sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A destruição de Seth (Satanás): o planeta X4

A destruição de Seth, o planeta X4

    Pela lei dos astrônomos Titius-Bode, que mede a  distância dos planetas ao Sol, deveria haver um planeta entre as órbitas de Marte e Júpiter, e há: são os asteroides Ceres, Vestas, Palas e Hígia que juntos são a metade da massa do “cinturão de asteroides” que gira entre estas órbitas; dos quais já se conhecem 500 mil asteroides, embora se saiba que há milhões deles ainda para ser catalogados.
    A massa total deste cinturão é 4% da massa da Lua; mas, os cientistas deduziram que estes asteroides são parte de um planeta que existia ali, da dimensão da nossa Terra, e, que foi explodido por um choque com um cometa (afirmamos em nosso livro que foi Vênus, quando ele ainda era cometa), e que milhares destes destroços foram jogados nos planetas ou foram expulsos do sistema solar.
      Esses asteroides tem órbitas excêntricas e ameaçam colidir  (como é o caso de Eros)  ou colidem com Marte, Terra e Vênus.
   *Em geral, quatro meteoritos pesando mais de uma tonelada cada um, penetram todos os dias na atmosfera terrestre. Um  deles, de 1770 kg caiu na China em 1976, se espalhando por uma área de 500 km2 .   

    Quando Atenas foi fundada em 1931 a.C. (em 1500 ela foi restaurada*) houve um grande cataclismo cósmico, onde Vênus destruiu com o planeta Seth que girava entre as órbitas de Marte e Júpiter, e boa parte dos destroços deste planeta destruído seguiu a Vênus, numa forma de cauda dupla, que se assemelhavam a dois chifres (por isso, Vênus foi chamado de “Astarote dos cornos”).

    Segundo a Bíblia, nos dias de Jó, contemporâneo de Jacó, entre 2001-1855 a.C., havia duas “estrelas da alva” que juntas louvavam a Deus:
    uma era Vênus e a outra era Véspero (Jo 38:7,32 na Vulgata).

   “És tu que fazes aparecer a seu tempo a estrela da manhã (Vênus), e fazes nascer o Véspero sobre a Terra”

 *”nascer o Véspero”, ou seja: aparecia pela manhã, antes do Sol nascente, na Antiguidade.
   Hoje temos que Vênus é Vésper ou Véspero, ou estrela vespertina quando aparece a tarde, seguindo ao Sol poente, entretanto este nome nos dias de Jó e do Êxodo tinha outro significado: de matutino, de estrela nascente ou da alva.

    Véspero possivelmente seja oriundo de vespeiro (ninho de vespas.)
    Os ataques de vespas era muito comum na região ao sul do mar Morto (onde residiu Jó) e nos dias do Êxodo.
    E com enxames de vespas Deus prometeu abater os inimigos dos hebreus ao longo dos anos, concomitantemente com o terror do seu Anjo nos céus.
    A semelhança deste enxame de vespas com a multidão de asteroides que seguiam na cola de Vênus (o Anjo do Senhor) deve ter sido o motivo de Jó ter denominado a este bando de Véspero (Ex 23:20-30, Dt 7:20, Js 24:12).
  
    Véspero era o planeta X4, destruído por Vênus em 1931 a.C.: chamado também de  Satanás, “cobra tortuosa”, Beemot e Leviatã por Jó (Jó 1:6-12, 26:13 na Vulgata) e Apep pelos hicsos e Seth pelos egípcios.

    Vênus era chamado pelos gregos, no 4º século a.C.  de Phosphorus quando precedia o Sol, e quando seguia o Sol era chamado de Véspero por Platão. 
    A noção entre os gregos, nos dias de Platão, é de que havia dois planetas distintos: Phosphorus e Véspero.
    Platão nasceu 1500 anos depois de Jó; e portanto, não tinha noção do sentido original desta palavra Véspero, e lhe deu outro significado: de um astro que surge a tarde.

    Caso semelhante ocorreu com a palavra Palas-Atena.
    Originalmente, na fundação de Atenas em 1931 a.C. eram dois astros distintos: Palas (a serpente que atacou Vênus e foi vencida e empalada) e Atenas (Minerva, Vênus).
    Depois, pelo 5º século a.C. quando Palas deixou de existir, Palas-Atena passou a ser um nome só, de Vênus.

     Diferentemente dos israelitas, que descreveram os acontecimentos de sua História (por vários escritores, e do qual Moisés é o principal) poucas décadas de anos após os fatos se sucederem (exceto o livro do Gênesis), e de forma verossímil e precisa; os gregos basearam toda a sua História remota no que foi contado por Homero, de modo fantasioso, lendário e místico, no 7º ou 12º século a.C.
     Depois de Homero, os gregos se basearam em Heródoto, que viveu no 5º e 4º século a.C. e cuja credibilidade, em muitas de sua estórias, é posta em dúvida pelos historiadores (Aristótales o chamou de inventor de lendas).
   
    Vênus desde 563 passou a ter uma órbita circular, deixando de orbitar excentricamente, e passou a orbitar depois da órbita de Mercúrio e antes da órbita de Marte.  O “cinturão de asteroides” continuou com sua órbita excêntrica.
    Com o descolamento do “cinturão de asteroides” de sua cola, e com esta sua nova órbita circular, Vênus passou a ser não só a estrela da manhã, mas também da tarde.  
    E este nome Véspero passou a ser somente seu (de Vênus), agregado ao que já tinha de “estrela da alva”.

    De 771-563 a.C. Vênus colidiu várias vezes com Marte.
  
   “Como caíste  do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações. Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus... me assentarei na extremidade do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:12-14).

“Os raios do sol estarão debaixo dele (Leviatã, Seth, Satanás)... Fará ferver o fundo do mar... Deixa atrás de si um rasto rutilante e faz aparecer o abismo... Não há poder sobre a terra que se lhe compare, pois foi feito para não ter medo de nada. Vê (com desprezo) tudo o que é elevado, ele é o rei de todos os filhos da soberba (Jó 41:21-25 na Vulgata).

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    Melquisedeque era o nome real e de sacerdote, de Sem. Sem era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 9:26 e 14:18).
    Que “Altíssimo” era este?
    Era um Deus que estava muito alto nos céus, e que causava temor nos semitas, a ponto de Isaque o chama-lo de Temor(Gn 31:42, 53).
    Este Deus era o Deus das milícias celestes, e a estrela mais destacada desta milícia era  VÊNUS, a mais brilhantes e ALTÍSSIMA  das estrelas do firmamento, que causava TEMOR em todos os povos.

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     Isaías estava se referindo com desprezo para com a segunda estrela da alva, destroçada em 1931 a.C., Véspero (Seth, Satã, Azazel) cujos destroços seguiam na cola de Vênus, até o mais alto dos céus, e Véspero parecia querer se equiparar ao Altíssimo (ao Deus que criou Vênus), e sucumbiu em 563 a.C. e (parte dela) foi lançada na Terra.

    Vênus, na sua rota excêntrica, entre Mercúrio e Júpiter, carregava na sua cola, de 1931 a 563 a.C. os destroços de X4  que ela destruiu antes de 1931; e, de 15 em 15 anos, a partir de 771 a.C. perturbava Marte; até que houve o choque definitivo de Vênus e Marte que acabou desvencilhando Véspero (X4) de Vênus.   
   
    Até 1931 a.C. Vênus e X4 (que depois se tornou anjo mau: Seth/Uriel, Satã/Satanás, Azazel, Véspero, Beemot/Leviatã) eram as “estrelas da alva” que juntas glorificavam a Deus (Jó 38:7).

      “O espírito de Deus  adorna os céus e a habilidade de sua mão produziu a cobra tortuosa... Considera o Beemot que eu criei contigo (que surgiu no dia em que Jó nasceu)... Quem poderá vencê-lo? – Podes tu, com anzol, apanhar o Leviatã?” (Jó 40:10,20 na Vulgata).

    Partes desse planeta destruído foram arremessados contra a Terra, como o foram nos dias de Josué, em 1395, oito anos depois de os israelitas entrarem em Canaã (Js 10:11).

    Este choque de planetas visto da Terra, causou a impressão aos gregos de que Vênus tinha “saltado da cabeça de Júpiter”.                         
   O que eles viram foi o choque de Vênus com Seth, diante de Júpiter em 1931 a.C. – e neste ano eles fundaram Atenas.

Vênus e a serpente emplumada

     Vênus (chamada de Horus, e depois de Ísis, pelos egípcios) lutou no céu com o monstro-serpente (a cauda-dupla de Vênus) chamado Seth, pelos egípcios; de Apophis ou Apep pelos hicsos; de Tiamat pelos babilônios; de Tífon pelos gregos; de cobra tortuosas, Leviatã, Satã, Satanás ou Azazel pelos israelitas.

     No 39º ano do Êxodo, estando a Terra ainda envolvida na cauda dupla de Vênus  não se viu esta serpente nos céus, porque a terra estava dentro desta serpente (dentro da cauda de Vênus).
     Era o tempo, 40 anos, do “vale da sombra da morte”.

     Já no fim do Êxodo, em 1404 a.C. a vara de Arão floresce; em seguida Arão morre e mês depois começaram a proliferar serpentes no deserto (sinal de que cessara os tremores no solo; de que a vida voltou a normalidade, pois as serpentes são as mais sensíveis a estes fenômenos), e Moisés fez uma imagem da serpente abrasadora semelhante a serpente luminosa que eles passaram a ver novamente no céu seguindo a Vênus.

      Depois, já na entrada de Canaã em 1403, os israelitas puderam comer do fruto da terra e cessou o maná dos céus, e puderam novamente ver no céu a Vênus (o Anjo do Senhor), que era o príncipe do Exército de Deus,  com sua espada nua (Nm 17, 20, 21 e Js 5).
     Sinal evidente que a Terra se descolara desta dupla cauda de Vênus; e de que havia terminado os 40 anos do “vale da sombra da morte”.

      A serpente (leviatã, dragão) contorcia-se freneticamente nos céus entre 1443-1404 a.C., engolfada com Vênus. 
      Este movimento era semelhante a um fio elétrico em curto-circuito, dando lambaços pra todos os lados, no ar.
      Vênus e Terra se enroscaram.
      Esta cauda supermagnetizada entre estes dois planetas, se contorcia como uma serpente e trocava raios com os núcleos de Vênus e Terra.

    Os maias cultuavam a serpente que seguia enroscada com Vênus,e a desenhavam como uma serpente emplumada, e a quem chamavam de Kukulkan (Quetzal-coatl).
Kukulcan, depois do desaparecimento desta serpente, passou a ser também o nome do planeta Vênus (semelhante ao que ocorreu com o nome Véspero que também passou a ser o nome de Vênus).
      As penas que adornavam esta serpente emplumada representavam a coluna de nuvem e fogo que seguia a Vênus.
Coluna esta que também os hebreus, no Êxodo, viram no deserto do Sinai.    
         
     As duas estrelas da alva, entrechocaram-se uma com a outra antes de 1931 a.C.
     Houve extremo brilho nos céus desta explosão, ao ponto de Isaque chamar a Deus de “Temor” e uma cidade dos cananeu ser chamada de Luz (Gn 28:19, 31:42,53).
    Nesta ocasião Jacó fez um travesseiro de pedras (bólides caídas do céu) e erigiu um altar de pedras a Deus neste lugar chamado Luz, que passou a chamar-se Betel, que significa Casa de Deus, a porta dos céus (Gn 28:11,17,19,22).

     Deus, em 4011 a.C., quando Adão e Eva foram expulsos do jardim do Éden, anunciou que esta serpente viria.
     Deus amaldiçoou a serpente (analogia) e disse-lhe:
“O descendente de Eva te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3:15). Estava já, portanto, previsto esta luta de Vênus e a calda/coluna (Set/Satanás) que acompanhava Vênus.     
     Os cristãos relacionam esta passagem bíblica com a luta e a vitória de Cristo, alcançada na cruz, contra Satanás.

   
Satanás ou Leviatã?

    Satanás é uma expressão que aparece nos capítulos 1 e 2 do Livro de Jó e Jó foi contemporâneo de Jacó no séc. 19º a.C.
    Satanás era o nome da antiga serpente do jardim do Éden.
    Satã ou Satanás é a forma hebraica para Seth dos egípcios.
    Seth até 1931 a.C. era um deus do bem para os egípcios.
     Depois, quando os hicsos os dominam, em 1827, e cultuam a Apep (Aphopis) como um deus das trevas, os egípcios já haviam deixado de cultua-lo. Por que?
    Porque Seth havia deixado de ser um deus do bem para os egípcios.
    Seth entrou em guerra com Vênus e foi explodido por Vênus, e seus destroços se transformaram numa cauda de Vênus e assemelhavam-se a um horrendo monstro serpente (dragão).
    Esta cauda continuou em conflito com Vênus até 563 a.C. e esta luta causou, periodicamente, enormes devastações na Terra, principalmente nos 40 anos do Êxodo

    Seth e Vênus, antes de 1931 a.C., eram as duas estrelas da alva, que juntas, cantavam e faziam rejubilar todos os filhos de Deus (Jó 38:7).
    Este canto (sibilar) destes dois astros que orbitavam junto, que os homens ouviam, era o prenúncio de que estavam por se chocarem.
                                   

  AZAZEL E O DIA DA EXPIAÇÃO

    Os hebreus, no século 19 a.C. chamavam a esta cauda de Vênus, de Satanás (Jó 1:6-11); depois no Êxodo, no século 15º a.C. passaram a denomina-la também de Satã, e este nome deriva de Seth (Nm 24:17).
    Havia um monte no deserto que os hebreus chamavam de Azazel, Azza e Uzza quando eles saíram do Egito.
    Na lenda rabínica é dito que Azazel era o anjo-estrela do Egito, uma “estrela caída” e que foi atirado no mar Vermelho, quando da passagem dos israelitas por esse mar .

     Anualmente, depois do Êxodo, os hebreus sacrificavam e ofereciam um cordeiro sem defeitos a Deus. 
                             
     E outro bode vivo era oferecido a Azazel, no deserto, onde era solto de cima de uma rocha, para perambular pelo deserto, levando sobre si, todas as iniquidades do povo israelita.

     Antes de enviar este bode para o deserto, o sacerdote impunha as suas mãos sobre esse bode, e nele, eram colocadas as iniquidades e os pecados do povo (Lv 16:8-26 cfe. a Torá).

    Azazel era um monte forte e duro no deserto (uma pedra vinda de Seth?), de onde o cabrito era jogado, segundo outros exegetas judeus.

    Este bode (cabrito) não tinha nome.

    Azazel era o equivalente israelita do deus egípcio do mal Seth.


     SETH, A LOUCURA DOS QUE SEGUEM AO DIABO

     SETH era uma imagem representada por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, um animal mítico, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda com a cabeça de um bode. 
 
    Esta divindade egípcia era identificada com muitos outros animais ( porco, o asno, o hipopótamo e o crocodilo).

    Segundo Plutarco, os egípcios tentavam acalmar o deus SETH através de sacrifícios. Em Koptos, capital do Alto Egito, os egípcios precipitavam um asno das alturas num precipício.

    Semelhantemente também o faziam os israelitas jogando o seu bode de cima de um monte, monte chamado de Azazel.           
     Seth tinha os cabelos vermelhos, da cor daquela terra rochosa e árida do deserto. E não só representa o deserto, como também as feras que parecem sair dele.
    O asno, animal de pelo vermelho, estúpido e lúbrico, era considerado um animal de Seth, ou seja, um animal impuro e possuído por um mau espírito.

    DEMÔNIOS E INFERNO

    São palavras que começaram a aparecer entre os gregos, por volta do 7º ou 8º séc. a.C. com Homero.   
                             
    Inferno (dentro do forno) segundo a mitologia grega era onde Hades reinava: o seu reino situava-se no fundo de um precipício,  e que era atingido após se descer por  uma longa estrada subterrânea, cujo final dava no rio Styx, e transpondo-o, chegava-se ao inferno, para onde ia as almas dos mortos.

    Inferno, segundo a Bíblia, é um lago de fogo e enxofre, em local ignorado do cosmo, onde o diabo e seus seguidores serão lançados no fim dos tempos; e ali eles serão atormentados de dia e de noite eternamente, e ali haverá choro e ranger de dentes (Ap 20:10,14).

     Inferno, segundo o que depreendemos cientificamente, são os “buracos negros” no cosmo, onde corpo nenhum, nem a própria luz escapa, após ser sugada (não há possibilidade nenhuma de volta). Temos este buraco no centro de nossa galáxia, nas vizinhanças de Sagitário.
      O calor lá é algo indescritível e inimaginável.
      A solidão lá é eterna.

     Um corpo caído neste buraco, permanece no estado em que foi capturado, de tal forma que nem o seu próprio pensamento pode escapar ou mudar; e seu corpo se moverá lenta e eternamente ao centro deste buraco (mal comparando é como acontece ao que cai numa areia movediça: a velocidade da centrifugação é diretamente proporcional ao peso capturado). 

 * Jesus virá em 2019, e todo àquele que é dele, se encontrará com ele nos ares, e viverão com ele e seus anjos nos céus (Mt 24:31, 1Ts 4:17). Todo aquele que não crê e segue a Jesus, ficará aqui na Terra, se lamentando profundamente, entre choro e ranger de dentes, aguardando a sua condenação eterna ao inferno.

 Esta terra maldita por Deus, será  abrasada e desfeita (Gn 3:17, 2Pe 3:10) e lançada no inferno (buraco negro) junto com o diabo e todos os seus seguidores, os descrentes.
Depois disto, será criado novo céu e nova terra, em alguma região do cosmo, onde viverão os eleitos do Senhor (Ap 21, 2Pe 3:13).
                 
                                
    Demônios é uma palavra da língua dórica (grego) que era falado pelos Lacedemônios (Esparta) e que significava “o domínio de uma multidão de asteroides que seguiram a Marte em um determinado tempo”, após a colisão de Marte e Vênus, entre 771 a 563 a.C.

     Os gregos não tinham sentimento de culpa, e não acreditavam numa vida eterna após a morte.

    Os demônios e os bons e maus espíritos  representavam as forças da natureza, com as quais tinham de se medir diariamente, e conciliar com cultos e sacrifícios.

    Tais demônios eram homens com patas de bode e chifres, chamados sátiros (e desta figura é que vem a imagem do diabo).
    Para o grego comum estes demônios tinham mais importância do que os deuses olímpicos.

    A Bíblia “Vulgata” descreve com detalhes esmerados este “demônio”:

    “E respondendo o Senhor a Jó do meio do redemoinho disse: ...
E se tu tens um braço (forte) e trovejas com voz semelhante, reveste-te de resplendor e levanta-te ao alto, e faze alarde da  tua glória,
e adorna-te de magníficos vestidos (como eu) ... porventura poderás tirar com anzol o Leviatã (dragão), e ligar a sua língua com uma corda? Porventura porás uma argola nos seus narizes, ou furar a sua queixada com um anel? ...
Em volta dos seus dentes está o terror.
O seu corpo é como escudo de bronze fundido, apinhoados de escamas que se apertam...
O seu espírito é (como o) resplendor de fogo, e os seus olhos, como as pálpebras da aurora.
Da sua boca saem umas lâmpadas, como uma tocha de fogo aceso. Dos seus narizes sai fumo, como duma panela que ferve entre chamas.
O seu hálito faz incendiar os carvões, e da sua boca sai uma chama.
No seu pescoço está a força, e diante dele vai à fome(ou a devastação).
Os membros do seu corpo estão bem unidos entre si; cairão  raios sobre ele, e não farão mover para outro lugar...
Os raios do sol estarão debaixo dele...
Fará ferver o fundo do mar como uma panela...
Deixa atrás de si um rasto rutilante e faz aparecer o abismo (inferno) como um velho.
Não há poder sobre a terra que se lhe compare, pois foi feito para não ter medo de nada...” (Jó 40:20-28 na Vulgata).
 
     Que novos deuses eram estes (Dt 32:15-17,22), que a pouco passaram a existir como criaturas do Criador, mas que não tinham causado medo, temor, aos patriarcas de Israel (Nm 14:29-38) e que agora, os apavorava, a ponto de eles voltarem a oferecer holocaustos e cultuar esses deuses-novos em Baal-Peor? (Nm 25).

     Era a cauda de Vênus (destroços de X4) chamado de Leviatã, dragão ou Satã, que se via nos céus conturbados, lutando com Vênus.
     Esta nova geração israelita, do Êxodo, ao invés de temer e servir ao Criador, temeu e serviu à criatura, a Leviatã ou demônio, como disseram Isaías e Paulo (Is 40:26 , Rm 1:19-25).


    LACEDEMÔNIOS  (Esparta)

    Os judeus e os espartanos se consideravam povos irmãos, e segundo os judeus, ambos descendiam de Abraão.
    Lacedemônios era como os judeus denominavam o país dos espartanos (1ºMac 12:5-23 , 14:16-24 , 15:3).
   “Lácio” significava laço, união ou aliança.
    Lacedemônio era, portanto, uma aliança ou união (proteção) com os demônios (deuses asteroides).

    Não havia até 142 a.C. entre os espartanos e os judeus, comandados pelos macabeus, está concepção de que demônio significava diabo.

    No ano 163 a.C. por ocasião do 493º ciclo octogonal de Vênus/Terra, quando o rei Antíoco IV Epífanes preparava a sua segunda expedição contra o Egito, aconteceu por um espaço de quarenta dias, sobre os céus de Jerusalém, uma espetacular corrida de homens a cavalo, e pelo ar corriam, vestidos de telas de ouro e armados de lanças, como se fossem coortes, e cavalos ordenados em esquadrões, correndo uns contra os outros, e combates corpo a corpo, e movimentos de escudos, e grande multidão de gente armada de capacetes com espadas nuas, e tiros de dardos, e resplendor de armas de ouro, e de couraças de todo o gênero.
Portanto, todos rogavam a Deus que tais prodígios se tornassem em seu favor ... e Jasão foi para a Lacedemônia (2ºLivro de
Macabeus 5:1-5,9 e 1ºMacabeus 1:17-25, na Bíblia Vulgata).
    Esta visão descrita em “Macabeus” lembra o antigo cenário do épico grego, em que os corcéis de Marte (os demônios) abalaram a Terra.
Teriam os espartanos influenciado aos seus “irmãos” judeus?

                                                  
     O Bundahis, livro sagrado dos persas (do 7º séc. a.C.) diz:
      “os planetas, com muitos demônios (asteroides), lançaram-se contra a atmosfera celeste, e misturaram as constelações; e toda a criação ficou desfigurada como se o fogo destruísse cada lugar e fumo se elevasse sobre ele”.
       Este livro dos persas trata sobre os ensinamentos de Zoroastro, a quem Ciro II e Dario I, reis da Pérsia seguiram e propagaram este ensino em todo o Império persa, do qual Israel fazia parte.


Lúcifer, Belzebu, Demônio: o diabo dos pagãos

   Vênus era chamada de Vênus, a deusa do amor, pelos romanos. Vênus era a “linda Héspero” de Homero, ou, a Minerva, a deusa da fertilidade dos gregos. Estes adjetivos de Vênus se contrapõe aos significados a seguir:
   Quem era Lúcifer em Roma; Belzebu em Canaã;  Véspero ou Erínias na Grécia; ou Demônios em Esparta?
    Lúcifer era um astro em forma de bola de fogo que cruzava os céus de Roma. O significado de Lúcifer é ferro incandescente, avermelhado,que brilha, que queima.
     Belzebu, era Baal-Zevuv, que significava o deus das moscas, aquele que trazia peste à Terra.
    Vésper e Véspero, possivelmente venha de Vespas e ninho ou enxame de vespas (Vespeiro), que não é nada saudável se interpô-lo.
    Erínias  (Fúrias dos látinos) tinham serpentes se enrolando em volta de suas cabeças e braços, lançando chamas dos olhos, brandindo tochas em círculos, mudavam de forma com frequência e agiam com violência.
  Elas viajavam em grupos como matilhas de cães selvagens, às vezes pareciam se dividir em dois grupos, conforme nos conta Eurípides e e Ésquilo. Elas eram a personificações da vingança.
    Demônios, em Esparta, eram agrupamento de asteroides que seguiam após Marte. E Marte era o deus da guerra dos romanos.
    Estes nomes, significados e conceitos citados acima não referem-se a Vênus, mas a Seth, a antiguíssima companheira de Vênus, a outra estrela da manhã, que foi destruída  em 1931 a.C. e hoje é o “centurão de asteroides” que orbita entre as órbitas de Júpiter e Marte.

    Desde 366 a.C. quando as órbitas de Vênus e Terra se acomodaram e passaram a ter a quantidade de tempo que tem hoje, perdeu-se na memória dos povos o verdadeiro sentido de Lúcifer, Demônio e Satanás, e que passaram a significar diabo.
    Os israelitas sucessivamente foram acrescentando novos nomes ao seu conhecido Leviatã, concomitantemente ou após, ao domínio de estrangeiros ao seu povo.
    Sob o domínio egípcio Leviatã passou a ser Satã, Satanás e Azazel.
    Sob o domínio assírio, entre 711/612, de Belzebu (como os chamavam também os cananeus), ou demônios. 
    Sendo que esta palavra  “demônios” os assírios tomaram emprestado dos gregos, e ela, demônios, ficou em definitivo na língua hebraica, com a associação dos judeus com  os espartanos (chamados Lacedemônios),  ocasião em que os judeus ficaram sob sua proteção, em 142 a.C.
    Finalmente Lúcifer, depois de 63 a.C. já então sob o domínio romano.

    Tanto Satã, Satanás, Azazel, Belzebu, demônios e Lúcifer tinham antes do ano 142 a.C., o conceito de deuses astrais para os pagãos.

    Se fosse apenas um novo acréscimo dos judeus e cristãos, de novos nomes para Leviatã, não faria diferença, teria sido apenas uma atualização.
    Mas tal não ocorreu, pois, mudou o conceito monoteísta judeu de um só Deus e um só poder, para um dissimulado dualismo (dois deuses), na medida em que tais diabos passaram a ser temidos também.
    Tanto o judaísmo como o cristianismo sofreram forte influência do zoroastrismo, que tem no poder maior, o do bem, para Deus; e no poder menor, para o diabo.

QUEM É e ERA O DIABO ?

    “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles (nós) porque Deus lhes (nos) manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio dascoisas que foram criadas.                                                               
  Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus (pelas coisas criadas), não o  glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se lhes o (seu) coração insensato.
                                           
  Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos  e mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem do homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis ...”    (Rm 1:18-23).

    No princípio, há 12.000 anos, Deus criou os céus e a terra.
                                                              
    No quarto milênio  da criação do mundo (6977 a 5977 a.C.) Deus criou o sol e a lua para alumiarem a terra e todos os astros luzeiros, e entre eles Vênus e Seth (Apep),(Gn 1:1,14-17). 
    

    No século 19 a.C.  Deus diz a Jó.

   “Onde estava tu quando eu lançava os fundamentos da terra? ... Sobre que estão fundadas as suas bases ou quem lhes assentou a pedra angular (Jesus), quando as ESTRELAS DA ALVA, juntas, alegremente cantavam , e rejubilavam todos os filhos de Deus ?”  (Jó 38:4-7): 

    Vênus e Seth (Satã, Azazel) vieram a ser conhecidos respectivamente como os anjos Miguel e Satanás (Lúcifer)... e eram elas, estas duas ESTRELAS DA ALVA, que juntas cantavam (sibilavam) e os homens ouviam este sibilar e se rejubilavam na presença de seu Criador antes de 1931, (Jó 38:7).
    Este canto (sibilar) destes dois astros que orbitavam juntos era o prenúncio de que estavam por se chocarem.
    Vênus simboliza Jesus (Ap 22:16, Jó 38:4-7, Nm 24:17, Mt 2:2).

    Mas por algo, inexplicável à razão humana, Seth (Apep, Satanás) que  fora criado em estado de perfeição, foi tomado pela soberba (*pois era o mais belo dos anjos, e se revoltou contra Deus),(Jó 41:34).

   *beleza e revolta no sentido espiritual; entretanto, no plano físico é traduzido por Seth ser o mais belo dos astros e, inexplicavelmente ter saído de sua órbita e chocando-se com Vênus.
E caiu deste estado de perfeição e se tornou, na sua perversão, um anjo das trevas... do mal (simbolizado pelos destroços de X4).

    O diabo existe e é um anjo mau. Sua natureza é celeste como é também a natureza de todos os anjos bons e de toda a  milícia celeste de Deus (as estrelas, o sol a lua, cometas, planetas).

  “Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e sem dúvida, uma é a glória dos celestiais e outra a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a glória das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferença de esplendor.” (1º Co 15:4).

Disse Deus a Jó: “Quem deu entendimento ao meteoro?” (Jó 38:36).

     “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne (contra os erros em nós e em nosso próximo) e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores  (diabos) deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (situados) nas regiões celestes.”  (Ef 6:12).
    No tempo determinado por Deus, em 1931 a.C., o diabo ou planeta Seth (Apep) foi destruído por Vênus; e seus destroços se tornaram como uma cauda seguindo a Vênus.
E isto era uma analogia do que aconteceria em 36 d.C. quando Jesus ao ser morto e ressuscitar venceu ao diabo e a morte.  
                                                             
    Esta cauda vista da terra se parecia com uma enorme serpente, e os primeiros descendentes de Abraão a chamaram de Leviatã.

Os egípcios o chamaram de Seth  e Uriel, e os hicsos o de Apep.

Os semitas o chamaram de Satã, Satanás e Azazel.
     Muitos outros povos o chamaram de dragão. João se refere ao diabo como o dragão “a antiga serpente” (Ap 20:2). Os espartanos o chamaram de demônio e os romanos, de Lúcifer.

    Os judeus conservaram em sua memória esta tradição dos povos, da revolta de Seth/Apep (Satã, Satanás) contra Deus.
E no século 5º a.C. fazem uma metáfora disto, e a põe em suas Escrituras Sagradas, como segue:
                                                                                                             
    Deus, através de Ezequiel diz ao príncipe de Tiro*:
                                                                     
    “Visto que se eleva o teu coração e dizes:
 Eu sou Deus, sobre a cadeira de Deus me assento no coração dos mares ... e dizes que pela tua sabedoria e entendimento, alcançastes o teu poder... assim diz o Senhor Deus:
 Visto que estimas o teu coração como se fora o coração de Deus, eis que eu trarei sobre ti os mais terríveis (inimigos) que destruirão a tua formosura e sabedoria e mancharão o teu resplendor.
 Eles te farão descer à cova, e morrerás no coração dos mares. (Mesmo assim, na tua eterna teimosia) dirás ainda diante daquele que te matar:

Eu sou Deus! – Pois não passas de homem (criatura) e não  és Deus, no poder do que te transpassa (analogia da vitória de Jesus sobre o diabo), (Ez 28).  

  (*Tiro foi cercada 13 anos pelos babilônios, de 600 a 587 a.C. no reinado de Nabucodonosor II (Ez 26:1,2 , 29:17,18), e no fim deste cerco, Tiro sucumbiu, segundo Flávio Josefo.

    O diabo já era diabo antes da criação do homem.
    Em 4011 a.C. disse Deus à serpente no jardim do Éden:
  “visto que fizeste o homem errar e pecar contra Mim, maldita és entre todos os animais e rastejarás  pelo chão e comerás o pó da terra ... porei inimizade entre ti e a mulher e seu descendente. Ele te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar...”
E Deus disse à Adão:“ Maldita é a Terra  por tua causa (porque deu ouvidos à Eva e também comeu do fruto proibido) ”  (Gn  3:14,15,17).

    A partir desta maldição de Deus, a Terra passou a ser governada pelo diabo. Prova desta governança se comprova quando o diabo diz a Jesus, no ano 33:

“Dar-te-ei todos os reinos do mundo se prostrado me adorares, porque tais reinos me foram entregues.”  (Lc 4).
   O diabo, criatura celeste, passou a governar a Terra pouco antes do ano 1931 a.C. quando desde então, milhares de destroços de Seth que formava a cauda que seguia a Vênus, caíram na Terra, e caem todos os dias até hoje (asteroides).
    Toda a maldade que se praticou desde a queda de Adão e Eva, de 4011 a.C. até 1931 a.C. pertencem exclusivamente a maldade que está contida no coração do homem.

    De 1931 a.C. até 2018 d.C. é uma maldade conjunta: do homem e do diabo.
A partir de 2019 o diabo será “acorrentado” por mil anos (Ap 20:1-10), ou seja: o diabo não mais poderá ser culpado de influenciar a maldade do homem.

Ainda assim, os milhões de pessoas que ficarem aqui na Terra  continuarão a pecar. Neste tempo de mil anos estarão esperando à sua condenação eterna.

Estarão por sua própria conta: sem a influência de Cristo ou do diabo, e não haverá salvação para nenhum deles. Viverão uma vida de “choro de desespero e ranger de dentes de raiva contra Deus e seus escolhidos”.

Comprovar-se-á de modo definitivo e eterno de que o homem é mau deste o ventre de sua mãe (Sl 51:5), independentemente da maldade do diabo.

A ETERNIDADE DE JESUS

     Jesus “via” Satanás caindo do céu como um relâmpago(Lc 10:18).

     No ano 33, Jesus vendo a alegria de seus discípulos por terem expulsado os demônios de pessoas  atormentadas, diz à eles de que ele, Jesus, via Satanás caindo do céu como um relâmpago.
Evidente de que o verbo VIA, aí, não está incorreto e nem é erro de copista: enquanto que, os discípulos estavam felizes por um fato acontecido no presente (a expulsão de demônios por eles).
    Jesus, nesta passagem, se referia a ele ter presenciado um acontecimento passado, em 1931 a.C.,  quando o seu anjo Miguel (Vênus) destruiu com o planeta X (Seth, Apep, Satã, Azazel, Uriel); e muitos destroços deste planeta destruído foram jogados na Terra.

    Outra passagem desta eternidade de Jesus percebe-se quando ele diz aos judeus que o inquiriam:

    “Abraão (em 2059 a.C.) alegrou-se por ver o meu dia (36 d.C.)”.  
                 
    Jesus estava se referindo a visita que ele fez, 2095 anos antes, à Abraão, e a promessa de que ele, Deus, daria a ele, Abraão, e  a Saraum filho em suas velhices (Gn 18, Jo 8:56-58).

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2 comentários:

  1. Quanta besteira. Não percam seu tempo lendo isto.

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  2. achei interessante e meio assustador sobre os não salvos e pelo que li falta apenas 5 anos para a volta do messias o salvador yaohushua , o filho do altíssimo ,do messias outros conhecem pelo nome jesus mas todos sabem a quem m refiro. valeu

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