a ordem de Melquisedeque, pois, ele tinha, como Noé e Abraão, o poder de bendizer e amaldiçoar; de oferecer holocaustos a Deus e de interceder em oração pelo povo (Jó 1:1,5,6,21,  2:9,11,  3:1-8,  42:7-9).

Numerologia: iniciou-se com Melquisedeque

    Melquisedeque era o nome real e de sacerdote, de Sem.
    Sem era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 9:26 e 14:18).

    Que “Altíssimo” era este?- Era um Deus que estava muito alto nos céus, e que causava temor nos semitas, a ponto de Isaque o chama-lo de Temor (Gn 31:42, 53).
    Este Deus era o Deus das milícias celestes, e a estrela mais destacada desta milícia era Vênus, a mais brilhantes e altíssima das estrelas do firmamento, que causava temor em todos os povos.

    Das observações astronômicas de Sem (Melquisedeque) nutriram-se todos os povos, mas os ímpios corromperam e fizeram mau uso deste ensino. 

    Os magos vindos do Oriente (Babilônia), seguindo a estrela de Jesus (Vênus) vieram a Belém para adorar ao menino Jesus.
Os magos tinham conhecimento desta astrologia e numerologia de Melquisedeque, e usaram desta ciência para identificar a Jesus como o Cristo prometido (Mt 2:2, Dn 1:20,  2:48).

    Paulo, no Novo Testamento, enumera as imagens de homens, de aves, de quadrúpedes e répteis que os ímpios idolatravam, mas não menciona os astros, como objetos de culto contrários a Deus. (Rm 1:19-23, 1Co 1:18-22).
Os astros eram considerados corpos celestiais, enquanto que, os mencionados acima são corpos terrestres (1Co 15:40,41). 
A confecção e culto a imagens de astros também é proibido na Bíblia (Êx 20:4,5), mas, os israelitas consideravam os arcanjos Miguel (Vênus), Gabriel (Marte) e Rafael (Saturno) como entes enviados de Deus.

    A numerologia e a astronomia (antiga astrologia), como estudos e o uso disto para glorificar a Deus, não é condenada na Bíblia; porém, também nisto os ímpios corromperam ao tornarem estes estudos uma obsessão; mais uma de suas idolatrias: uma mania de números para explicar tudo, sem Deus, visando com isso, a serem adivinhos e prognosticadores de coisas por acontecer.

   Houve também falsos videntes israelitas, quando acertavam os seus prognósticos, baseados em sinais e prodígios (de astros, certamente), desviavam o povo para adorarem a estes astros fazendo deles novos deuses. E isto era e é considerado rebeldia contra o Senhor (Dt 13:1-5 e 32:17 ).

    O estudo da astronomia na Antiguidade era basicamente um estudo calcado em números; e estes números estão ligados ao movimento corriqueiro dos astros e aos acontecimentos resultantes destes movimentos. E quando bem interpretados estes dados, possibilitavam interpretar o que iria acontecer.

    Todos os profetas hebreus, além das Escrituras Sagradas, conheciam e discerniam os acontecimentos (passados, presentes e futuros) das milícias celestes que Deus lhes dava a conhecer, através de suas criaturas, os astros.
O maior deles foi Isaías, mas estes conhecimentos astronômicos adquiridos vieram-lhe da soma de observações de muitos outros videntes antes dele, sendo que Melquisedeque foi o primeiro.
     Estes conhecimentos, não conduziram estes videntes-astrólogos hebreus à idolatria e superstições, porque lhes limitavam, nestas ciências, o temor de Deus.
     A presença de Deus através de sua palavra nas Sagradas  Escrituras, eram para estes profetas, o limite entre o verdadeiro conhecimento astrológico e a fantasia enlouquecedora dos ímpios, como acontecia com os babilônios (Is 47:10-13).

    Tanto o profeta Daniel, como João e o evangelista Lucas, disseram que no fim dos tempos, haveria, dos filhos de Deus, sábios que saberiam discernir e interpretar os acontecimentos  desses dias finais (Dn 12:9,10, At 2:17  Ap 13:18).
     Deus não proibiu o dom de vidência (discernimento) no seu povo, se feito em torno de sua Palavra, pois, se fosse assim, não teria havido profetas em Israel, e nem entre os cristãos (a visão do Apocalipse, é vidência, que leva em conta também os astros).

Numerologia: o significado dos números

   “Destes mesmos dias fez Deus a uns grandes e sagrados e a outros pôs no número de dias comuns... ao homem também Deus distinguiu: a uns abençoou e exaltou; a outros santificou e tomou para si; e a outros amaldiçoou e humilhou, e expulsou-os, depois de tê-los separado ... Considera assim todas as obras do Altíssimo. E as acharás duas a duas, e uma oposta à outra”.
   “A Lua em todas as suas revoluções, é a marca dos tempos e o sinal  das épocas. Os dias de festa são determinados pela Lua ...
É farol das milícias celestes; brilha gloriosamente no firmamento dos céus.”  (Eclesiásticos 33:8-15,  42:23-26, e 43:6, na Bíblia Vulgata).
    “Dispuseste todas as coisas com medida, número e peso” diz Agostinho de Hipona (Santo Agostinho)  
   “Ao fim de cada sete anos, farás o ano sabático. E este é o modo do ano sabático”
(*O oitavo ano está implícito em Dt 15:1 conforme a Torá).

     Ao fim de cada 48 anos, encerrava-se estes três modos de calcular o tempo.
     Isto foi assim de 1443 a 712 a.C., quando então houve a reforma do calendário pelo rei Ezequias (2Cr 30:2,10):
          
            Sol ...........48 anos de 360 dias ................ = 17.280 dias
           Vênus ...... 30 anos sinódico de 576 dias  = 17.280 dias
           Lua     (48 anos )  576 meses x 30 dias     = 17.280 dias

  • em 963 a.C. Salomão começou a edificar o Templo de Jerusalém, 480 anos depois do Êxodo em 1443 (1Rs 6:1). 
Isto implica que era o 10º aniversário dos ciclos de 48 anos de Vênus/Terra.
     Em 723 a.C. os dias do ano solar passaram a ter mais cinco dias, de 360 para 365 dias, houve um excedente de 60 dias em doze anos, de 723 a 712 a.C. quando então Ezequias começou a reinar em Judá.
     Os exegetas dizem que Ezequias acrescentou mais um mês ao ano, e  comemoraram a Páscoa no segundo mês, ao invés de no primeiro (2Cr 30:2).
   
Depois, de 722-557 a.C., o mês lunar passou para 30,4167 dias; e o ano solar para 365 dias e o ano  de Vênus para 584 dias:
                     Sol .......48 anos x 365 dias ...........................  = 17.520 dias
                     Vênus...30 anos x 584 dias ..........................   = 17.520 dias
                     Lua: 48 anos = 576 meses x 30,4167 dias   = 17.520 dias

Depois de 557 a.C. o mês lunar passou para 29,5209 dias e o ano solar para 365,25 dias e o ano de  Vênus para 583,92 dias:     
                     Sol .......... 48 anos x 365,25 ................. = 17.532,0  dias
                     Vênus ..... 30 anos x 583,92 ................. = 17.517,6  dias
                     Lua:48 anos = 576 mês x 29,5209 ..... = 17.004,0  dias

*  Depois de 557 a.C.  o ano lunar passou para 354,25 dias este acerto de calendários não teve mais sentido.

     Na Bíblia, dos cinco primeiros livros (Torá) um chama-se “Números”; e o livro da Cabala, surgido no 3º séc. d.C. e que dá significados para os números, é muito prestigiado.

Anfictionia
     Na Antiguidade o agrupamento de 6, 12, 18 e 24 patriarcas de um mesmo clã, em torno de um santuário, constituía-se na maioria das vezes, na formação e manutenção de um povo, tribo ou nação  (ver final do capítulo “52 ano, o Anjo do Senhor”).
     A estas alianças, os antigos gregos deram o nome de anfictionia, exemplo disso foi a aliança pilaico-délfica de Apolo, primeiramente constituída de 12, mais tarde de 24 membros.
     Outra foi a aliança de 12 tribos jônicas em torno do Panionion, consagrada a Posêidon, na qual uma das tribos teve de ser expulsa para manter o número 12.
     Também a dodecápole em Acaia, igualmente com um culto comum a Posêidon; e por fim, os 12 povos da Etrúria com o santuário de Voltumna junto ao lago Bolsen .
    O reino de Argos nasceu com os netos de Abraão, e Ínaco foi  
o  seu primeiro rei, e foram geradas onze gerações depois dele, perfazendo, então, doze gerações do pai de Ínaco, a saber:
Ínaco, Foroneu, Apis, Argos, Criaso, Forbas, Jasão, Esteleneu, Tríopa, Danao, Micenas, Agamenon (*055).
     São enumerados doze descendentes de Adão, a partir da descendência de Sete até ao Dilúvio, que ficaram conhecidos como sendo os "filhos de Deus" (Gn 6:2).
(Sete, Enos, Cainã, Maalaleel, Jerede, Enoque, Matusalém, Lameque, Noé, e Noé gerou três filhos: Sem, Cam e Jafé, que vieram a constituir, cada um, uma nova anfictionia).
     Ismael, filho de Abraão e Hagar, gerou 12 filhos (1Cr 1:29-31).  
     Cinco foram os filhos de Sem, e com Sem, foi de seis a sua clã.
     Jacó teve doze filhos e uma filha, Diná, que gerou a Bela, e Bela foi enumerado como filho de Benjamim para que não houvesse 13 tribos de fato.
    São estes que formaram as 12 tribos de Israel: Rúben, Simeão,Levi, Judá, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim.
     Naor, irmão de Abraão, teve doze filhos (oito com Milca, e quatro com Reumá, sua concubina (Gn 22:20-24).
     Cam gerou quatro filhos, e Cuxe, seu primogênito gerou mais oito, de modo que, a clã de Cam era de doze filhos.
Dessa clã saiu Canaã, que gerou onze filhos, e com ele, a sua clã totalizava doze filhos (Gn 10).
     A clã de Jerameel, primogênito de Hezrom (primogênito de Perez, filho de Judá) era de seis filhos e mais doze netos e bisnetos (1Cr 2:25-35).
     Sesã só teve filhas, e de uma de suas filhas, dado por esposa a Jara,  o egípcio, seu servo, que gerou Atai, e Atai gerou a Natã e mais onze gerações seguintes, que totalizaram doze gerações (1Cr 2:36-41).
    Os descendentes de Noé tiveram o cuidado para que as pessoas muito importantes de seu povo, tivessem a quantidade de seis letras em seus nomes, como foi o caso de:
Kenáan (Canaã), Nachór (Naor), Térach (Terá), Charan (Harã), Abraão, Israel, Reuben (Rubem), Iossêf (José), Efráim, Betuel, Rachel (Raquel), Rebeca, Meléch (rei), Tsédec (casa da justiça), e Shalém (“o Deus de Shem” – Gn 9:26).

    Deus mudou o nome de Abrão para Abraão, "Gn 17:5" e de Jacob para Israel “Gn 32:28” e isto também dá seis letras.
    O nome de Shem (Sem), como sacerdote-rei, era Meléch-Tsédec (Melquisedeque), portanto duas vezes o seis, ou no total doze.
    O próprio Shem foi chamado de Shalém (Salém), e no meio destas letras acrescentou-se “al” (Deus), e isto dá seis letras.

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   Corpos celestiais e corpos terrestres.

  “ Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres.
Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferença de esplendor”  (1ºCoríntios 15:40,41).
 Até o 4º século a.C. não havia distinção entre astros, a não ser pela sua grandeza e luminosidade.
Sol, estrelas, lua, planetas, asteroides eram tudo chamados de astros.
Foram os gregos os primeiros a classifica-los e distinguilos conforme a terem ou não luz própria; e a serem ou não o centro de uma comunidade de astros, em que tais astros circulavam a sua volta.
Estas classificações passaram a ser aceitas na Judéia, em torno do ano 50 d.C. conforme se presume deste ensinamento de Paulo citado acima.

Os povos da Antiguidade, tanto os judeus (e os primeiros  cristãos) quanto os gentios (pagãos) acreditavam que os astros (Sol, Lua, planetas, estrêlas) tinha vida anímica  (dotados de alma e capazes de agir segundo uma finalidade).

Os gentios (pagãos) consideravam estes astros como deuses,
já os judeus e os primeiros cristãos, os tinham como anjos de de Deus.

Os principais anjos para os judeus e os primeiros cristãos eram  sete: o arcanjo Miguel (Vênus), Gabriel (Marte), Rafael (Saturno), Uriel (Seth, Apep: planeta destruido X4), Baliel (Júpiter), Ithuriel (Mercúrio), Amitiel (Netuno). 

Tais astros ou "anjos do Senhor"  desciam a Terra, travestidos de homens alados (corpos espirituais) para uma determinada missão, como vemos na Bíblia, por exemplo: quando Gabriel toca e fala com Daniel (Dn 9:21, 10:12) e quando Miguel e Gabriel falam com Cristo (Dn 12:5-7).
O anjo Gabriel falou com o sacerdote Zacarias  e depois foi levar as boas nova à Maria, mãe de Jesus (Lc 1:11, 26).
 O Senhor Deus (Cristo Jesus) e mais os dois principais anjos seus, Miguel e Gabriel, apareceram e falaram com Abraão, travestidos de homens espirituais (Gn 18:2).

Até ao cativeiro babilônico os judeus não tinham nomes definidos para estes sete anjos, como os tinham os babilônios. Depois do exílio, passaram a nominar os seus anjos e identifica-los com os planetas, na tradição judaica.
Os deuteronomistas (sacerdotes e escribas judeus) foram os responsáveis por uma forte oposição à astrologia e a numerologia dos povos gentios (pagãos) a partir do 5º séc. a.C., pois, corriam o risco de o judaismo ser engolfado pelo zoroastrismo (a religião oficial do Império Persa), e conservaram somente as designações Miguel, Gabriel e Rafael nas Escrituras Sagradas, sem relaciona-las com os respectivos planetas.

  E para isso, basearam-se no Pentateuco (os cinco primeiro livros da Bíblia, chamados também de Torá), das quais as principais passagens sobre isso é Dt 17:3,  Lv 26:30  que proibia os judeus de consultarem os astros e de fazerem prognósticos e adivinhações, como resultados destas  consultas.

 Deus não proibiu o estudo astrônomico. Deus proibiu foi o culto, a adoração e a consulta (o falar e ouvir) aos astros.

Na Antiguidade a astronômia era chamada de astrologia. E nesta astrologia misturavam-se a "lógica" ou a razão do movimento dos astros, com a religiosidade e a história.
Hoje, há diferença fundamental entre Astronômia e Astrologia.
E é esta Astrologia praticada hoje  (quiromância, necromância, tarô, prognósticos, adivinhações, bruxarias, paranormalidade, telepatia,  etc.) e que no passado estava misturado com a ciência astronômica, que Deus proibe e condena.

Querubim é um dos anjos mais brilhantes, simbolizado no firmamento pelo astro que mais brilha, depois do Sol e da Lua, visto da Terra, que é a Estrela da Manhã  ou Vênus (Noga).
Esta era a estrela de Jesus, que também era chamada de estrela de Jacó,  estrela de Davi, e Miguel  pelos israelitas (Mt 2:2, Ap 22:16, Nm 24:17, Jó 38,6,7, Is 9:2, Lc 1:79, Dn 10:13 , 12:1).
O caminho ou o tempo de vida que o homem tem para  crer em Deus e conhecê-lo está estipulado entre 1-80 anos (Sl 90:9-12).
Este também é o tempo, de 75 a 79 anos, que o cometa Halley descreve a sua  órbita, em torno do Sol.
Ele é espada revolvente, a que guarda o caminho da árvore da vida (Gn 3:24).

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Melquisedeque era Sem, filho de Noé

Melquisedeque era Sem

  “... primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz: sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote eternamente.” (Hb 7:2,3)
    Cristo Jesus veio a ser o precursor de um sacerdócio, perfeito, imutável e eterno, segundo a ordem de Melquisedeque, e não segundo a Lei de Moisés (Hb 7 e 8) e também foi proclamado rei, pelos magos do Oriente, pelo povo israelita e por Pôncio Pilatos, representante romano.
    Acima, Paulo está se referindo ao fato de Melquisedeque ser rei, e ter este título. E como rei, ele não teve pai ou mãe que fossem rei e rainha para lhes transmitir o trono que ocupava;
tão pouco teve sucessores (assim também foi com Jesus).
    Não se conhece nem o princípio e nem o fim do reinado de Melquisedeque mas, como ser humano, esse rei teve pais e teve filhos sim.
    Esse homem que existiu de modo enigmático, com o título real de Melquisedeque era Sem (2549-1949), filho de Noé, e que gerou Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã  (Gn 9:26, 14:18).

Malki-Tsédec 
                                                                                                                                      
    O Melquisedeque da Bíblia, é um título real, e não o nome de um homem, e quer dizer: Malki/Mélech = rei, e Tsédec = Casa da Justiça.
     E a cidade de Salém/Shalém = Jerusalém (Gn 14:18) .
     A expressão “Tsédec” será usada depois da morte de Sem, em 1949, por muitos outros sacerdotes, o que nos leva a crer que os ensinamentos de Melquisedeque continuaram a vigorar em Jerusalém por 1360 anos (950 anos sob o domínio dos jebuseus  e 410 anos sob o domínio de Judá, quando o rei Davi se apossa total e definitivamente de Jerusalém). 
     Adoni-Zedeque, rei amorreu em Jerusalém, e possivelmente sacerdote, foi o primeiro, depois de Melquisedeque, a usar essa expressão “Tsédec” em 1402 a.C.
Depois dele foi o sacerdote Zadoque, no ano 1000 a.C. (2Sm 8:17) e o último foi o sacerdote Jeozadaque, em 588  a.C.

Salém é Jerusalém

    Os jebuseus chamavam a cidade de Salém de Jebus, e os israelitas se referiam a eles como os “jebus de Salém”, que veio a dar Jerusalém (Js 16:63 , 18:28 , 1Cr 11:4).
    Sem possuía terras em volta de Jerusalém (1Sm 7:12).
    Salém é uma corruptela de Sem, onde está inserida em seu meio a palavra aramaica “Al” que significa o mesmo que “El” em hebraico, ou seja: Senhor, Deus.
    Salém significa “O Senhor Deus habitando no meio de Sem.
    Sem (Shem) significa clareza, santidade; e de  Sem (Shem) vem o derivativo Semes (Shemesh) que significa Sol (Jr 43:13).
     Bete-Semes (centro de adoração do sol), onde havia uma grande pedra em que se faziam holocaustos a Deus (1Sm 6:14,15) e que distavam uns 30 km de Jerusalém, era uma cidade fortificada dos filisteus, que ali construíram um observatório astronômico, e  foi conquistada por Josué, e dada em herança à  Naftali (Js 19:35,38).
    Abraão deu o dízimo de tudo o que possuía a Melquisedeque, porque reconheceu que ele era Sem, a quem Noé abençoara como sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14:20).
    Jacó, antes de ir pra Padã-Harã, estudou por seis anos com Sem, e quando Sem morreu em 1949, aos 600 anos, Jacó com 52 anos, seguiu estudando com Heber até 1931.
     Segundo os comentaristas judeus da Torá, Jacó estudou 14 anos com Sem e Heber.

Melquisedeque: sacerdócio universal

    “Disse o Senhor ao meu senhor:  Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés.
    O Senhor enviará de Sião o cetro do seu poder, dizendo:
    Domina entre os teus inimigos. O teu povo  se apresentará voluntariamente no dia do teu poder... Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”  (Sl 110:4).

    A profecia de Jacó e Balaão (Gn 49:10 , Nm 24:17), pelos anos 1855 e 1402 e reafirmada neste Salmo 110, pelo rei Davi em 1000 a.C. dão conta que o Cristo que viria (Jesus) exerceria o seu sacerdócio segundo a ordem de Melquisedeque e não segundo a Lei de Moisés.

    A própria escritura hebraica põe em caducidade  a Lei de Moisés, e autentica a nova ordem e o novo sacerdócio de Jesus, que conhecia toda a essência dos ensinos de Melquisedeque  (Sl 110:4, Hb 7:18,19).  

    Davi, não sendo levita, infringiu a lei mosaica, exercendo algumas vezes as funções sacerdotais (1Cr 15:27 , 21:26 , 2Sm 6:14-19). Davi comeu os pães da proposição do altar da Casa de Deus, num sábado, que era vedado aos não sacerdotes (Lc 6:4 , Lv 24:9 , 1Sm 21:6).
    Davi adulterou com Bate-Seba, traindo Urias, seu amigo e foi responsável pela morte de Urias (2Sm 11, 12:9). Davi era um rei sanguinário (1Cr 22:8, 2Sm 12:31).
    Por  muito menos, Saul foi destituído de seu trono por Deus (1Sm 13:14).
    Qual então a diferença entre ambos?
 – É que Saul estava preso a Lei de Moisés, e Davi, por temer a amar a Deus, estava livre dessas algemas... não vivendo segundo a Lei, mas, segundo  a misericórdia de Deus.
    Davi nomeou um estrangeiro, de Gate, o geteu Obede-Edom, entre os levitas, para ministrar diante da arca do Senhor; pois, seiscentos geteus eram-lhe seus fiéis seguidores desde o princípio (1Cr 16:4,5 , 2Sm 6:10-13 , 15:18-22).
    Davi procedeu com a nomeação dos sacerdotes e levitas, assim como procedeu com a nomeação de seus auxiliares gerais e com os seus oficiais do exército: não levou em consideração a questão racial  e fez vistas grossas a lei mosaica.
    Davi lidou com a numerologia e com a astrologia, com muita sabedoria, como veremos adiante.
     Se Davi não seguia rigidamente a Lei de Moisés, a que ensinamentos, normas ou leis se norteava?
     -  seguia a Melquisedeque?

    Judá, em 1879 a.C. copulou com Tamar, e ela certamente  era filha de sacerdote, pois só uma adúltera nesta condição, era penalizada para morrer queimada (Gn 38:24 , Lv 21:9).
    Como a Lei de Moisés só foi instituída em 1443 a.C. conclui-se que esse sacerdócio era segundo a ordem de Melquisedeque, da qual o judaísmo é também oriundo, como outras nações semitas.

    Vemos também que Moisés ensinou os estatutos e as leis aos hebreus, antes de receber as tábuas de pedras da Lei, no monte Sinai.
E fez isso, seguindo a orientação de seu sogro Jetro (Reuel) que era sacerdote midianita.
    Moisés também participou com ele, seu sogro, de um culto a Deus (Êx 18:12). 
    Os midianitas eram descendentes de Mídiã.

    Midiã foi filho de Abraão e Quetura (Gn 25:2), logo, os midianitas, como os hebreus, seguiam aos ensinamentos de Abraão, e Abraão aos de Melquisedeque.

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JESUS NÃO NOS PROIBIU DE SABER O ANO DE SUA VINDA... ANTE PELO CONTRÁRIO

“O dia e a hora da vinda de Jesus ninguém sabe, senão o Pai” é o velho e surrado chavão dos contestadores gratuitos, que distorcendo o sentido desta frase, retrucam-me sobre a vinda de Jesus em 2019.
 Estes tais se acham sábios perante os seus próprios olhos.
 Nem se dão ao trabalho de estudar mais profundamente este assunto... seus egos não permitem.
 Tais enfatuados não se dão conta de uma coisa primária: que dia é dia; hora é hora e ano é ano.
 Jesus referiu-se a dia e hora, e não a ano.
 Portanto não estamos proibidos de cogitar o ano de sua vinda.
 Com isso, tais contestadores perdem a oportunidade de motivar o povo de Deus para a vinda de Jesus que se dará em 2019, e de preparar o povo de Deus para suportar a Grande Tribulação que teremos de 2014-2019

. "Não havendo profecia, o povo se corrompe... " (Pv 29:18)... e neste fim dos tempos, a profecia é o Apocalipse.
 A grande motivação dos cristãos hoje, tem que ser esta expectativa da vinda de Jesus; é a melhor forma de superarmos o caos moral e espiritual deste fim dos tempos, ou arriscamo-nos a perder a fé, e nos afundar também com os ímpios .
  Lucas pergunta-se: "Haverá fé quando Jesus voltar? " ( Lc 18:8).
 Jesus referiu-se ao desconhecimento que teríamos sobre o dia e hora de sua vinda, mas não ao ano.
 O ano (tempo) pode ser calculado sim, e é negligência nossa se não o fizermos.
 A maioria dos cristãos, neste tempo do fim, está vivendo como os ímpios: despreocupados com as coisas de Deus.
 Suas preocupações são as mesmas dos ímpios: viver uma vida de riquezas, gozo e sucessos neste mundo.
 Levam esta vida se preparando, estafando-se em fadigas em seus trabalhos e estudos mundanos para galgarem profissões rendosas e respeitáveis e para ganharem galardões dos homens.

 “Nenhum soldado (de Cristo) em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou .” (2Tm 2:4)

 Quando um homem de Deus fala do Apocalipse para um ímpio, ele fica horrorizado, e nos despreza, nos tendo por tolos, nos insulta, e vez por outra nos agride.
 Quando isto ocorre, de um crente falar do Apocalipse a tais cristãos “de fachada” a sua reação é pior do que a dos ímpios: tem-nos por mentirosos, falsos profetas e nos amaldiçoam.
 E externando a sua arrogância, dizem um dito, que já é lugar-comum:
 “Ninguém sabe o dia e a hora que Jesus virá!”(Mt 24:36).
 Com este dito demonstram a sua ignorância ou pior, em algumas vezes, a sua má fé.
 Jesus disse isto mas antes discorreu sobre o tempo em que viria:
 “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabeis que está próximo, às portas (a sua vinda)... não passará esta geração, sem que tudo isso aconteça.” (Mt 24:32-34).

OBSERVAÇÃO: Na Bíblia a expressão "tempo" significa muitas vezes "ano".
 Até o cativeiro da Babilônia, 608-538 a.C. os israelitas também denominavam de "tempo" ao período de 360 e depois 365 dias em que a Terra completava uma circunvolução em torno do Sol.
 Daniel usava a expressão tempo para designar o ano (Dn 2:21, 4:25).
 Os babilônios, ao longo de sua história detectaram três rotas para o Sol e os planetas: Ea, Enlil e Anu.
 Desta última rota do Sol, Anu, veio a expressão "ano" que passou a ser também utilizada pelos judeus.
 De "Anu" veio as derivações: ano, anel, anuário, anelo.
 João utilizou "tempo" para designar “ano” no Apocalipse (Ap 12:14).

 E por fim Jesus diz em que tempo seria isso, se referindo a vinda da abominação desoladora que Daniel profetizou (Mt 24:15, Dn 11:21-31).
  “Dele (do homem vil, sem dignidade real – papas) sairão forças que profanarão o santuário, a fortaleza nossa (nossa alma), e tirarão o sacrifício diário, estabelecendo a abominação desoladora”.
 Paulo diz o que é sacrifício diário (Hb 13:15,16).
 “E quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão... Vai Daniel porque estas palavras estão encerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão.” (Dn 12:7-10, 11:35).
 No tempo do fim, haverá alguns cristãos sábios que entenderão o que estava lacrado e selado no livro de Daniel (Dn 12:9,10), e o principal deste entendimento é saber quando se dará a vinda de Cristo, pois é dito que isto se daria depois de um tempo (360 anos), dois tempos (720 anos) e metade de um tempo (180 anos) (Dn 12:1,7 e Ap 12:14) que começou a ocorrer depois da destruição do poder do povo santo (no ano 754, quando os papas começaram o seu governo terreno).
 Some-se 754+1260 e teremos o ano 2014 para início da grande tribulação; quando as duas testemunhas (Velho e Novo Testamento) serão mortas (proibidas, ou substituídas por uma anti-Bíblia), e por 3,5 ano ficaram penduradas na praça da cidade que se chama espiritualmente Sodoma e Egito (Roma, como era assim qualificada por João, no ano 100)(Ap 11).
 Some-se 2014,5+3,5= 2019. De 2014 a 2018, iremos enfrentar dias de grande tribulação como nunca houve e nem haverá desde que o mundo foi criado (Mt 24:21).
 A VOLTA DE JESUS acontecerá em 2019.
 Mas, pra nosso consolo, é nestes dias de grande tribulação, que os verdadeiros cristãos serão purificados e embranquecidos, nesta grande provação.
  E, para os cristãos de “fachada” ignorantes e arrogantes, Daniel foi bem claro: no tempo do fim, haverá alguns cristãos SABIOS que entenderão o que estava lacrado e selado nos livros (Daniel 12:1,8,9,10, 11:33-35),
 e o principal deste entendimento é saber quando se dará a vinda de Cristo,
 pois é dito que isto se daria depois de um tempo (360 anos), dois tempos (720 anos) e metade de um tempo (180 anos)... que começou a ocorrer depois da destruição do poder do povo santo (no ano 754, quando os papas começaram o seu governo terreno).
 Some-se 754+1260 e teremos o ano 2014 para início da grande tribulação; quando as duas testemunhas (Velho e Novo Testamento) serão mortas (proibidas, ou substituídas por uma anti-Bíblia), e por 3,5 ano ficaram penduradas na praça da cidade que se chama Sodoma e Egito (Roma, como era assim qualificada no ano 100)(Ap 11).
  Some-se 2014,5+3,5= 2019.

  TRÊS GERAÇÕES JÁ SE PASSARAM:
 A geração da fé; da Lei; e a geração da fé e da graça.

 A primeira geração durou 2048 anos e foi de Adão até a aliança de Deus com Abraão, quando ele tinha 100 anos, do ano 4107 a 2059 a.C.
 A segunda geração durou 2046 anos, iniciando com o nascimento de Isaque, foi concluída no ano 13 a.C, com o nascimento de Jesus.
 A terceira geração levará 2032 anos, iniciando-se com o nascimento de Jesus no ano 13 a.C. e será concluída nesta sua segunda vinda em 2019.
  * Cada geração espiritual de Deus dura 2000 anos (em torno disto). "... e faço misericórdia até duas mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos" (Êxodo 20:6 conforme a Torá) = (A Torá é a mãe da Bíblia cristã, no que tange ao Antigo Testamento, e, portanto, a Bíblia tem que estar de acordo com A Torá).

  E por fim, Jesus diz em que tempo seria isso, se referindo a vinda da abominação desoladora, que o profeta Daniel falou (Mt 24:15).
  “E quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão... Vai Daniel porque estas palavras estão encerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, MAS, os sábios entenderão.” (Daniel 12:7-10)

   . PAULO NÃO PROIBIU OS CRISTÃOS DE AMAREM E PREVEREM A VINDA DE JESUS.

  Paulo escreve aos cristãos de Tessalônica, por volta do ano 50, para que não ficassem angustiados com as notícias falsas (como se fossem dos apóstolos) da vinda eminente de Jesus naqueles dias (2Ts 2).
 Paulo, tanto quanto Pedro, não nos proibiram de termos em nosso coração a alegria e a expectativa da vinda de Jesus; antes, pelo contrário, eles nos incentivam a amar este grande dia da vinda do Senhor Jesus (2Tm 4:8, 2Pe 3:12).
  Lucas, discípulo de Paulo, certamente orientado por ele, diz:
   "Ora, a começarem esta coisas a suceder (os sinais da vinda de Jesus), exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima" (Lucas 21:28).

 Diz Paulo que esta vinda só aconteceria, em ocasião própria, e depois da apostasia (abandono dos ensinos dos apóstolos),(esta apostasia começou a ocorrer com a instituição do papado em 325; e com a instituição da missa em 590/604, que é um novo sacrifício expiatório de Jesus, que é o oposto do que Paulo ensina em Hebreus 9:28 e 10:10-12; e com a criação dos estados papais na Italia em 754, que transformou a Igreja Romana num mero governo terreno).

 João, bem depois de Paulo, por volta dos anos 90/100, escreveu o Apocalipse, e com isto delineou como se daria esta segunda vinda de Cristo e o fim deste mundo. João, neste livro, exorta aos cristãos que tem entendimento à calcular o número do nome da besta (Ap 13:18).
  Se Paulo tivesse proibido de termos esta expectativa da vinda de Jesus, seria uma incoerência João ter escrito este livro do Apocalipse.

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