quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Serpente, chifres, árvore da vida e seus significados

Serpentes.

   Deus, em 4011 a.C. amaldiçoa a serpente quando Adão e Eva foram expulsos do jardim do Éden (Gn 3:14).
Deus, ainda neste  jardim, disse à serpente que poria inimizade entre ela e a mulher, e entre a descendência da serpente e o descendente da mulher, e que este lhe feriria a cabeça, e que ela, a serpente, feriria o calcanhar desse descendente de Eva (Gn 3:15). 

Entre 1443-1403 a.C. os israelitas são picados e mortos por serpentes no deserto.
Moisés, por ordem do Senhor, faz uma serpente abrasadora, de bronze e a pendura numa haste, e o hebreu que era picado, se olhasse para a serpente de bronze pendurada, era sarado (Nm 21:4-9).

A serpente, no Éden, foi responsabilizada pela condenação à morte do homem e depois, novamente é ela a causa da morte dos hebreus no deserto, no Êxodo, ao lhe picar o calcanhar.

Os cristãos crêem que este dois episódios eram sombra da luta de Jesus com Satanás; e na sua crucificação e ressurreição Cristo o venceu (Jo 3:14).

Esta serpente, chamada de leviatã na Bíblia, nos dias de Jó (contemporâneo de Jacó, 2001-1855)  (Jó 40:20-28 na Vulgata), foi depois conhecida como Satã, Satanás, Azazel e Uzza pelos hebreus.

Os egípcios,  chamavam esta serpente de Set; depois do domínio dos hicsos, passaram a chamá-la também de Apep (Apophis em grego), que era um monstro em forma de serpente de fogo, nos céus, com 30m de comprimento, servidas por uma legião de demônios (asteróides).

Ela era a personificação do mal, e que era o deus da escuridão e do caos, e que combatia o deus Rá (deus do sol), e os demais deuses, e que sempre era morta e voltava a ressuscitar.

Apep, ao contrário de Set, não era um deus reverenciado pelos egípcios e não tinha templo.

Os seguidores do deus maligno Apep (os hicsos no Egito) lutavam pelo fim do mundo.

Tebas era chamada de UaSet pelos antigos egípcios, e No-Amon  pelos israelitas.

Em Tebas, Apep I (Apop ou Apophis I, que era o mesmo Agag I, rei agagita que comandava a coalizão dos hicsos) estabeleceu o culto ao seu deus Amon (planeta Júpiter).

Este Set ou Apep, era o deus do cometa Tifon (a dupla cauda de Vênus) que travou uma batalha  nos céus, nos dias do Êxodo, contra Zeus (Júpiter).

Esta “serpente” também recebeu o nome de Tifon, pelos etíopes; PalaAtena, entre os gregos; de Tiamat, pelos  babilônios; e de Arimã no zoroastrismo.

Chifres

A dupla coluna de de nuvem (fumaça) que seguia Vênus, no Êxodo (Nm 14:14) assemelhava-se a um par de chifres.

No ano 849 a.C. o falso profeta Zedequias fez para si uns chifres de ferro e disse a Josafá, rei de Judá, que com aqueles chifres ele iria escornear os seus inimigos, os sírios, e os venceria.
Antes, houve três anos sem guerra entre Israel e Síria, que coincidiu com três anos de seca
(1Rs 22:1,11), findo os quais, choveu fogo do céu sobre o altar que Elias erguera ao Senhor no monte Carmelo; em seguida Elias orou para que houvesse chuva, e Deus o atendeu (1Rs 18).

Depois teve que fugir para o monte Horebe, porque a rainha Jezabel, mulher de Acabe, o queria matar, e ali o Senhor, o Deus dos Exércitos, lhe apareceu através do cicio tranqüilo e suave do vento, após ter passado por ele, Elias, um grande e forte vento que fendia os montes; e um terremoto; e um fogo (1Rs 19).

Logo em seguida, em 851 a.C. que era o 407º ciclo octogonal de Vênus e Terra, que coincidia também com a proximidade de cometa Halley, no periélio em 854, Elias foi elevado ao céu.
Eliseu profetizou no lugar de Elias, e Jorão, sucedeu a Acabe e passou a reinar em Israel (2Rs 2).

O diabo não deveria ser representado por uma pessoa com chifres. Não há na Bíblia nenhuma menção que assim deveria ser, antes pelo contrário, há fortes indícios de que os hebreus tinham para estes chifres como objeto de culto, em dois altares de adoração (Êx 37:25,26 e 38:2).

Presumimos que, diabolizar os chifres, era um costume dos cretenses (minotauro) e dos povos pagãos em torno de Israel, mas não de Israel.

Por volta do século 8º ou 7º a.C. os gregos eram fetichistas e cultuavam as forças da natureza, tanto os bons, como os maus espíritos e a estes últimos chamavam demônios, tais como os sátiros, homens com patas de bode e chifres; os ciclopes; etc.

os chifres no altar de Moisés:

     O alta do incenso que Moisés mandara fazer tinha dois chifres (Vênus também tinha dois chifres, ou duas colunas no seu rastro).
 E sobre estes chifres se fazia, com sangue de bode, a expiação dos pecados do povo (Êx 30:1-10).
     Possivelmente este altar era o tabernáculo de Sicute, do qual nos fala o profeta Amós (Am 5:26).

     “Por que Moisés, descrito 840 anos depois de sua morte, pelos deuteronomistas, tão zeloso contra a idolatria, permitiu que os israelitas transportassem esses altares de “Sicute, Quium e Renfã, seu deus-estrela”, por 40 anos no deserto?

     A aparência de Vênus e sua cauda dupla se assemelhava a dois cornos ou chifres. Vênus foi cultuada primeiramente como um deus-boi e depois como uma deusa-vaca.

    Vênus era um deus cultuado e adorado pelos sumérios que o chamavam de Inanna até 2080 a.C.
  – Entre1900 e 1500 os egípcios adoravam Ísis, a deusa de Vênus, mas, já no Êxodo (1443-1403) os egípcios o chamavam de deus Hórus.
 
  Em Creta, destruída em 1500 a.C. o templo de Minerva (Vênus) tinha dois enormes chifres.
  - E em Canaã, os cananeus chamavam ao deus de Vênus de "Baal-Zevuv" (Baal das moscas) ou "Astarote dos cornos"

A árvore da vida

Então, disse Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós... do bem e do mal tem conhecimento; assim, que não estenda a mão e  tome também da árvore da vida e viva eternamente... E expulsou o homem do jardim do Éden, colocando querubins ao oriente do Éden  e o refulgir de uma espada revolvente  para guardar  o caminho da árvore da vida (Gn 3:22-24). 

Esta árvore simbolizava Jesus, pois ele é o caminho, a verdade e a vida (Jo 14:6).

Passaram-se 6021 anos desde que Deus previu isto, que está relatado na Bíblia, e em 21/10/2010 os cientistas dizem terem conseguido recriar a vida em um  laboratório, e prevêem que em dez anos conseguirão criar a vida a partir de material sintético, e desta forma o homem caminha a largos passos para viver eternamente.
Já haviam conseguido há alguns anos atrás recriar a vida através da reconstituição do DNA  (cópia) de outro ser vivo, bem como, apontavam para breve,  a possibilidade de copiar o DNA de um animal morto e fazê-lo “reviver ou ressurgir”.

Deus, de uma costela, a de Adão, onde há milhões de genes, criou Eva, fato que só podia, até então, ser crido pela fé.

O fato surpreendente aqui, não é a recriação ou a criação de vida pelo homem, pois isto é um fato científico que poderia acontecer, como de fato está acontecendo, mas o fato de isto já ter acontecido há 6.117 anos, pelas mãos de Deus, conforme nos relata a Bíblia.

Se o homem pôde, por que Deus não o poderia?
E se isto era tido pelos céticos como uma lenda, como poderia alguém ter esta tecnologia há 6117 anos? Se pode ainda duvidar da Bíblia?  

 “A única certeza que temos é de que morreremos” é verdade isto?

    “Naqueles dias (fim dos tempos), os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles.”(Ap 9:6).
    “Eles sairão e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim (Deus); porque o seu verme (DNA) nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne.” (Is 66:24)
    “O último inimigo a ser destruído é a morte”...
“Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos...Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Co 15:26, 51-55).
    “Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar... O que é já foi, e o que há de ser também já foi; Deus fará renovar-se o que se passou”
(Ec 3:14,15).
     Há 2600 anos Isaías já tinha conhecimento de que o homem
de fato não morre, e que o seu verme (DNA) nunca perece... é indestrutível. A ciência só agora soube disto.
     Se alguém tem esperança na morte; que ela venha a lhe dar descanso ou solução para os seus males, está equivocado
     É muito comum, após o falecimento de uma pessoa, ouvir-se dizer: “Ela descansou...”
     Perguntamos nós “descansou do que? se é neste momento, segundo a Bíblia, que se inicia a vida eterna, após um breve lapso de tempo em que esta pessoa volta ao pó e dormirá ali até o dia em que todos ressuscitarão?
 ... e uns ressuscitarão para a felicidade eterna, mas, outros, para o Juízo e sua condenação... para o horror eterno...  e onde haverá ali, choro e ranger de dentes (Jo 5:28,29).
     Temos o fato de que Jesus tendo morrido, ao ser crucificado, ressuscitou três dias depois, e assim, deu testemunho de que há vida após a morte.
     A pergunta é: Alguém, tendo morrido, voltou de lá para dizer que não há vida após a morte?
... só se foi o diabo, que é o pai da mentira.
    Mas, embora esta pergunta acima seja o máximo da irracionalidade, há muitos pseudos-intelectuais que afirmam que não há vida após a morte.


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Cometa Halley: 7x77 e o significado do nº 7

Cometa Halley: 7x77 e o significado do número “sete”

   Entre 2018 e 2023, a criação deste mundo, por Deus, completará doze mil anos.

Adão foi criado pelas mãos de Deus, do pó da terra, no ano  4107 a.C. e ele e Eva foram expulsos do Éden em 4011 a.C.

Sete nasceu cento e trinta anos depois da criação de seu pai, Adão, em 3977 a.C. e com Sete iniciou-se o Sétimo Dia ou Sétimo Milênio, da criação do mundo. 

Cada mil anos do homem são iguais a um dia de Deus (2Pe 3:8, Sl 90:4).

Sendo Abel precursor do sacrifício de Jesus, ele foi assassinado no ano 3981 a.C., ou cinco anos antes do inicio do sétimo  milênio, quando ele tinha 30 anos (é possível que o Sétimo Milênio tenha começado com a morte de Abel, pois, Deus, não puniu Caim imediatamente, limitou-se a por um sinal na testa de Caim, e deu uma ordem para que ninguém matasse a Caim, e disse que aquele que fizesse isso, sofreria sete vezes mais do que Caim).

Deus trabalhava, quando Adão e Eva foram expulsos do Éden, pois,  fez vestimentas de pele para eles e os vestiu  (Gn 3:21), logo, era ainda o Sexto Dia, pois, Ele não trabalharia no Sétimo Dia, pois neste Dia,  Deus descansou e o santificou; e fez, do milênio 3977-2977 a.C. = (130-1130, depois de Adão), um Dia ou milênio de descanso.

Depois voltou a trabalhar novamente, conforme diz  Jesus (Jo 5:17), 
 e este foi um novo ciclo de seis mil anos que terminará em 3023 d.C. com um novo Sétimo Dia de Deus.

Antes de 2018 a 2023, virá pela primeira vez o Sétimo Dia do homem, ou sétimo milênio.

Neste milênio, 2018/2023-3018/3023, acontecerá o Dia do Juízo, ou o milênio do julgamento, onde a palavra proferida por Jesus julgará os ímpios (Jo 12:48) e  os que creram em Jesus, reinarão  com ele (Ap 20:4,5).

E no findar desse milênio, quando tudo estiver subjugado, Jesus entregará o seu   reino ao Pai, para que Ele seja tudo em todos (1Co 15:20-28).

   Adão gerou a Abel, mas (1) Abel foi assassinado e não teve descendentes, e Deus deu outro no lugar dele, Sete (Gn 4:25), de modo que, toda a descendência de Sete é também de Abel, conforme viria ser estabelecido depois na "lei do levirato";
(2)Sete gerou a Enos, (3) Enos a Cainã, (4) Cainã a Maalaleel, (5) Maalaleel a Jerede e (6) Jerede a Enoque (7) Enoque a Matusalém.
E Deus tomou Enoque para si, porque Enoque andava nos caminhos de Deus (Gn 5:24), e assim, conclui-se que Enoque era a primícia de Deus de todas aquelas sete gerações de Adão.
Enoque simboliza o sábado, ou 7º dia da semana; e o sábado é a primícia de Deus da semana.
E estas sete gerações de Adão são chamadas “filhos de Deus”.

 Adão gerou a Caim, (1) Caim a Enoque, (2) Enoque a Irade, (3) Irade a Meujael,(4) Meujael a Metusael, (5) Metusael a Lameque e (6) Lameque gerou de Ada a (7) Jabal e Jubal, e de Zilá a (7) Tubal-Caim, e estas sete gerações de Adão são chamados de “filhos dos homens” (Gn 6).
Das sete gerações dos "filhos de Deus", Deus tomou uma geração para si, que representava o total daquelas sete, na pessoa de Enoque.
Das sete gerações dos "filhos dos homens", Deus não tomou nenhuma, elas penaram em Caim, Lameque e Tubal-Caim.

   Caim sofreu terrivelmente por ter matado a seu irmão Abel, e por sete gerações de Adão foi castigado, mas, Lameque, sofreu dez vezes mais (70 + 7 = 77), pois, além de ter matado a  Caim, matou também a Tubal-Caim, seu filho, e, a dor de um pai é imensurável nesse caso.
E disse Lameque a suas mulheres:
 “Se por Caim se tomar vingança (após) sete vezes (gerações), então por Lameque o será (após) setenta e sete vezes (gerações).” (Gn 4:23,24 conforme a Torá).

Lameque  nasceu no ano 3472 a.C., ou na sétima passagem do cometa Halley (7x77=539 anos)-(4011 a.C. passagem do Halley).

Por ocasião do nascimento de Noé, em 3051 a.C. seu pai disse que Deus havia amaldiçoado a Terra e de fato, a terra toda se corrompera.
E essa maldição começou quando Adão e Eva pecaram e foram expulsos do Éden (Gn 3:17 , 5:29 , 6).
Adão tinha 96 anos nesta ocasião, em 4011 a.C.

Lameque matou a seu filho Tubal-Caim, e ao patriarca Caim, e sobre si proferiu uma sentença, de que seria punido setenta e sete vezes mais do que Caim sofrera.

Esta expressão numérica, dita num momento de extrema dor, reflete o conhecimento que Lameque tinha do tempo que o cometa Halley levava entre uma passagem e outra. 

Estes dois crimes de Lameque ocorreram no ano da sétima passagem do cometa Halley, em 3472,  depois que Adão e Eva foram expulsos do Éden em 4011 a.C. -  ou, quatorze anos antes do nascimento de Enoque, em 3485 a.C., a sétima geração de Adão, da geração dos “filhos de Deus”.

Lameque, quinto descendente de Caim, e sexto de Adão, viu nisso, um presságio de que a sua dor seria eterna, e que toda vez que o Halley passasse, a cada 77 anos, essa sua dor seria renovada.

A expressão 70x7 na Bíblia cristã é incorreta (Mt 18:22, Gn 4:24) o correto é 77x7  (conforme a Torá).

Deus notificou Noé de que exterminaria todos os seres viventes dali  a 120 anos; e voltou a notificar Noé SETE anos (sete dias equivalem a sete anos = Nm 14:33,34, Ez 4:7)  antes do Dilúvio, de que mandaria o Dilúvio para esta exterminação, por causa da maldade humana (Gn 6:5 e 7:4).

   Como em muitas passagens bíblicas, um dia significa um ano, deduzimos que estes 7 dias foram 7 anos (Nm 14:34, Ez 4:7).

Nabucodonosor II, rei da Babilônia, por sua idolatria e soberba, foi punido por Deus, e por sete tempos (sete anos intervalares entre dois ciclos octogonais de Vênus/Terra) viveu como um animal do campo (licantropia), (Dn 4:25,27,30, 3:1).

   Conclue-se que o número sete significa a justiça de Deus.

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"Deus dos Exércitos" - Que exército era esse?

 Deus dos Exércitos.

   A expressão “Deus dos Exércitos” ou “Senhor dos Exércitos” aparece pela primeira vez na Bíblia, por volta de 1080 a.C. pouco antes do nascimento do profeta Samuel (1Sm 1:3,11) e no reinado de Davi (1006-966 a.C.)(2Sm 6:18 e 7:8).

E é durante este reinado que aparece o Anjo do Senhor, entre a terra e o céu, com sua espada desembainhada na mão, estendida contra Jerusalém, para destruí-la.

Este Anjo destruidor já havia matado de peste a setenta mil em Israel, em três dias, pouco antes de se postar fixa e ameaçadoramente sobre Jerusalém.
E só não a destruiu pela misericórdia do Senhor (1Cr 21:11-27).

   Na sua quadragésima passagem pelo periélio, em 1001 a.C. o cometa Halley cruzou os céus da Palestina.

Na mesma época, em 1003 a.C. ocorria o 388º ciclo octogonal de Vênus e Terra.

Esta passagem forçada do Halley entre a Terra e Vênus, no ponto de conjunção destes planetas, puxou e esgarçou a sua cauda ou a do “cometa” Vênus, e isto, visto da Terra, parecia uma espada apontada contra ela.

Muitas vezes deve ter ocorrido este fenômeno, em que visto da Terra, estas caudas assemelhava-se a uma “cruz” ou de uma “espada revolvente” (Gn 3:24).

  Esta expressão “Deus dos Exércitos” também foi utilizada pelo profeta Amós, nos dias de Jeroboão II, rei de Israel, e de Uzias, rei de Judá, dois anos antes da destruição de Jerusalém por um tumulto cósmico, em 747.

  Todos os demais profetas também utilizaram esta expressão, com exceção de Joel, Jonas e Obadias, além de Daniel e Ezequiel, que estavam exilados em Babilônia.  (1Rs 19:10, Is 1:9, Jr 7:21, Os 12:5, Am 3:13, Mq 4:4, Na 3:5, Hc 2:13, Sf 2:10, Ag 1:2, Zc 1:3, Ml 1:9).

  A religião israelita era até o 8º séc. a.C. uma religião que levava muito em conta os astros.

Não se pode dizer que era uma religião astral, como as demais,  porque não era um astro superior que comandava todos os demais astros, mas Deus, o Criador de todas as coisas.

   Com Isaías começa o esforço dos profetas e depois, os escribas (deuteronomistas), para deixarem bem claro quem era o seu Deus (procurando se afastar da astrologia, a fim de não confundir o Criador com a criatura).

   Isaías diz quem é este Deus dos Exércitos:

  “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas?
   (É) Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vêm a faltar” (Is 40:26).

   “Já se ouve sobre os montes o rumor como o de muito povo, o clamor de reinos e de nações já congregados.
   O Senhor dos Exércitos passa revista às tropas de guerra...” “farei estremecer os céus; e a terra será sacudida do seu lugar, por causa da ira do Senhor dos Exércitos e por causa do dia do seu ardente furor” (Is 13:4,13, 1:7-9, 5:25-30).

   A catástrofe dos dias de Uzias foi apenas um prelúdio:
o Dia da ira do Senhor voltaria e destruiria a população “até que se assolem as cidades, e elas fiquem sem habitantes, e toda a Terra fique destruída” (Is 6:11).

  O Senhor dos Exércitos passa revista às tropas de guerra que estão sob o seu comando, e vêm estas tropas da extremidade do céu, com intenso rumor, para destruir toda a Terra.
   Não se trata, portanto, do exército assírio, babilônio, medo-persa, ou de qualquer outro exército de homens, mas, da milícia celeste: de astros, planetas e cometas (Is 1:7-9, 5:25-30, 6:11, 7:15-17, 13:4,13, 14:31, 18:3, 21:2-10, 22:5,9,13, 24:1,6,17-19, 28:2,15-18,21, 29:5,6).

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Corpos celestiais e corpos terrestres.

 “ Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres.
Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferença de esplendor”  (1ºCoríntios 15:40,41).

Até o 4º século a.C. não havia distinção entre astros, a não ser pela sua grandeza e luminosidade.
Sol, estrelas, lua, planetas, asteroides eram tudo chamados de astros.
Foram os gregos os primeiros a classifica-los e distinguilos conforme a terem ou não luz própria; e a serem ou não o centro de uma comunidade de astros, em que tais astros circulavam a sua volta.
Estas classificações passaram a ser aceitas na Judéia, em torno do ano 50 d.C. conforme se presume deste ensinamento de Paulo citado acima.

Os povos da Antiguidade, tanto os judeus (e os primeiros  cristãos) quanto os gentios (pagãos) acreditavam que os astros (Sol, Lua, planetas, estrêlas) tinha vida anímica  (dotados de alma e capazes de agir segundo uma finalidade).

Os gentios (pagãos) consideravam estes astros como deuses,
já os judeus e os primeiros cristãos, os tinham como anjos de de Deus.

Os principais anjos para os judeus e os primeiros cristãos eram  sete: o arcanjo Miguel (Vênus), Gabriel (Marte), Rafael (Saturno), Uriel (Mercúrio), Baliel (Júpiter), Ithuriel (Urano), Amitiel (Netuno). 
  
Tais astros ou "anjos do Senhor"  desciam a Terra, travestidos de homens alados (corpos espirituais) para uma determinada missão, como vemos na Bíblia, por exemplo: quando Gabriel toca e fala com Daniel (Dn 9:21, 10:12) e quando Miguel e Gabriel falam com Cristo (Dn 12:5-7).
O anjo Gabriel falou com o sacerdote Zacarias  e depois foi levar as boas nova à Maria, mãe de Jesus (Lc 1:11, 26).
 O Senhor Deus (Cristo Jesus) e mais os dois principais anjos seus, Miguel e Gabriel, apareceram e falaram com Abraão, travestidos de homens espirituais (Gn 18:2).

Os deuteronomistas (sacerdotes e escribas judeus) foram os responsáveis por uma forte oposição à astrologia e a numerologia dos povos gentios (pagãos) a partir do 5º séc. a.C., pois, corriam o risco de o judaismo ser engolfado pelo zoroastrismo (a religião oficial do Império Persa).                                                                                                                              
 E para isso, basearam-se no Pentateuco (os cinco primeiro livros da Bíblia, chamados também de Torá), das quais as principais passagens sobre isso é Dt 17:3,  Lv 26:30  que proibia os judeus de consultarem os astros e de fazerem prognósticos e adivinhações, como resultados destas  consultas.
 Deus não proibiu o estudo astrônomico. Deus proibiu foi o culto, a adoração e a consulta (o falar e ouvir) aos astros.
Na Antiguidade a astronômia era chamada de astrologia. E nesta astrologia misturavam-se a "lógica" ou a razão do movimento dos astros, com a religiosidade e a história.
Hoje, há diferença fundamental entre Astronômia e Astrologia.                                                                                                      
  E é esta Astrologia praticada hoje  (quiromância, necromância, tarô, prognósticos, adivinhações, bruxarias, paranormalidade, telepatia,  etc.) e que no passado estava misturado com a ciência astronômica, que Deus proibe e condena.

Querubim é um dos anjos mais brilhantes, simbolizado no firmamento pelo astro que mais brilha, depois do Sol e da Lua, visto da Terra, que é a Estrela da Manhã  ou Vênus (Noga).
Esta era a estrela de Jesus, que também era chamada de estrela de Jacó,  estrela de Davi, e Miguel  pelos israelitas (Mt 2:2, Ap 22:16, Nm 24:17, Jó 38,6,7, Is 9:2, Lc 1:79, Dn 10:13 , 12:1).

O caminho ou o tempo de vida que o homem tem para  crer em Deus e conhecê-lo está estipulado entre 1-80 anos (Sl 90:9-12).
Este também é o tempo, de 75 a 79 anos, que o cometa Halley descreve a sua  órbita, em torno do Sol.
Ele é espada revolvente, a que guarda o caminho da árvore da vida (Gn 3:24).

Sodoma: sua destruição e o nascimento do mar Morto

Ló, sobrinho de Abraão, fugiu de Sodoma, pouco antes de ela ser destruída por uma chuva de fogo e enxofre, e se refugiou numa cidadezinha, Bela, depois chamada de Zoar, devido ao intenso zumbido que acompanhou esta chuva.

Sua mulher olhou para trás, contrariando as instruções dos dois anjos, e converteu-se numa estátua de sal. Possivelmente ela ficou deslumbrada, paralizada com o fantástico espetáculo e sofreu a ação radiotiva (Gn 14:2,8 e 19:17,22,26).

O vale de Savé, perto de Sodoma, era denominada de “Vale do Rei” e ali Melquisedeque se reunia com os reis tributários.
O vale de Sidim, estava cheio de poços de betume. Depois desse fenômeno cosmológico, Sidim virou o mar Salgado, que é o atual mar Morto; também chamado  pelo Talmude de mar de Sodoma, ou Lago de Asfalto por Flávio Josefo.

É só coincidência uma mulher e um vale de betume virar sal?
Teria o sal surgido na terra por um fenômeno provocado por Júpiter ou Vênus, neste tempo ou pouco antes do Dilúvio?
  
“Todos estes (reis) se ajuntaram no vale de Sidim (que é o mar Salgado)... Ora, o vale de Sidim estava cheio de poços de betume... e alguns caíram neles...” (Gn 14:3,10,17,20).

Foi só depois deste fenômeno cosmológico, que o vale de Sidim virou o mar Salgado (Morto); antes não havia nenhum mar ali.

O  mar Morto está 417m abaixo do nível do mar Mediterrâneo, e tem um comprimento de 80km e uma largura máxima de 18km.
O rio Jordão deságua nele, e na maior parte deste rio, de 190 km de extensão, está também abaixo do nível do mar.
Desconhece-se o que existe no fundo do mar Morto, embora já exista vestígios de que Sodoma se situava ali.
A lama preta do seu fundo, dita medicinal e que causa sensação entre os banhistas, se originou no betume que existia ali.
Possivelmente esse betume interagiu com raios vindos de Júpiter ou Vênus e virou sal.
Duas hipóteses são possíveis para ter-se formado ali, esta enorme depressão:
 1) A queima do betume que existia ali em abundância, por esse “raio” de Júpiter. A Bíblia diz que o Senhor fez chover enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra (Gn 19:24);
2) Ou que tenha caído ali um asteróide; e em ambos os casos, toda aquela região foi rebaixada.

* A tendência é desta depressão se aprofundar mais ainda nos próximos anos, aumentado este desnivel do Mar morto em relação ao nível do mar Mediterrâneo para mais de 417m.

** Este depressão inicia-se por volta do ano 2059 a.C. pois é dito na Bíblia que os reis transitavam por ali em suas caravanas e nos seus preparativos militares. E ali se situavam as cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 14:3,17).
 Na guerra de quatro reis contra cinco, vemos que os reis de Sodoma e de Gomorra cairam neste poços de betume (Gn 14:10), e isto é surpreendente, pois, estes reis eram exímios conhecedores desta região. O mais provável é que a terra tenha cedido e engolido estes reis e seus exércitos.

*** Esta depressão continuou a se aprofundar, em 1442 a.C., abrindo crateras no deserto do Sinai (e certamente em toda a região em torno do mar Morto). E uma destas crateras tragou Coré e todos os rebelados contra Moisés, que estavam com ele. E todo o povo que estava ao redor de Coré temeu que a terra cedesse e os tragasse também (Nm 16:30-34).

**** Estes constantes aprofundamentos do solo, em torno do Mar Morto e do rio Jordão, que aumentavam paulatinamente esta depressão, provocava desmoronamentos nas encostas do rio Jordão, e, eventualmente represavam as suas águas.
E em 1403 a.C., isto possibilitiou a todos os israelitas cruzarem este rio sem molhar as solas de seus pés (Js 3:17).

Onde o betume (petróleo) não queimou, o solo não foi rebaixado significativamente, como foi o caso da Arábia Saudita.
Onde houve a queima deste betume, o solo foi significativamente rebaixado, em virtude dos bolsões vazios que se formaram no subsolo e que com o tempo desmoronaram, como foi o caso de toda a região em redor do mar Morto e em grande extensão do rio Jordão, onde situa-se Israel e Jordânia.
A Bíblia narra que havia incêndios no deserto do Sinai, proporcionados por "fogo estranho" (Lv 10:1,2,6).

Bólides (pedras) vindos de Júpiter não eram algo desconhecido da Bíblia. Paulo cita outro fenômeno semelhante ocorrido entre a Terra e Júpiter (At 19:35).
Essa chuva de fogo e enxofre ocorreu em 2059/2060 a.C., no 256º ciclo octogonal de Vênus/Terra. 
Júpiter e Vênus, desta época de Abraão, até ao reinado de sua bisneta, Ísis, no Egito, em 1881 a.C., eram confundidos e tinham o mesmo nome.
Abraão, em 2059 a.C., quando tinha cem anos de idade, o Senhor Jesus o visita (Jo 8:58, Gn 17:17), ceia com ele, e lhe promete um descendente, e Abraão gerou a Isaque (Gn 18:1).
Neste mesmo ano, os dois anjos do Senhor (Vênus e Júpiter) destruíram com Sodoma e Gomorra (Gn 19:13).
Desde 1827 a.C.(quando a coligação de povos conhecidas como hicsos passaram a reinar no Egito; e um destes coligados eram os amonitas, que chamavam a Júpiter de Amon), Vênus passou a chamar-se Ísis, e Júpiter de Amon pelos egípcios.
Júpiter era e é representado por uma figura de um homem-deus com um raio expelindo de sua mão.

   A causa espiritual da destruição de Sodoma e Gomorra foi a idolatria.
   Isso teve conseqüências que os levaram a libertinagem sexual ( luxuria), (Rm 1:18-27).

Ló saiu de Zoar e foi habitar numa caverna num monte próximo, com suas duas filhas. E lá, embriagado, copulou com suas filhas: a primogênita gerou a Moabe, patriarca dos moabitas, e a mais nova gerou a Ben-Ami, patriarca dos filhos de Amon  (Gn 19:30-38). Ló convivia com os moradores de Sodoma.

No Egito e entre os cananeus, Júpiter era cultuado como o deus Amon, por essa época, e os amonitas também creram assim, como se depreende do episódio em que o rei amonita Naás move guerra a Saul, rei de Israel:
Saul atacou e destruiu os amonitas, porque conhecia o ritual e a superstição dos amonitas, que ficavam sonolentos até o sol esquentar, hora em que os amonitas acreditavam que o seu deus Amon entrava em ação, conforme foi nos dias de Ló, quando Júpiter destruiu com Sodoma  e Gomorra e formou o mar Morto   (Gn 19:23 , 1Sm 11:9-11).

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  A ORIGEM DO SAL

1) quando e de onde surgiu o sal na Terra?
2) pra que serve o sal?
3) por que ingerimos sal?


   Se nunca tivéssemos ingerido sal em nossa vida, a nossa pele não enrugaria em demasia e teríamos vida longa.
   O sal é nocivo à qualquer espécie de vida.

   O hábito de se ingerir sal em nossos dias é no mínimo cômico, e, mostra a estupidez do ser humano, pois, ele constata o que o sal faz numa "carne de sol" ou "carne seca" exposta ao vento e ao sol: como esta carne se resseca e se contrai.

   No interior de nosso corpo o sal contrai e estreita as nossas artérias e isso eleva a nossa pressão arterial, produzindo inúmeras doenças cardíacas.
 O sal estreita a entrada das células dificultando a sua oxigenação e produzindo o envelhecimento geral de nosso corpo.
 O sal corroe os nossos ossos e produz a diminuição anormal de sua densidade (osteoporose).

   As pessoas sabem o que faz o sal esparramado em cima de uma grama, que a mata, e não nasce mais nada.
   Por que então continuam a consumir sal? - Porque é gostoso?
 - Geralmente tudo o que é gostoso destroe com a nossa vida, ex: o automóvel, os doces, o sedentarismo, a cópula desenfreada, etc.

   O sal não é um elemento natural, é uma composição química de elementos naturais.
   Pode ter sido originado desta composição destes elementos naturais que existem na Terra, como também, pode ter vindo do espaço cósmico já pronto (nós cremos que veio de Vênus ou Júpiter, conforme evidênciaso que relatamos no livro FIM DOS TEMPOS: O ENCOBERTO DESCOBERTO).

     O sal é um conservante químico de alimentos na medida que, em alta dosagem, destroe qualquer possibilidade de vida.
     Diz-se que ele é um conservante natural em virtude de ele não ter sido produzido pelo homem... por se encontrar abundantemente na natureza.
     O sal em contacto com o ar (oxigênio) é corrosivo, e destroe os metais e  o solo.
    Terrenos arenosos tem maiores quantidades de sal do que os terrenos férteis.
    O sal está claramente ligado ao início da História da Civilização do homem; quando o homem deixou a sua vida nômade (quando tinha que diariamente lutar para angariar a sua alimentação, seja caçando animais, seja colhendo frutos das árvores) e passou a ser sedentário, vivendo em aglomerações humanas (sociedade).

    Neste início da História da Civilização, os caçadores mais capazes tinham a função de buscar a caça nos campos e florestas e abastecer a sua aglomeração (vila, cidade).
    O produto desta caça tinha que ser conservado por inúmeros dias, para aos poucos ser consumido pelo povo. E o sal era o maior e o melhor conservante.

    O início desta civilização se deu depois do Dilúvio em 2.451 a.C. e logo depois da "Confusão das Línguas na torre de Babel" em 2.350 a.C., e o maior caçador foi Ninrod, que passou a edificar cidades, segundo a Bíblia  (Gn 10:5,8-12 e 11:9).
Até então, o homem tinha uma expectativa de vida de 1.000 anos; e a partir dai esta expectativa baixou para em torno de 150 anos; e nos dias do rei Davi, em 1035-965 a.C. ela baixou mais ainda e se estabilizou nos 70 a 80 anos (Sl 90:10).

É também por esta época de Ninrod que Noé planta uma vinha e descobre o efeito embriagador do vinho. O vinho se usado em doses moderadas e diárias tem um efeito salutar contra as doenças cardíacas. Isto é um indicativo de que o sal começou a causar estas doenças já naquela época  (Gn 9:20-24).

   O planeta Vênus, assim como multiplica a vida na Terra, a cada oito anos (quando passa rente a Terra, esquentando-a em demasia - e esta é a razão de sua "deusa" ser cosiderada afrodisíaca), também foi o responsável pela mudança da longevidade do homem: de 1.000 para 70/80 anos, ao derramar sobre o nosso planeta a nafta e o sal.


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"Esquartejei a minha amada em 12 pedaços"

Guerra fraticida em Israel.
                                           
Conto bíblico sobre a eliminação da 13ª tribo de Israel, em 1330 a.C. (os belamitas, que foi relacionada pelos escribas deuteronomistas, no 5º séc. a.C. como uma sub-tribo dos benjamitas).

    Naqueles dias, em que não havia rei em Israel, houve um homem levita, que peregrinando nos longes da região montanhosa de Efraim,
tomou para si uma concubina de Belém de Judá.
    Porém ela, aborrecendo-se dele, o deixou, tornou para a casa de seu pai, em Belém de Judá, e lá esteve os dias de uns quatro meses.
    Seu marido, tendo consigo o seu servo e dois jumentos, levantou-se e foi após ela para falar-lhe ao coração, a fim de tornar a trazê-la.
    Ela o fez entrar na casa de seu pai.
    Este quando o viu, saiu alegre a recebê-lo.
    Seu sogro, o pai da moça, o deteve por três dias em sua companhia;
comeram, beberam, e o casal se alojou ali.
    Ao quarto dia, madrugaram e se levantaram para partir; então, o pai da moça disse a seu genro:
“Fortalece-te com um bocado de pão e, depois partireis.”
    Assentaram-se, pois, e comeram ambos juntos, e beberam; então, disse o pai da moça ao homem:
“Peço-te que ainda esta noite queiras passá-la aqui, e se alegre o teu coração.”
   Contudo, o homem levantou-se para partir; porém o seu sogro instando com ele, fê-lo pernoitar ali.
    Madrugando ele ao quinto dia para partir, disse o pai da moça:
“Fortalece-te, e detende-vos até ao declinar do dia; e ambos comeram juntos.
    Então, o homem se levantou para partir, ele, e a sua concubina,
e o seu moço; e disse-lhe seu sogro, o pai da moça:
“Eis que já declina o dia, a tarde vem chegando; peço-te que passes aqui a noite; vai-se o dia acabando, passa aqui a noite, e que o teu coração se alegre; amanhã de madrugada, levantai-vos a caminhar e ide para a vossa casa.”                                                                             
      Porém o homem não quis passar ali a noite; mas levantou-se e partiu, e veio até à altura de Jebus (Jerusalém), e com ele os dois jumentos albardados, como também a sua concubina.
     Estando, pois, já perto de Jebus e tendo-se adiantado o declinar-se do dia, disse o moço a seu senhor:
“Caminhai, agora, e retiremo-nos a esta cidade dos jebuseus e passemos ali a noite.”
    Porém o seu senhor lhe disse:
“Não nos retiraremos a nenhuma cidade estranha, que não seja dos descendentes de Israel, mas passemos até Gibeá.”
     Disse mais a seu moço:
“Caminha, e cheguemos a um daqueles lugares e pernoitemos em Gibeá ou em Rama.”
     Passaram, pois, adiante e caminharam, e o sol se lhes pôs junto a
Gibeá, que pertence a Benjamim.
     Retiraram-se para Gibeá, a fim de, nela, passarem a noite; entrando ele, assentou-se na praça da cidade, porque não houve quem os recolhesse em casa para ali pernoitarem.
     Eis que, ao anoitecer, vinha do seu trabalho no campo um homem velho; era este da região montanhosa de Efraim, mas morava em Gibeá; porém os habitantes do lugar eram benjamitas.
     Erguendo o velho os olhos, viu na praça da cidade este viajante e lhe perguntou: “Para onde vais e donde vens?”
     Ele respondeu: “Estamos viajando de Belém de Judá para os longes da região montanhosa de Efraim, donde sou; fui a Belém de Judá e, a gora, estou de viagem para a Casa do Senhor (Templo em Betel); e ninguém há que me recolha em casa., ainda que há palha e pasto para os nossos jumentos, e também pão e vinho para mim, e para a tua serva, e para o moço que vem com os teus servos; de coisa nenhuma há falta.”
    Então disse o velho: “Paz seja contigo; tudo quanto te vier a faltar fique ao meu cargo; tão somente não passes a noite na praça.”
Levou-o para casa e deu pasto aos jumentos; e tendo eles lavado os pés, comeram e beberam.
     Enquanto eles se alegravam, eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial (homens maus), cercaram a casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo:
“Traze para fora o homem que entrou em tua casa para que abusemos dele (homossexualismo ativo, ou, atentado ao pudor).”
     O senhor da casa (o velho) saiu a ter com eles e lhes disse:
“Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. Minha filha virgem e a concubina dele trarei para fora; humilhai-as e fazei delas o que melhor
vos agrade; porém a este homem não façais semelhante loucura.”
    Porém aqueles homens não o quiseram ouvir; então, ele pegou da
concubina do levita (sacerdote) e entregou a eles fora, e eles a forçaram (estupraram) e abusaram dela toda a noite até pela manhã; e, subindo a alva (estrela matutina), a deixaram.
   Ao romper da manhã, vindo a mulher, caiu à porta da casa do homem, onde estava o seu senhor, e ali ficou até que se fez dia claro.
   Levantando-se pela manhã o seu senhor (o levita, marido dela), abriu as portas da casa e, saindo a seguir o seu caminho, eis que a mulher,  sua concubina, jazia à porta da casa, com as mãos sobre o limiar.
Ele lhe disse (pois ele não se deu conta que ela estava morta):
“Levanta-te, e vamos; porém ela não respondeu; então, o homem a
pôs sobre o jumento, dispôs-se e foi para a sua casa.
    Chegando a casa, tomou de um cutelo (faca) e, pegando a concubina, a despedaçou por seus ossos em doze partes; e as enviou por todos os termos de Israel.
    Cada um que a isso presenciava aos outros dizia:
“Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os descendentes de Israel (Jacó) subiram da terra do Egito até o dia de hoje; ponderai nisso, considerai e falai.”    (Jz 19-21)
    Certamente, com esse ato de profunda dor e humilhação, ao esquartejar em doze pedaços a sua amada que estava morta, e, ao enviar estes pedaços a cada uma das tribos, este homem, levita, clamou a seus compatriotas, que se fizesse Justiça.

     SE JUNTARAM TODAS AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL,
ao todo 400.000 homens e moveram guerra aos belamitas, que eram uma
subtribo da tribo de Benjamim, e moradores de Gibeá.
E toda esta subtribo belamita foi eliminada de Israel.
    Foram mortos a espada 26.100 belamitas, por esse crime horrendo que fizeram alguns de seus maus compatriotas, ao estuprarem uma mulher (Jz 20:15).
    Os moradores de Jabes-Gileade, descendentes de Maaca, bisneta
de Bela, patriarca dos belamitas (1Cr 7:7,12,15), por terem se omitido, ao não terem participado desta guerra contra os belamitas, foram todos exterminados a fio de espada também, exceto quatrocentas moças virgens (Jz 21:8-12). (ver capítulo “Limpeza Étnica” em Israel).
     *A Bíblia, nesta passagem, nos ensina que: não só serão condenados a perdição e tormenta eterna àqueles que com extrema crueldade, atormentaram e assassinaram a  mais de um milhão de cristãos e judeus, na Inquisição, na Idade Média...
e bem como, pelo crime que cometeram e que continuam cometendo, com estupros e pedofilia, principalmente contra as crianças e jovens ingênuos, mas  também àqueles que se omitem, dizendo:

 "Ah! isto aconteceu há tanto tempo atrás, e  não fui eu que os pratiquei", e quanto aos crimes de pedofilia e estupro que os seus sacerdotes fazem hoje, eles replicam:
 "Ah! em todas as religiões e classes sociais, há os laranjas podres"

     Na verdade, como os benjamitas-belamitas e Jabes-Gileade, eles não querem abandonar a sua "tribo"... a Igreja Romana.

     Quanto a isso, Jesus é bem claro:

"Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes de seus flagelos" (Ap 18:4).
    Queiram ou não; odeiem-nos ou despreze-nos, esta “tribo” romana será eliminada por Deus das tribos de seu povo, agora, em 2014-2018, num só dia (Ap 18:8), antes que venha o grande Dia do Senhor, em 2019, com a vinda de Jesus.
    Assim como o sangue de Abel clama a Deus por justiça, contra o seu irmão Caim; assim também o sangue de quase um milhão de cristãos cruelmente assassinados na Idade Média, clama contra os seus irmãos católicos-romanos (Gn 4:10, Ap 6:10).

ALEGORIA:
Este conto é uma metáfora da Igreja de Cristo (a verdadeira, aquela que está dentro de nós).
    Esta Igreja é descrita na Bíblia como a figura de uma mulher.
    Vemos neste conto que esta Igreja (mulher) foi perseguida, abusada e morta, pelos seus inimigos, mas, ressurgirá no fim dos tempos, quando serão separados os ímpio e hipócritas de um lado, e do outro, os verdadeiros seguidores de Cristo.
    O corpo desta Igreja (mulher), depois de sua morte (que simboliza a  morte e ressurreição de Jesus), foi dividido em doze partes e enviados as doze tribos de Israel (que no cristianismo é continuado pelos doze
doze apóstolos).

FATO HISTÓRICO:
Este episódio está relacionado com a “limpeza étnica” em Israel, que eliminaram, através de uma guerra civil,  a sua 13ª tribo, a tribo dos belamitas, que obscuramente está relacionada como uma subtribo de Benjamim, que era a 12ª tribo.
    Os israelitas e os belamitas se odiavam mutuamente, por causa do estupro que Siquém cometeu contra Diná, filha de Jacó, e, a vingança de Simão e Levi que, dolosamente, mataram a espada Siquém, patriarca dos belamitas, e todos os siquemitas, e roubaram seus bens  
e escravizaram suas mulheres e crianças (Gn 34).

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Israel teve 13 tribos. O nº 13 é azarado?

Siquém, a vergonha de Israel

Diná, Simeão e Levi, acompanharam a Jacó, seu pai, na sua segunda ida à cidade de Siquém, em 1900. Junto com eles foi um bando.
Diná  com 16 anos e lá estando, saiu para ver  as filhas da terra.
Siquém, filho do heveu Hamor, tomando-a, a possuiu e assim a humilhou.
 Sua alma se apegou a de Diná, e amou a jovem, e falou-lhe ao coração.

Então disse Siquém ao seu pai: Consegue-me esta jovem para esposa.
Quando soube Jacó que Diná fora violada, calou-se, pois  seus filhos estavam  no campo cuidando do gado, e Jacó aguardou que eles voltassem.
Hamor foi falar com Jacó, e depois ele e Siquém foram falar com Simeão e Levi, e estabeleceu-se um acordo de casamento e de boa convivência, sob a condição imposta por Simeão e Levi, de que todos os heveus se circuncidassem, o que foi aceito de pronto por Siquém e Hamor.
Mas foi sob dolo e astúcia que os filhos de Jacó fizeram essa proposta. Os heveus se circuncidaram, e no terceiro dia, quando a dor era mais forte, Simeão e Levi mataram a Siquém e a todos os homens daquele lugar, saquearam todos os seus bens e levaram cativos as mulheres e os meninos dos heveus (Gn 34).

Israel teve 13 tribos:

Jacó esteve três vezes em Siquem: a primeira foi em 1904, quando veio de Padã-Harã e comprou um campo dos filhos de Hamor (Gn 33:18-20);   a segunda, em 1900, neste episódio de Diná e da matança dos heveus;   e a terceira, em 1895, quando José aos 17 anos foi dado como morto, quando na verdade, foi vendido aos ismaelitas (Benjamim ainda não tinha nascido. Nasceria neste ano, após a venda de José),  (Gn 35:16-18 , 37).

Jacó amaldiçoou a ira e o furor de Simeão e Levi para com Siquém e os heveus (Gn 49:5-7).

O próprio Jacó e seus descendentes trataram de reabilitar o nome de Siquém em Israel, e minimizar a traiçoeira, vingativa e inescrupulosa atitude de Simeão e Levi.

Esta reabilitação, entretanto, foi feita de maneira obscura e sutil por causa da vergonha que lhes causava.

E assim fizeram os israelitas:
Diná gerou a Bela. Bela era a 13ª  tribo de Israel, mas, posteriormente, foi relacionado como primogênito de Benjamim, quando na verdade era filho de Siquém, o heveu.
Bela gerou a Eí (Iri ou Ir).
Eí gerou a Mupim (Supim), Hupim e Maaca. Maaca foi mulher de Maquir (filho de Manasses) e geraram a Siquém, israelita.

O sangue derramado dolosamente de Siquém e dos heveus, permaneceu 570 anos nos descendentes de Israel, 1900-1330 a.C. (1Cr 7:l2,14,15,19 Nm 26:29-32),
 quando então, houve a guerra fratricida; onde doze tribos  eliminaram uma tribo (Jz 21:6) (se supõe que a tribo eliminada tenha sido a tribo de Benjamim, por causa da menção primeira neste versículo, mas, de fato foi a 13ª tribo, a tribo dos belamitas).

Bel e Baal e os “filhos de Belial”

Os israelitas chamavam, pejorativamente, a todas as pessoas más e perversas de “filhos de Belial” (Pv 6:12, 19:28).

Belial é uma junção de Bel e Baal.
      
O sufixo “el” em hebraico, ou “al” em aramaico tem o significado de Senhor, e em “Belial” estes sufixos estão juntos.

É possível também que na confusão das línguas em Babel, os povos não hebereus (hebreus descendentes de Heber, Gn 10:25) tenham passado a chamar Bel de Baal.

Baal era o nome do deus de Júpiter e depois de Vênus.

Baal era temido e adorado entre os povos pagãos, em suas passagens octogonais, pois, em algumas dessas passagens causava grandes catástrofe na Terra e disseminações de doenças e guerras entre os povos.

Entre os israelitas, Baal, era considerado um mau presságio e loucura, como vemos no nome “Nabal”, uma palavra advinda da junção de Nebo ou Nabu (Vênus) e Baal  (1Sm 25:25).

Assur, filho de Sem, gerou a Belo e Belo a Nino.
Assur fundou a cidade de Nínive (Gn 10:11 conforme a Torá) em homenagem a Nino.

Belo, provém de Bel, e, portanto, também os  semitas cultuavam a Bel na Antiguidade.

Ninrode, camita, descendente de Cam fundou a cidade de Babel que significa “porta de deus” e não “confusão” segundo os comentaristas judeus da Torá, que afirmam que  é uma junção de Bab =porta, e el = Deus (Gn 10:6-10 , 11:9).

Cremos que pode ser também Bab+Bel, ou a porta ou ponto em que um fenômeno cósmico, provocado por um planeta ou cometa, provocou uma grande catástrofe, que resultou na “confusão das línguas” em Babel.

Só 464 anos depois do nascimento de Sem, já em Abraão, aos 75 anos, é que os hebreus passaram a adorar ao Deus Altíssimo de Sem e aboliram  o culto a Bel.
Ainda assim, Isaque chamava ao seu Deus de Temor .

Já, em Canaã, por volta do ano 1330 a.C. quando Finéias, neto de Arão, era sumo-sacerdote em Israel, os israelitas passaram a abominar ao deus Bel dos pagãos.

Tudo indica que Bela e seus descendentes continuaram a cultuar a Bel, pois os israelitas os chamaram de “filhos de Belial”(Jz 19:22 , 20:13  1Sm 25:3,17,25,37 , 2Sm 16:5,7), e nesta ocasião, os israelitas fizeram a sua “limpeza racial”, matando a quase totalidade dos belamitas descendentes de Bela.

Bela, era filho de Diná e Siquém, o heveu, mas, foi enumerado como primogênito de Benjamin.

Os belamitas eram uma numerosa família ou subtribo dos benjamitas, no fim do Êxodo.

Assim, com um grande derramamento de sangue, os israelitas instituíram em definitivo a exclusividade do culto ao Deus de
Abraão, 754 anos depois que Abraão adorou e cultuou ao Deus de Sem.   

“limpeza étnica” em Israel.

 No censo populacional realizado por Moisés, por volta do ano 1405, a tribo de Benjamim tinha 45.600 homens, com idade de vinte anos para cima, divididas em cinco subtribos: belamitas, asbelitas, airamitas, sufamitas e hufamitas (Nm 26:38-41).

Os descendentes de Bela (belamitas) também foram cinco: Esbom, Uzi, Uziel, Jerimote e Iri.
Totalizando 22034 homens (1Cr 7:7).

Os descendentes de Béquer, totalizaram 20200 homens.
E os descendentes de Jediael totalizaram 16200 homens
(1Cr 7:8-11). O total dos descendentes de Bela, Béquer e Jediael totaliza, portanto, 58.434 homens.
Há ai uma diferença de 12.834 homens (45.600-58.434).

Tudo indica que esta contagem de 58.434 homens, descendentes de Benjamim, tenha sido apurada no final da conquista de Canaã, por Josué, quando se distribui as terras pelas doze tribos, em  1388 a.C., dezesseis anos depois da morte de Moisés.

Na guerra fratricida de 1330 a.C., menciona-se 26.700  benjamitas.
Ou seja: setenta e três anos depois de Moisés, diz-se que os descendentes de Benjamim totalizava 26.700 homens (Jz 20:15).

Se tomarmos por base que os belamitas, em suas cinco subtribos, totalizavam 20.200 homens, teria então havido um crescimento populacional de 32,2%  ou 6.500 homens, em 73 anos; o que é perfeitamente exeqüível (uma taxa anual de 0,44%). Logo, esta tribo não era benjamita, mas, belamita.

Como já explicamos, os belamitas eram na realidade a 13ª tribo de Israel, e que por vergonha, superstição do nº 13, racismo, ou crença religiosa*, os israelitas incorporaram os belamitas à tribo de Benjamin (e pondo Bela como seu primogênito) reduzindo para doze o número do total dessas tribos israelitas.  

 (* anfictionia: comunidade que mora em torno de um santuário e que era composta por 6, 12 ou 24 membros de uma mesma clã).
Outro fato destacável é de que Judá, tribo irmã da tribo dos benjamitas, tenha sido escolhida para serem os primeiros a pelejar contra os benjamitas, num sinal evidente de que não se tratava dos benjamitas, mas dos belamitas; pois, como poderiam Judá e Benjamim se matar entre si, se ambas eram descendentes de Raquel? (Jz 20:18).

Tão logo termina essa guerra civil, os descendentes de Jacó (Israel)  se reúnem em Betel, diante de Deus, e fizeram grande pranto  e diziam “foi, hoje, eliminada uma tribo de Israel” (Jz 21:6).

 E a seguir, vão a Jabes-Gileade, outro reduto belamita e incoerentemente,  eliminam toda a população daquele lugar, exceto quatrocentas moças virgens, que foram dadas em casamento aos belamitas (e não benjamitas como é mencionado), e esses vieram a formar a menor família da tribo dos benjamitas, da qual descendeu o rei Saul (Jz 21 , 1Sm 9:21 e 11).

Maquir foi o patriarca da cidade de Jabes-Gileade.
Manassés gerou a  Asriel; Asriel de sua concubina síria gerou a Maquir.
Maquir casou-se com Maaca e geraram a Perez e Seres.
Seres gerou a Semida e Semida a Siquém, o hebreu.
Maaca era irmã de Hupim e Supim, que eram filhos de Ir e Ir era filho de Bela.

E Bela era filho de Diná, filha de Jacó, e de Siquém, o heveu, ou de Bela*, o horeu, rei de Seir (1Cr 7:7-19 , 8:3-7, Gn 46:15,21).
*O rei Bela residia em sua cidade Dinabá (Gn 36:32).
Teria sido este nome de cidade uma homenagem a Diná?

  Os belamitas nutriam um ódio aos levitas e seus descendentes, pelo  que Simeão e Levi fizeram aos siquemitas (Gn 34).

   Se a tribo de Benjamim fosse culpada do ato infame que aconteceu com a concubina do levita, certamente esse levita não teria esquartejado em doze pedaços a sua concubina já morta, e não teria dado uma parte dela aos benjamitas (Jz 19:29).

Logo, conclui-se que a tribo visada era a dos belamitas, a 13ª tribo de Israel, e que foi eliminada, nesta guerra fratricida.
Saíram todos os filhos de Israel (12 tribos) e se juntaram em Mispa (Jz 20:1,2) e foram dar combate a Gibeá.
Esta cidade era ocupada pelos belamitas (Jz 20:9,13, 19:22).
Logo, houve uma guerra civil entre as doze tribos de Israel contra a sua 13ª tribo, os belamitas (ou subtribo de Benjamim).
Não houve unanimidade entre todas as subtribos de Benjamim de participar desta guerra (Jz 20:12,13).

Por que o número 13 é número azarado?

"este mes vos será o principal dos meses; será o primeiro mes do ano."  (Êxodo 12:2)

Este primeiro mes, desde 1443 a.C. era o mes de abibe do calendário israelita (correspondente ao mes de março/abril de nosso calendário).       
  Até 715 a.C. este primeiro mês  também era o primeiro mes do calendário juliano dos romanos, e era chamado de o mes de Marte (ou março). Entretanto, Numa Pompílio, rei de Roma, acrescentou mais dois meses ao calendário, que é o mes de janeiro e fevereiro, em virtude da confusão reinante na quantidade de dias do ano, que passou de 360 para 365 dias (Veja texto sobre isto publicado no twitter e recanto das letras).

No dia 13 deste primeiro mes do ano, Vênus chocou-se com a Terra, e ambos ficaram enroscados por 40 anos no Êxodo, de 1443-1403 a.C.
 As dez pragas que abateram os egípcios ocorreram nos treze primeiros dias deste mes de abibe.                                           
 A nona praga, as trevas que se abateu sobre o Egito (*e por todos os quatro cantos do mundo) durou três dias (Êxodo 10:22).
 A décima praga, a morte dos primogênitos egípcios, ocorreu no dia 13 ´dos egipcios e que era o mesmo dia 14 dos hebreus.

No 14º dia os israelitas deixaram o Egito rumo ao deserto do Sinai (Êxodo 12:18, . Como o dia israelita inicia-se ao por do sol, e, o dos egípcios iniciava-se ao raiar do dia, este dia 14 dos israelitas era o mesmo dia 13 dos egípcios.

Os egípcios e todos os demais povos do mundo que baseavam o seu calendário no ano de Vênus, constataram estas catástrofes provocadas por Vênus na Terra, e tiveram pelo dia 13 do primeiro mes deste calendário, uma aversão e medo por este dia aziago (azarado).
Os israelitas, de uma forma sutil, camuflaram este 13, fazendo-o ser o seu dia 14 do primeiro mes, através deste ardil, de fazer o seu dia começar ao fim do por do sol; e desta forma evitar que o seu povo caisse em idolatria, temendo e adorando também a Vênus, como faziam os outros povos.
Mas, este episódio de "elimiar" a sua 13ª tribo, demonstra que os israelitas também temiam a Vênus e este dia 13.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Matusalém viveu 969 anos

Matusalém viveu 969 anos 

É difícil para nós, nas condições atuais em que vivemos, aceitar sem nenhum questionamento, que as pessoas na primeira geração, a de Adão, tenham alguns vivido quase mil anos, como foi o caso de Adão (930), Noé (950) e Matusalém (969), antes do Dilúvio, e a grande maioria tenham vivido mais de quinhentos anos.

É difícil crer que Noé teve três filhos após completar quinhentos anos de idade, e que seu filho Sem, tenha vivido seiscentos anos.

Mas, cremos, porque encontraram fósseis que comprovam a sua existência, que houve dinossauros e outros colossais animais semelhantes, que não sobreviveriam nas atuais condições do nosso planeta, com a atmosfera e vegetação vigente.

Se não tivesse esses fósseis, duvidaríamos da existência destes gigantes, mesmo que a Bíblia o afirmasse, como o fez, antecedendo-se em muitos milhares de anos aos cientistas, que só agora descobriram isso (as pesquisas científico-arqueológicas tem no máximo 200 anos).

A Bíblia diz que havia gigantes na terra, antes do dilúvio, e que todos pereceram no Dilúvio, exceto aqueles que foram pré-selecionados para viverem.

Não especifica se eram gigantes humanos ou animais, mas, diz que todo o ser vivente havia corrompido  o seu  caminho na terra e que por isso Deus daria cabo de toda a carne em que houvesse fôlego de vida (Gn  6:4,12).

Crê-se hoje, cientificamente (crença que não tem mais de 200 anos) que houve dinossauros na terra, mas duvida-se que eles tenham perecido no Dilúvio, em 2451 a.C., como diz a Bíblia, e preferem acreditar nos cientistas que afirmam que isso foi a milhões de anos atrás, porque eles tem o pseudo-infalível método de datação dos anos pelo carbono 14 (que é tão falível quanto muitas coisas que foram afirmadas por eles, no passado, e que depois tiveram que ser negadas); teste este que é uma teoria e não uma lei cientifica, e que se baseia nas condições bioquímicas atuais de nosso planeta, e de que todas estas condições bioquímicas foram imutáveis até hoje.

Mas, houve as catástrofes cósmicas, que bombardearam e modificaram a gênese de animais, plantas e minerais, nos dias do Dilúvio e no Êxodo, e que mudaram as condições bioquímicas de nosso planeta, e só por isso, sem necessidades de mais fatos, a credibilidade do teste carbono 14 está prejudicada; quanto muito, este teste pode datar com exatidão até 5.300 anos atrás.
      
O homens, compromissados com Deus e com a verdade, viram e presenciaram tais fatos, segundo a Bíblia; já os cientistas, compromissados com os seus egos, afirmam certas coisas de que só eles pressupõe, imaginam e não presenciaram.   

As condições atmosféricas, bioquímicas e  alimentares, possibilitaram ao homem e animais viverem quase mil anos nos primórdios de sua existência.
Os animais irracionais não comem sal, a não ser aqueles contidos de modo natural nos alimentos; por que só o homem come?
E desde quando começou a comê-lo, e o que isso modificou a sua estrutura bioquímica?
Este hábito, de ingerir sal, aliado a outros fatores, teria reduzido à expectativa de vida do homem?
Se o petróleo não existia na Terra, tendo vindo do espaço, ou, se tinha, mas estava hermeticamente isolado no interior das pedras e, com as rachaduras na crosta terrestre, ou com as explosões naturais das pedras, o seu gás veio à tona, e passou a fazer parte de nossa atmosfera, que efeito isto provocou nos seres humanos?
Teria o sal, o gás do petróleo e outros fatores aliados, reduzido à expectativa de vida do homem, que era de mil anos até ao Dilúvio, em 2451 a.C., para em torno de setenta a oitenta anos (Sl 90:10)?
Por que os cientistas não conseguem, entre outras coisas que nos são tão importantes, dizer-nos de onde veio e em que tempo surgiu o petróleo e o sal?
Teria isto mudado a bioquímica do homem?
São coisas concretas e visíveis, mais importantes do que saber a idade de um mamute, ou divagar sobre a idade dos astros.


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      JESUS NÃO NOS PROIBIU DE CALCULAR O ANO DE SUA VINDA, antes, pelo contrário...

 "O dia e a hora ninguém sabe"  (Mt 25:13)
é o velho e surrado chavão com que retrucam os que se acham sábios perante os seus olhos. Nem se dão ao trabalho de estudar mais profundamente este assunto... seus egos não permitem.
Tais enfatuados, pensam que são sábios, mas, são faltos de entendimento, pois, não sabem uma coisa primária: que dia é dia; hora é hora; e ano é ano.
Com isso, perdem a oportunidade de motivar o povo de Deus para a sua vinda que se dará em 2019, e de preparar o povo de Deus para suportar a Grande Tribulação que teremos de 2014-2019.

  "Não havendo profecia, o povo se corrompe... " (Pv 29:18)... e neste fim dos tempos, a profecia é o Apocalipse.

A grande motivação dos cristãos hoje, tem que ser esta expectativa da vinda de Jesus ... é a melhor forma de conseguirmos aturar este mundo que fede de pecados mil... ou arriscamo-nos a perder a fé, e nos afundar também com os ímpios ("Haverá fé quando Jesus voltar? " - Lc 18:8).

Além do que, com essa sua má vontade e omissão, esses vaidosos "doutores da Lei" permitem que o diabo, através do movimento Nova Era (e outros) façam uma farra do Apocalipse, e proclamem um "fim de mundo" para 2012 e uma 'nova Era de aquárius" (= felicidade para todos... até pro diabo) que nâo vai acontecer. E com esta farra e este engano, os inimigos de Deus zombarão e desacreditarão por completo o Apocalipse.
Talvez, também por isso, Pedro tenha dito que o Dia do Senhor virá como ladrão (2Pe 3:10) quando ninguém espera (Mt 24:43,44)
Jesus e os apóstolos sempre se referiram ao dia e a hora... nunca ao ano. O ano pode ser calculado sim, e é negligência nossa se, podendo,  não o fizermos.

A maioria dos cristãos, neste tempo do fim, estão vivendo como os ímpios: despreocupados com as coisas de Deus.
Suas preocupações são as mesmas dos ímpios: viver uma vida de riquezas, gozo  e sucessos neste mundo.
Levam esta vida se preparando, estafando-se em fadigas, em seus trabalhos e estudos mundanos para galgarem profissões rendosas e respeitáveis... para ganharem  status, galardões dos homens.

Quando um homem de Deus fala do Apocalipse para um ímpio, ele fica horrorizado, e nos despreza, nos tendo por tolos, ou nos insulta, e vez por outra nos agride.

Quando isto ocorre, de um crente falar do Apocalipse a tais cristãos “de fachada” a sua reação é pior do que a dos ímpios: tem-nos por mentirosos, falsos profetas ou tolos.

E externando a sua arrogância, dizem um dito, que já é lugar-comum: “Ninguém sabe o dia e a hora que Jesus virá!”
Com este dito demonstram a sua ignorância ou pior, em algumas vezes, a sua má fé.
Pois, realmente Jesus disse isto: “que o dia e hora ninguém sabe, somente o Pai”, mas, não nos proibiu de saber o ano ou o tempo em que ele viria.
Antes, pelo contrário, disse em  que tempo que ele viria:

“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.
Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabeis que está próximo, às portas (a sua vinda)...
não passará esta geração, sem que tudo isso aconteça.” (Mateus 24:32-36).
Daniel disse que no fim dos tempos os sábios de Deus entenderiam este final de todas as coisas (Dn 12:8-10)          

 TRÊS GERAÇÕES JÁ SE PASSARAM:   
A geração da fé; da Lei; e a geração da fé e da graça.

A primeira geração durou 2048 anos e foi de Adão até a aliança de Deus com Abraão, quando ele tinha 100 anos, do ano 4107 a 2059 a.C.
A segunda geração durou 2046 anos, iniciando com o nascimento de Isaque, foi concluída no ano 13 a.C, com o nascimento de Jesus.
A terceira geração levará 2032 anos, iniciando-se com o nascimento de Jesus no ano 13 a.C. e será concluída nesta sua segunda vinda em 2019.

* Cada geração espiritual de Deus dura 2000 anos (em torno disto).
  "... e faço misericórdia até duas mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos"
  (Êxodo 20:6  conforme a Torá) = (A Torá é a mãe da Bíblia cristã, no que tange ao Antigo Testamento).

 E por fim, Jesus diz em que tempo seria isso, se referindo a vinda da abominação desoladora, que o profeta Daniel falou (Mt 24:15).
 “E quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão... Vai Daniel porque estas palavras estão encerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sabios entenderão (Dn 12:7-10).

 Vamos ver agora, de 2014 a 2018, quem realmente tem fé, quando iremos enfrentar dias de grande tribulação como nunca houve e nem haverá desde que o mundo foi criado (Mt 24:21). A VOLTA DE JESUS acontecerá em 2019.
Mas, pra nosso consolo, é nestes dias de grande tribulação, que os verdadeiros cristãos serão purificados e embranquecidos, nesta grande provação.

E, para os cristãos de “fachada” ignorantes e arrogantes, Daniel foi bem claro: no tempo do fim, haverá alguns cristãos SABIOS que entenderão o que estava lacrado e selado nos livros (Daniel 12:1,8,9,10,  11:33-35), e o principal deste entendimento é saber quando se dará a vinda de Cristo, pois é dito que isto se daria depois de um tempo (360 anos), dois tempos (720 anos) e metade de um tempo (180 anos)... que começou a ocorrer depois da destruição do poder do povo santo (no ano 754, quando os papas começaram o seu governo terreno).
Some-se 754+1260 e teremos o ano 2014 para início da grande tribulação; quando as duas testemunhas (Velho e Novo Testamento) serão mortas (proibidas, ou substituídas por uma anti-Bíblia), e por 3,5 ano ficaram penduradas na praça da cidade que se chama Sodoma e Egito (Roma, como era assim qualificada no ano 100)(Ap 11).
Some-se 2014,5+3,5= 2019.

“... quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc18:8)

 A fé da maioria dos que se dizem cristãos é da boca pra fora, hoje em dia “seus lábios professam o nome do Senhor, mas, o seu coração está distante”
 Grande parte dos cristãos hoje em dia, querem, como querem os ímpios, que Jesus não venha de fato (que seja só mais uma crendice, ou alegoria); e que este mundo corrupto se prolongue indefinitamente, com todas as suas injustiças.
Tais cristãos estão numa boa, ocupados com seus sucessos (ou correndo atrás deles) e verdadeiramente não se importam com os sofrimentos alheios, e querem, como os ímpios, que essa sua "boa vida" se prolongue indefinidamente...
E os cristãos que sofrem perseguições brutais em muitos paises mulçumanos; em certos lugares da Africa; e na China e na Coréia do Norte? - que se dane...                                                                                                        
 e os não cristãos, mas miseráveis, mais de 1,5 bilhão de pessoas que não tem o que comer diariamente?
– quem mandou eles serem "azarados" por não terem conhecido a Jesus; ou quando tendo ouvido falar não terem aceitado de pronto a Cristo, dizem estes cristãos hipócritas... com seus ventres fartos.
O coração de tais cristãos está nas coisas mundanas, passageiras... pois, este é o seu tesouro.

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PAULO PROIBIU OS CRISTÃOS DE PREVEREM A VINDA DE JESUS?  
Paulo escreve aos cristãos de Tessalônica, por volta do ano 50 para que não ficassem angustiados com as notícias falsas (como se fossem dos apóstolos) da vinda eminente de Jesus naqueles dias (2º Tessalonicenses 2).
Paulo não nos proibiu de termos em nosso coração a alegria e a expectativa da vinda de Jesus.
Tanto é assim que seu discípulo Lucas, diz:
"Ora, a começarem esta coisas a suceder (os sinais da vinda de Jesus), exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima" (Lucas 21:28).
Diz Paulo que esta vinda só aconteceria, em ocasião própria, e depois da apostasia (abandono dos ensinos dos apóstolos),(esta apostasia começou a ocorrer com a instituição do papado em 325; e com a instituição da missa em 590/604, que é um novo sacrifício expiatório de Jesus, que é o oposto do que Paulo ensina em Hebreus 9:28 e 10:10-12; e com a criação dos estados papais na Italia em 754, que transformou a Igreja Romana num mero governo terreno).
João, bem depois de Paulo, por volta dos anos 90/100, escreveu o Apocalipse, e com isto delineou como se daria esta segunda vinda de Cristo e o fim deste mundo.  João, neste livro, exorta aos cristãos que tem entendimento à calcular o número do nome da besta (Ap 13:18).
Se Paulo tivesse proibido de termos esta expectativa da vinda de Jesus, seria uma incoerência João ter escrito este livro do Apocalipse.
  
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